Meu filho não tem – nem nunca teve – problema de sono.

Pronto.

Agora, quem acompanha meu blog há mais tempo se joga no chão de tanto rir, porque se você olhar a tag “sono” ali do lado, verá que:

– esse é um dos assuntos sobre os quais mais escrevi desde que Lucas nasceu;
– já tentei todas as técnicas possíveis: Encantadora, Nana Nenê, Soluções Para Noites Sem Choro, Desmame Gentil, Dr. Gordon, dica da amiga, da vizinha, da transeunte, de qualquer um;
– nunca nenhuma técnica deu certo.

Sabe o que fiz pra resolver tudo? Parei de pensar no assunto. Tá, mentira, eu nunca paro de pensar em nada. Eu parei de ver problema em tudo, isso sim.

Vou contar um pouco da historia, pra quem não conhece: Lucas nasceu e, como todo RN que se preze, acordava quando bem entendia, dia ou noite. Mamava, eu botava pra arrotar, trocava fralda e devolvia ao carrinho ou berço que ficava do lado da minha cama. Quando ele tinha uns 15 ou 20 dias, irritada com a falta de rotina, eu li a Encantadora de Bebês e incorporei algumas coisas, como a sequência EASY, e limitei um pouco a livre demanda. Na verdade, eu não limitei, eu apenas marcava que, sempre que ele mamasse, depois tinha atividade (nada complicado, afinal era um RN), depois ele dormia e depois eu fazia alguma coisa pra mim. Mesmo que esse ciclo durasse 20 minutos, não importava, eu fazia em ciclos. Mas Lucas chorava muito, muito mesmo e eu fui me culpando cada vez mais. Estava de licença, me sentia sozinha, não aguentava aquele choro. Dei chupeta. Chorei.

Aos dois ou três meses, descobrimos a alergia ao leite de vaca, que, pensando agora, era leve. Ou nenhuma. Não sei. Mas fato é que ele se contorcia o tempo todo, não dormia direito e tinha sangue no cocô. Fiz a dieta e fiquei muito abalada emocionalmente. Lucas só chorava. Não sei se ele chorava tanto assim de verdade ou na minha cabeça o choro era contínuo, mas perguntei pro marido e pras parcas pessoas que conviveram um pouco e, sim, ele chorava bastante. Não ia no colo de ninguém, a vida parecia ser um suplício. Só eu resolvia. Mas tinha dia que não resolvia nada.

Então, no desespero de acalmar aquela criança (e de fazer ele encaixar nos padrões normais que lia por aí), fazia tudo que me ocorria: charutinho apertadinho, lencinho no rosto pra cortar estímulos, balanço no colo, no carrinho, na rua, na chuva, na fazenda. Lembro que, perto dos 5 meses dele, eu passava uma média de 5 ou 6 horas por dia balançando o garoto pra ele dormir melhor. E não comia quase nada pela dieta da APLV que fiz pra que ele pudesse seguir mamando no peito. E acordava 4 ou 5 vezes por noite pra amamentar. O pouco que tive de vida social nessa época era muito esquisito: eu vivia com medo de Lucas abrir o berreiro e chorar sem parar, então estava sempre balançando ele ou repondo chupeta. As pessoas que viram acharam estranho, neurótico, não tinham ideia da prisão em que eu estava. Eu estava era muito sozinha.

De tanto que me senti abandonada, resolvi então que era hora de abandonar o Lucas (e aqui preciso parar pra respirar porque esse assunto dói). Resolvi que ia colocar o Nana Nenê em prática. Deixei meu filho chorar por duas semanas (porque uma só não foi suficiente), até que ele perdeu completamente o hábito de ser balançado e aprendeu a dormir sozinho no berço. Quando acordava de madrugada pra mamar, eu ia, dava o peito e botava ele de volta no berço, ainda acordado. Saía do quarto e ele dormia. Achei que tinha resolvido o problema e me sentia bem.

Voltei a trabalhar, Lucas foi pra creche, segui amamentando, segui na dieta, tudo estava bem. Até que ele começou a ficar doentinho (e isso aconteceu muito no primeiro ano dele na escolinha). Aí acabou tudo que tínhamos “conseguido” com o Nana Nenê. Ele voltou a acordar muito, eu perdi a “coragem” de deixa-lo sozinho. Com o tempo, ele mesmo passou a ficar desconfiado e, quando acordava pra mamar, não queria mais dormir (o que é lógico, afinal, quando ele dormia, eu saía correndo do quarto dele pra voltar pro meu). Se ele dormia, mamãe ia embora e ele parecia ter medo disso, ficava sempre tentando acordar pra ver se eu tava ali. E voltou a gostar de um balancinho pra dormir.

Os meses passaram e eu, já munida de outras informações, tentei resolver a situação. Criei o “projeto dorme lucão” e passei alguns dias tentando ensinar o menino a dormir. Dessa vez sem grandes violências, mas mergulhei no ideal de educar o sono do Lucas.

Não vi grandes avanços com o projeto, mas segui tentando. Um tempinho depois, viajamos e sempre dormimos juntos em viagens (e são muitas, eu vou sempre ao Brasil). Quando voltamos, não consegui coloca-lo de volta no quarto dele, Lucas seguiu dormindo na minha cama. Impliquei com o berço, achei que ele simbolizava a vida que eu estava levando até ali: era uma prisão. Mas a cama compartilhada não tava legal. A cama era pequena, marido não descansava direito e reclamava muito e Lucas não tinha noção do respeito ao espaço alheio, então parecia ele o rei da cama (e da casa).

Então resolvi desmontar o berço. Joguei o colchão dele no chão e deixei a coisa acontecer naturalmente. Não fiz regras. Um belo dia, mostrei a “nova” cama pra ele. Fizemos a rotina noturna, levei ele pra lá, dei peito e esperei. Ele deitou sozinho, pediu pra eu deitar junto, me abraçou bem forte e, sem balanços, sem mandingas, sem rezas e nada mais, dormiu. Ele tinha um ano e meio.

Quando acordava de noite, simplesmente não chorava mais. Se levantava, ia até o meu quarto, subia na minha cama, dava uma mamadinha rápida e voltava ao sono dos justos. Assim. Simples.

Ele só precisava se sentir seguro. Ele só precisava de toque. E eu não vi. Passei um ano e meio sem ver. Prestei tanta atenção no que a Tracy, a Elizabeth, o Stivill, o Gordon e sei lá mais quem tava falando que não vi o que o Lucas falava. Porra, puta merda.

Embora eu tenha uma dor profunda no meu coração por toda essa maternagem merda que eu pratiquei, tentei não deixar isso me dominar. Cama compartilhada é que nos faz feliz? Então vamos fazer direito, nada de ficar tudo apertado numa cama que não foi feita pra isso. Comprei uma cama nova pro quarto do Lucas, pra ele dormir a primeira parte da noite (não importa se essa primeira parte dura uma ou oito horas, não há regra). Faço ele dormir lá, ele dorme bem e, quando acorda, vem pra minha cama. Vendi o berço. E, finalmente, o mais difícil: assumi que minha família dorme junto. Tirei o box da minha cama, joguei meu colchão no chão, tirei o computador do meu quarto, rearrumei a casa toda. Coloquei um colchão de solteiro ao lado do nosso. Lucas pode dormir com a gente, pode me tocar, me abraçar, mas é na cama dele. Eu também preciso de um pouco de espaço, oras.

Mostramos as novidades pra ele, que pululou de alegria, ficou falando “cama Lucas mamãe, cama Lucas, cama Lucas, quarto Lucas”. Nunca mais dormiu no meio da gente, nunca mais nos chutou. Já teve noite de dormir 8 horas seguidas no quarto dele e só depois vir pro meu. Já teve noite de começar dormindo no meu e seguir apagado por lá a noite inteira, sem se mexer. Já teve noite de acordar de hora em hora, já teve noite que eu não sei se acordou ou não porque não lembro, nunca acordei de verdade. Não fico mais marcando nada no relógio e, nossa, quanta liberdade isso me deu. Me devolveu o sono, a paz, o filho confiante de que será atendido sempre que precisar. Ainda não tive a tão sonhada rotina de noites inteironas de sono (tem uma ou outra, mas não é sempre). Mas tudo bem, já nem me incomodo, estou feliz. E Lucas também.

***

Foi muito, muito difícil pra mim tudo isso. Me sinto mãe de merda total ao pensar no tempo que perdi olhando pra fora, quando a resposta estava dentro, sabe? Mais que isso: sinto caiu uma venda que me tapava os olhos, que me cegava, me impedia de ver. Só não me culpo mais porque sei que essa venda não foi colocada por mim. Eu era (sou) apenas produto do meio, oras. Dum meio que diz que normal é bebê dormir a noite toda a partir da idade X, normal é cada um ter seu quarto, normal é isso ou aquilo. BULLSHIT.

Essas milhões de regras que são impostas pra nós como se fossem NORMAIS e de normal não tem nada, normal é que tudo fique bem e pronto. Se é no berço, no quarto, debaixo da cama, no colo, no chão… cada família precisa avaliar bem, tomar sua própria decisão.

Se me permitem um conselho, só unzinho, aí vai: não procurem respostas nos livros ou blogs. Eles são ótimos (eu adoro) e podem te dar mil dicas legais pra seguir no caminho que você escolher. Mas, antes de tudo, procure em você. No seu filho. No que deixa vocês felizes, descansados, satisfeitos, bem alimentados. A vida é uma só e tá acontecendo agora, seu filho é único e ele é o melhor livro que você vai ler. Leia! Não perca essa chance!

(ps: Encantadora, eu te odeio).

66 respostas em “O post definitivo sobre o sono (meu e do Lucas)

  1. Nossa que libertação! Parabéns!!! Eu sempre fico me perguntando, por que eu fiz isso ou aquilo com a minha primeira filha? Poderia ter sido tão mais fácil… mas não tem jeito a gente só aprende na prática. Por isso, com o segundo é tudo mais fácil. Você verá! (tinha um erro ortográfico imperdoável….)

  2. Perfeito!!! Adorei o post!
    Pedro tb não dorme noite toda (ainda), cada dia é diferente do outro, muito dificil!

    Vou procurar olhar mais pra dentro, pra tentar encontrar mais soluções!

    Bjs

  3. Uhu! li com lágrimas nos olhos, porque se encontra em vários, vários VÁRIOS, momentos com a minha história. Ai, que suplício!! Porque nos sujeitamos à essas coisas? meldels, vida longa às suas Baby Bobeiras! bjo

  4. é isso ai! Nada tem regra com relação aos filhos. Nada! Cada família sabe (ou deveria saber) o melhor para si.
    E vou além: essas pentelhas do parto normal e da amamentação, parem de encher o saco de todo mundo. Cada um faz o que acha melhor para si. Parem de julgar a maternidade como se houvesse uma regra que fizesse o grupo que segue x melhor que o grupo que segue y.
    Liberdade de escolha às mães! bjos

    1. Amém Paula, amém!!!!!!!!!!!!!! Carol, assino embaixo em tudo que escreveu, mas uma coisa te digo: Nãooooo se culpeee! Tu foi a melhor mãe que podia ser pro teu filho, e aprendeu uma enorme lição…e não foi tarde não, pensa que ele só tem 2 anos. Isso é pra vida toda, em todos os sentidos!!!!!!!! Beijão!

  5. Alice teve pneumonia aos 6 meses, logo que foi para a escola. Uma bela noite, engasgou de tanto tossir, ficando roxa. Estava na minha cama. Cama compartilhada, sim… ainda bem!!! Se não estivesse, se estivesse no quarto dela (e aí fico me perguntando até hoje…) o que teria acontecido??? Ela é super carinhosa e dorme sim, conosco. Sei que terei trabalho para faze-la voltar para o quarto dela (ou não…) mas por enquanto, precisamos do calor dela e ela mais ainda do nosso…

  6. AMEI! E tô feliz feliz por vocês.
    por aqui tb ando tentando me livrar de padrões estabelecidos por livros, pediatras, empresas e vovós afoitas. não é fácil como parece, tem tanta coisa arraigada láá no inconsciente… essas são as mais poderosas. mas vamos em frente!
    beijo!

  7. Libertador! Isso é o que eu mais defendo em meu blog. TO-DAS vamos errar, e isso me deixa segura para fazer o que acredito ser o melhor! Te digo, se tivesse resolvido meu bebê dormir dentro do carro, eu tinha me mudado para a garagem do prédio, e essa foi a primeira grande mordida que já dei em minha língua, língua essa que já quase caiu de tanto levar mordidas!
    Bjs

  8. Fantástico!
    O mundo está cheio de regras, teorias e imposições sobre tudo! Isso sem falar, é claro!, na quantidade infinita de julgamentos. Façamos o que nos faz bem. Façamos o melhor para nossa família e sejamos diferentes. Não fomos feitos sob medida, não somos iguais! Cada família tem sua engrenagem que deve ser respeitada!

  9. Eu fiz muitos anos de cama compartilhada, assumia para os outrso e levava pedrada e não tava nem ai. Hoje com 6 anos meu filho dorme na cama dele, mas se ele quiser sabe que pode ainda vir pra nossa cama. E dormimos bem, e ninguem chora, nem sofre. E não me interessa o que a psicologa, os livros, a vó, a tia, ou quem quer que seja diga. Faz bem para nós e é assim. Que bom que tiveste coragem. Ouve teu coração e só.

  10. a gente tem essa idéia que bebê é tudo igual, tem que seguir rotina de sono, alimentação, amamentação, até desenvolvimento psicomotor…
    esquecemos que cada um é um, e ponto.
    parabéns, carol! felicidades mil pra você e pro Luqui-Luqui.

  11. Lindo! Por aqui, o Igor, com 2a2m, ainda mama, dorme na cama (colchão no chão) dele, no quarto dele. Quando acorda de noite e chama mamãe eu vou pra lá e fico por lá o resto da noite. Já teve noite de dormir inteirinha, mas foram exceções. Da minha parte, acho bom. Trabalho o dia todo, fico longe e acho q noite uma boa oportunidade pra gente ficar juntinho, ainda que seja dormindo (ou melhor que seja dormindo).

  12. Texto libertador ! Que bom que voce percebeu isso tudo a tempo. Eu vi um cara (nao lembro se neurologista ou psicologo ou algo parecido) falando sobre a era da informação. Temos tanta informação a nosso dispor, mas nem sempre isso é bom. Esse exemplo do sono é ótimo. A gente lê tanta coisa, quer colocar tudo em prática, sempre tentando o melhor pelo filho e depois vê que a resposta estava dentro da nossa casa. Eu tenho dormido muito melhor depois que parei de lutar contra a cama compartilhada. É ruim? Pra quem? Pra minha família não é. Mateus completará 3 anos em abril, tenho planos pra essa época. A compra da caminha, mudar de vez ele pro quarto dele e do irmão. Mas, por enquanto, o que nos deixa feliz, é a cama compartilhada. Obrigada por abrir seu coração pra nós. Beijos e boas noites de sono por aí !

  13. Amei o final! Parabéns Carol! Esse certamente foi uma dos maiores aprendizados e que você vai levar pra vida toda, afinal Lucão ainda tem várias fases pela frente e ainda tem o segundo baby!!
    Fiquei muito feliz com o que escreveu. Eu não sou mãe, acompanho seu blog há bastante tempo, muito antes até das tentativas de engravidar, e nunca me achei no direito de julgar as coisas que vocês escrevia e etc…mas devo confessar que quando lia todas as referências de métodos, livros, blogs etc…eu bem que pensava: " que chato, cuidar de criança já dá um trabalhão, e ainda ter que criar/seguir "n" técnicas, teorias deve ser de matar, acho que não vou ser boa mãe, pq só de imaginar isso tudo fico com uma preguiça!!!!"
    Longa vida a liberdade e aos filtros de opinião!!!! Bjsss

  14. Carol, assim como você, eu passei um tempão resmungando que a Victoria não dormia. no Facebook, no Twitter, pro vizinho e no Mundo Ovo, meu site. E olha que eu era super desencanada e Victoria não teve cólicas, não teve frescurite, não teve nada. Ela era da night, faltou rotina, eu tava sempre exausta e irritada. E tudo o que ela queria era não dormir sozinha no quarto dela. Quando eu era casada, nossa cama era king size e dormia todo mundo mais ou menos confortável apesar do drama que era pegar no sono. Mas as coisas foram entrando nos eixos, ela foi crescendo, uma rotina foi imposta. Tudo foi dando certo. Esse ano, já separada, ela se mudou definitivamente pra "nossa" cama. E nos finais de semana, que eu conto com uma ajuda extra, ela dorme com a babá no quarto dela, meio sem drama. Aos 3 anos, menina falante ela diz: "Mamãe, eu não gosto de dormir sozinha. Eu gosto de dormir com alguém". Então assim será. Ela dorme comigo, ou com pai na casa dele, ou com a babá, ou na casa da tia, da vó. De vez em quando eu ainda a coloco no próprio quarto para dormir sozinha. Mas se ela acordar ela ruma pro meu quarto. E tudo bem. Hoje durmo maravilhosamente bem. Ela também. Acabou o drama, quando acabou a rigidez. Beijo e sorte. Sou solidária.

  15. Tenho uma filha de 3 anos que dorme na minha cama e ouço basrbaridades de outras mães sobre isso.Todo aquele papo de apego,de autoconfiança da criança e bla bla bla.O fato é que eu tenho um filho com 19 e que dormiu na minha cama até os 6 grudado em mim a noite todinha,até o dia em que ele decidiu que iria dormir na cama dele.Não tem nenhuma patologia por causa disso rsrsrs ao contrário.

  16. Oi Carol..aqui é a Carol….kkk
    Que bom que vc aprendeu tudo isso e compartilhou com a gente…é muito bom ler as experiências de outras mães e poder repensar nossas atitudes …. eu li o encantadora e aqui em casa funcionou com as nossas adaptações… tipo…o Davi sempre troca fralda antes de mamar a noite..
    Acho que isso é o mais importante ..tirar aquilo que achamos bom e adaptar a nossa realidade…pq como vc disse cada bebê é único .. beijos adoro seu blog!.

  17. Carol, você é uma guerreira por tudo o que você faz e já fez, por tudo o que você passa e passou. Agora, Carol pára de bobeira, você nunca foi uma mãe de merda. Só se encontrava em meio a um maremoto que parecia não ter fim. Lutou contra os desafios, à medida que eles iam aparecendo no seu caminho, da melhor forma que você poderia ter feito naquele momento. Naquela hora era esse o melhor que você podia dar e o importante é saber que de fato, você nunca abandonou o Lucas. Cada mãe sabe o que é melhor pro seu filho (embora eu acredite que há muitas exceções). Os erros existem e sempre vão existir, e servem para que futuramente a gente possa repará-los, se é que dá pra considerar as coisas que você fez um erro né? Pra mim você se esforçou é muito e fez tudo o que estava ao seu alcance e a sua maternidade foi de longe, uma das mais bonitas que já vi.
    Sempre que você ficar se martirizando pelas coisas que você fez com o Lucas ou deixou de fazer, lembre-se que há aquelas que parem e largam a cria na sarjeta.
    Isso serve pra todas a Mães.
    Beijos de uma pessoa que te admira muito.

  18. Impressionante como tu consegues expressar tudo o que a gente passa, como é fácil se identificar com teus textos! Às vezes tenho vontade de chorar ao lembrar de coisas que eu poderia/deveria ter feito diferente… E, se tu odeias a Encantadora, eu odeio todos os palpiteiros dos primeiros meses da minha Alice. Hoje ela tem 1a5m e eu já lido melhor com isso, mas no começo foi bem difícil, só aumentava a minha culpa, me fazendo achar que estava sempre fazendo errado. bj pro Lucas!

  19. Passei pelo mesmo drama e tomei a mesma atitude. Muito melhor dormi a noite inteira e acordar bem… do que ficar a noite inteira se maetirizando pq queria dormir e ter que acordar mesmo assim.

    Realmente é engraçado como nós tentamos seguir um padrão, enquanto na verdade só temos que seguir o que é melhor para o conjunto da casa! 🙂

    Beijos Karin
    http://Www.mamaeecia.com.br

  20. Carol meu bebê completa um mês na semana que vem, tentei absolutamente tudo pra ele dormir no carrinho e no berço, mesmo que do lado da minha cama e não tinha jeito. Até que um dia percebi que se a gente quisesse dormir, ele teria que dormir conosco. Começamos a cama compartilhada e adoramos dormir com ele, mas ainda tenho que descobrir um jeito pra todo mundo ficar confortável. O marido com medo de nos apertar acaba ficando em um cantinho, ele sai pra trabalhar de manhã, nesse tempo eu durmo bem com o Arthur, mas ele coitado não tem esse privilégio. Gostei da tua ideia de colocar o colchão no chão e mais um de solteiro ao lado, o único porém é o frio que faz aqui, mas chegando o verão vou seguir tua ideia.
    E concordo contigo, eu já li muita coisa, principalmente quando tava tentando colocar ele no carrinho, mas não tem jeito, só a gente entende os filhos, não tem regra. Beijos

  21. Oie Carol
    Eu sempre achei esses livros que praticamente querem impor "regras" aos bebês uma total furada. Não li a encantadora, nem nanã nene. Quando soube que este último sugeria que era preciso deixar o bebê chorando cheguei a chorar, sabe. Só de pensar na ideia de deixar minha filha abandonada lá no berço pra chorar. Com o Bryan não recorri a nenhum método infalível, Com 8 meses ele passou a dormir sozinho (cama compartilhada), simples assim! Ele mamava só mamadeira, então acordava 00:00 pra tomar o mamá, e voltava a dormir. Nunca pensei em tirar essa mamadeira noturna, deixei que ele ditasse o ritmo, e com 1 ano ele parou de solicitar essa mamadeira, e passou a dormir a tão famigerada 12h de sono. Com a Bebela o caminho foi praticamente igual. Não me guiei em livros, e o desespero pelas noites insones foi muito menor. Acho que é um tipo de "conformidade" de mãe de segunda viagem. Ela me solicita muito mais do que o Bryan, porque ela mama só peito em LD. Nunca regulei os horários, e é por isso que hoje a bichinha dorme super mal, nem 5h por madrugada. Eu fico um caco, acabada, mas feliz. Ela ainda necessita ser ninada e requisita o peito umas 3x de madrugada. Às vezes acorda só para ser embalada novamente, e levanto com o maior prazer. Passei a me conformar que ela vai dormir x horas no tempo dela. Ela já está com 8 meses e é super diferente do Bryan. Não tenho coragem de deixá-la chorando no berço, para acostumar a ficar sem ninar. É claro que no dia seguinte não rendo quase nada, porque Bryan demanda muita atenção. Poucas horas de sono com um filho já é complicado, imagine dois? Mas eu adotei um mantra que tem me ajudado: – Daqui 2 anos vou estar dando risada de tudo isso!!! Procuro esquecer que tô com sono, começo a assistir série, ler livros, e dá-lhe cafeína na mente, uma dipirona para a enxaqueca, e muito, mas todo o amor que eu puder oferecer a ela, pois sei que no futuro vou dar risada desse meu desespero por querer dormir!!

  22. Como fiquei feliz em ler este post! Sabe por quê? Porque eu lia você relatando as noite mal dormidas do lucão e sentia como você sofria com isso, como valorizava o fato de querer dormir sozinha… Às vezes, a solução é mais simples, né? O difícil é romper os padrões inseridos na gente e assumir algo que não estava nos planos.
    Alice segue dormindo do meu lado, no berço dela, e assim ficará até não sei quando. Para mim foi a melhor coisa que fiz, porque me polpou idas e vindas de um quarto para o outro, e porque é impagável vê-la levantando a cabecinha para ver se eu estou ali, ao seu lado, e voltar a dormir. Um dia ela vai dormir no quarto dela. E como já me disseram, nunca vi gente grande dormindo com os pais. Eles são muito pequenos e temos que aproveitar que, por ora, o mundo deles somos nós, somos tudo o que eles precisam para estarem bem e felizes.
    E quer saber, eu também odeia a Encantadora.
    bjs!

  23. Que bom que vcs encontraram esse equilíbrio! Nada de radicalismos, de verdades imutáveis. E sim de adaptações para atender às necessidades do filho e da família como um todo! Pensa que essa experiência vai te ajudar muito com o segundinho. 🙂

    bju
    bju

  24. Eu sempre achei esses métodos radicais lamentáveis. Acontece comigo e meu bebê de 11 meses. Ele acorda bastante a noite e eu tenho que levantar, amamentar e esperar ele dormir para coloca-lo de volta no berço. Mesmo quando o deixo dormir na minha cama, ele acorda, mas sempre digo que é uma fase e ela vai passar e ainda terei saudades.
    Com minha filha, lembro que coloquei na cama assim que ela aprendeu a andar firme, por volta de 1 ano e 3 meses e ela levantava no meio da noite e ia pra minha cama (até hoje com 6 anos ela faz isso). Tem noites que dormimos todos juntos e tem noites que devolvo cada um pra sua cama. Não fico sofrendo tanto com o assunto.

  25. Carol, muito bom. Muito bom mesmo. Isso se chama empoderamento materno, aprendemos isso diariamente – e não devemos nos lamentar pelo caminho que percorremos para chegar até aqui. Foram os erros que nos trouxeram aos acertos. Parabéns.

  26. ALELUIAAAAAA!

    Sempre falo isso, gente….segue o próprio coração, oque tiver bom pra sua família ta bom e pronto, esse negócio de perfeição é um a merda, só pra falar pros outros que o filho dorme a noite toda e os carai? Aqui a gente dorme junto e ta baum demais!

  27. Tb odeio essa encantadora! ela me deixou maluca, e só qdo eu ouvi e olhei a minha filha tudo se resolveu aqui em casa. Graças a Deus foi com 1 ano e 4 meses que tudo se acertou aqui. ela ainda dorme no berço, eu durmo na minha cama e estamos felizes a beça! Cada um olhando pro seu umbigo e é isso ai! (ainda bem que vc não acabou com o blog)

  28. Carol, eu te leio desde a sua gravidez, qd tb estava grávida. Também não durmo há 2 anos e 4 meses. E assim como vc, eu só consegui a paz e o equilíbrio na minha casa qd eu parei de querer transformar minha filha num modelo perfeito ( pra esses tais entendidos de educação infantil) de criança. E hj nos diversos abraços noturnos que ela me dá, eu consigo entender que ela me diz: "mamãe, eu preciso de você!" Hj eu sou uma pessoa de olheiras muito mais feliz!

  29. Carol!! Que maravilha esse texto!!! Eu passei por algumas fases que vc passou tb….minha filha de 2 anos e 8 meses tb dorme na caminha ao lado da minha…não demorei muito para aderir a cama compartilhada, mas levei muito tempo me sentindo errada, culpada, diferente das outras mães que conseguem fazer seus babies dormirem em seu quartinho desde os 2 meses de vida….. Hoje tb estou liberta da culpa e faço o que realmente funciona na minha casa….ainda amo ler blogs sobre maternidade e livros sobre educação, mas sou muito mais critica….
    Acompanho o seu blog há muito tempo, e fico muito feliz por vc!!! beijo grande!!!

  30. ai, Carol, que relato mais lindo, mais sincero, mais intenso!
    Deve ter sido muito difícil mesmo pra você.
    Que ótimo que você encontrou um meio de lidar com tudo isso e que estão vem agora.
    Essa coisa de seguir o coração e buscar dentro de nós as respostas é mesmo um caminho que eu amo e procuro seguir sempre. Espero me lembrar disso quando tiver meus filhos.
    Adorei a frase que eles são os melhores livros que vamos ler na vida <3

    E ó, saiba que eu admiro muito a sua maternagem. Muito mesmo!

    Abraço apertado!

    ps: obrigado pelo carinho lá no blog, amei!!

  31. Pra mim isso casa com o que li ontem no Potencial gestante http://potencialgestante.com.br/.
    Durante a gravidez (e ainda)li vários artigos sobre TUDO(sono,alimentação,comportamento,saude,amamentação,etc e tal)E parece que a gente ta pronta pra tudo,por que os "manuais" nos ensinaram tudo que é preciso.Eae as criaturinhas chegam e a gente percebe que vai começar a aprender agora.Cada criança é de um jeito e cada mãe também.E juntos formamos um mundo particular que só quem é mãe conhece.
    Intuitivamente achei o melhor caminho pra mim e minha Anali.No berço ela não dormia…e eu menos ainda,mesmo sendo no mesmo quarto.Então sempre que precisava levava ela pra cama.Acho que ela já percebeu que eu não vou a lugar algum e dorme metade da noite no berço,quando acorda(lá pelas 4:30 da manhã,levo pra cama.A gente dorme apertadinho,mas dorme.Ela ta com quase 3 meses e adora dormir agarradinha.Nem posso reclamar de noites mal dormidas(exceto quando ela não tá com sono)Afinal,uma hora ela cresce e nem em casa dorme mais,rsss.

  32. Tu escreveu isso e ficou passando um filminho na minha cabeça! Nossa, como o tempo passa rápido e também como parece que nos conhecemos de verdade! hehehehe! Mas acho "arretado" (como se diz aqui na minha terra) que tu pense assim, cada mãe sabe o melhor pro seu filho! Livros e blogs são bons, mas tem muita porcaria escrita por aí… Melhor confiar nos instintos! Beijos!

  33. Carol passei rigorosamente a mesma mesma mesma coisa que você, fui pelos mesmos caminhos, minha filha tbem teve aplv leve, eu nao dormia lendo livros e blogs, depois corri pras amigas pra dizer pra não criarem expectativas com os padrões, tudo igual. Hoje minha pequena tem quase 5 anos e seguimos na rotina metade da noite na cama dela, outra metade na nossa, algumas noites inteiras na dela…. e com o segundinho foi infinitamente mais fácil, ele ainda nao dorme uma noite toda sem resmungar, mas muito antes que a Laís ele deixou de mamar de madrugada, de vez em quando dormimos em 4 na minha cama, as vezes temos noites de sono completas, não questiono, apenas aceito, encaro, procuro soluções nas nossas necessidades, não tem mais angustia, nem com este nem com outros assuntos. A maternidade é uma escola. Aprendemos e isso é lindo. Jamais se culpe! Bjs!

  34. Carol, minha filha tem 2 anos e 3 meses e dorme na minha cama,
    o bebe tem 3 meses e dorme no bercinho dele.
    se eu quero q ela saia da minha cama? simmm, sinceramente nao vejo a hora,
    durmo mal,marido dorme mal, ela ocupa a cama toda, mas vamos respeitar o seu tempo
    e sabe o q vou fazer? comprar outra cama de casal.
    To nem ai pro q as pessoas vao pensar.
    Como diz uma amiga minha, A CAMA DE CASAL NAO È O UNICO LUGAR DIVERTIDO DA CASA PARA NAMORAR COM MARIDO, entao, falem o q quizerem, vou comprar outra cama de casal ou so o colchao, mas vamos ser felizes com nossas escolhas!
    bjusss amei o post.

  35. Carol, um abraço apertado. As mães são assim. Todas. Erram, acertam, se embananam, se descabelam, amam. E são sozinhas. Parir é algo muito solitário. O puerpério é assustadoramente solitário e medonhamente antissocial. Fico feliz de ler que agora vocês estão felizes, e continuo torcendo para Lucas dormir cada vez mais noites inteiras.
    =)

  36. Carol
    Sou umas das leitoras anonimas do su blog. Mas poxa, eu me identifiquei demais como seu relato. Tbm tivemos problemas demais pra dormir. O meu filho nao dormiu por 20 meses e tbm tentei de tudo e me sentia completamente sozinha.Chorei, chorei muito ao ler esse post. Hoje ele ja em 4 anos e eu tbm aderi a cama compartilhada como solução e libertação. Hoje ele esta voltando pro quarto dele, mas doi, doi muito a gente pensar q tudo oq eles precisavam era carinho e toque, o nosso calor e a gente acha q ta errado ne. Obrigado por compartilhar
    Bjo e sorte pra vc e pro Lucas

  37. Eu amo suas postagens, eu leio e viajo! rs Com meus dois filhos pratiquei cama compartilhada, e vou falar, acho que quam dormia melhor perto deles era eu! O caçula foi pra dele esse mês, ele tem dois anos e três meses! Mãe assim, acerto e erros, mas o mais importante, mães de verdade são cheinhas de amor!
    Muito amor Carol.
    Beijos!!

  38. Carol, concordo contigo em gênero, número e grau. Estou na "segunda cria" e já percebo como as coisas são beeeeem diferentes agora! Você vai perceber que o segundo filho é quase o paraíso!!! Acho que porque ficamos livres pra educar a nossa maneira, livre de esteriótipos, dos "padrões sociais". Logo você saberá. Meu segundinho está com quase 6 meses e todo dia me pego rindo de mim mesma e pensando no quanto as situações que passo com o segundo baby, idênticas as que passei com minha primeira filha, se solucionam de forma tão fácil e natural. Beijos… PS: Aqui em casa a cama É compartilhada com a Giovanna que está com 25 meses (e tenho certeza, será com o Murilo, que está com quase 6 meses, também!!! hehehehe)

  39. Nossa, me identifiquei muito com seu relato. Meu bebe tem hoje 9 meses. Nos 4 primeiros meses, fiquei louca pra tentar aplicar todos os métodos que eu lia. Me sentia culpada pois meu bebe não dormia sozinho. Daí meu marido construiu ele mesmo um berço-cama para ficar do lado da nossa, foi a melhor coisa do mundo! Agora ele dorme a maioria das noites sem acordar nenhuma vez, pois sabe que estou ali do ladinho dele. E se acorda, mama um pouquinho e logo dorme de novo, tranquilo…e eu nem vejo as horas no relogio pra ficar neurotica depois dizendo que acordou tal hora…nao tem mais isso!
    Não tem regras, não tem método…tem coração. O dificil é assumir o sono compartilhado. Muita gente é contra, muita gente diz: ele vai ficar dependente, acostumado, bla bla bla… paciencia
    EU gosto de dormir do ladinho dele. E ponto final

  40. Olha, eu nem vou ficar aqui desfilando as coincidências desse teu relato com o que nos aconteceu aqui em casa, mas te afirmo que são assustadoramente muitas. Eu e você percorremos muitos caminhos, visitamos muitas teorias e nos achamos quando resolvemos olhar pra nós mesmas e nossos filhos. Toca aqui, colega. Aqui em casa, joguei tudo por alto, parei de procurar entender, compreender, justificar o sono do meu filho; parei de pesquisar, de seguir blogs (o teu também, acompanhava o "projeto dorme Lucas", sorry) mas precisa me bloquear, me desligar, de verdade). Até ver por acaso esse texto numa página do Facebook. Li e me emocionei muito. Me fez perceber como avançamos aqui, como estamos melhor. Nos resolvemos, eu e meu filho. Hoje fazemos cama compartilhada, e é reconfortante demais acordar no meio da noite com um pedido de carinho dele. Ou segurar a mão dele. E deve ser reconfortante pra ele também, pois se antes acordava de hora em hora hoje já temos ciclos bem mais longos de sono. E que assim permaneça, o tempo que ele (e eu) precisarmos.

  41. Carol, que lindo post! Leio seu blog sempre, desde muito antes do nascimento do Lucas. Linda a forma como você se doa, divide suas experiências e se entrega à maternidade. Escreva, escreva, escreva sempre!

    Um abraço bem forte,

    Raquel Carneiro

  42. o que te dizer?
    acho que estive contigo em muitas dessas fases, né?
    e como já te disse um dia, quero não me sentir mal por ter te ajudado com o nana nenê. porque acho que nós duas tínhamos a mesma ilusão. ou melhor, nós duas estávamos sendo enganadas pelas mesmas informações e cagações de regras. então vamos dar as mãos, nos abraçar, nos perdoar e hoje, finalmente, comemorar nossa liberdade. foi o caminho necessário! beijão !

  43. Que bom lercisso Carol, agora que estou aqui com meu pequenininho com 24 dias comecei a me perguntar como vou lidar com isso, ele tem dormido no berço, no colo, na cama depende do dia, do sono da necessidade! Tava começando a ler os métodos, mas com uma idéia fixa, de desenvolver o nosso método, vou me esforçar pra ler o meu pequeno. Obrigada e Bj

  44. Oi Carol, acompanho seu blog há algum tempo, agora me identificando ainda mais com seus posts. Tenho uma bebê de 2 meses, nossa primeira filha, penando com o "padrão ideal" de sono e a falta dele…rs. Costumo dizer que ou a Manuela está dormindo ou ela está chorando. Li o livro Nana Nenê, e não consegui aplicar o método, chorei ao deixar a pequena chorando no seu berço, sozinha em seu quarto, desisti. Por enquanto ela dorme comigo, na nossa cama, e por ser muito pequena, e termos de medo de sufocá-la, meu esposo está dormindo no sofá da sala, mas, por ora é o que nos deixa mais tranquilos e ela mais calma. Obrigada por me fazer refletir sobre tudo isso com mais calma, com mais carinho e um olhar mais atento à minha pequena, deixando as padronizações e exemplos perfeitinhos de lado, afinal somos seres únicos, com histórias únicas e portanto, modelos não nos representam!!! (PS. Tbm odeio o dr. Stivill!!) (meu e-mail: alexp_dantas@yahoo.com.br)

  45. Carol, fico feliz que tenha voltado a escrever. Lia seu blog sempre e reparei que tinha "desanimado" um pouco. Agora voltei aqui, vi vários posts novos e fiquei realmente feliz, te desejo muito sucesso. Tenho a Manuella de quase 3 meses e felizmente não tivemos problemas quanto ao sono. Passando a fase de recém nascida, que acordava toda hora para mamar, ela dorme a noite toda. Li muito sobre a cama compartilhada durante a gravidez e tive muito medo de acostumar minha filha "mal". Me policiava muito pra não deixá-la dormir comigo ou com o pai, pra não ficar "mal acostumada". Hoje vejo que não existe isso! Quando tenho vontade, durmo sim agarrada na minha bebê. Não gosto de dormir todos os dias porque fico apertada, desconfortável, com medo de amassar elazinha. Quanto a ser certo ou errado, acho que não existe isso. Cada criança, cada relação e acada família é única.
    Felicidades

  46. Minha linda, gostosa, deusa grega rs estava com saudades de você, nao sei pq mas faz bastante tempo q nao venho aqui. Sou feia eu sei rs, mas estava com saudades, eu juro, Apesar de não ser mãe e nem casada e ter apenas 18 anos, amo ler suas experiências e "loucuras" adoro o lucas e você. Quando leio seus textos fico pensando como sera na minha vez, oque irei fazer, acho q irei chorar junto com ele se tiver que deixa-ló chorando, vou me sentir péssima como vc se sentiu, e na verdade acho q iria fazer o mesmo no final, até porque dormi na cama da minha mãe até uns 12 anos rsrs. e juro que ao fim desde post minha maior vontade é de corre para a cama da minha mãe e dormi com ela. rsrs. Mas acho q ela iria me expulsar de lá rsrsrs.
    Um enorme Beijos em todos ai rs.

  47. Sempre passo por aqui mais nunca comento. Mais agora não resistir. Mesmo contra a vontade de todos, sempre dormir agarradinha a minha Ana. Até seis meses, ela sempre dormiu em cima de mim. Sinto falta disso até hoje. Ela sempre dormiu em nossa cama, e quando já não conseguíamos mais dormir pelos chutes certeiros de minha pequena, comprei uma cama de solteiro e lá esta ela até hoje, do nosso lado. Melhor sensação do mundo, acordar e vê-la ali, pertinho. Ela tem uma cama no quarto dela, mais so a usa para brincar com as bonecas. Na hora que ela quiser ir pra lá, acredito que vou sentir mais do que ela. Bjos Ps: Estive pertinho de vc a poucos dias atras!!! Cidade linda, parabéns….

  48. Sempre passo por aqui mais nunca comento. Mais agora não resistir. Mesmo contra a vontade de todos, sempre dormir agarradinha a minha Ana. Até seis meses, ela sempre dormiu em cima de mim. Sinto falta disso até hoje. Ela sempre dormiu em nossa cama, e quando já não conseguíamos mais dormir pelos chutes certeiros de minha pequena, comprei uma cama de solteiro e lá esta ela até hoje, do nosso lado. Melhor sensação do mundo, acordar e vê-la ali, pertinho. Ela tem uma cama no quarto dela, mais so a usa para brincar com as bonecas. Na hora que ela quiser ir pra lá, acredito que vou sentir mais do que ela. Bjos Ps: Estive pertinho de vc a poucos dias atras!!! Cidade linda, parabéns….

  49. Lindo! Passei (ou estou passando) pela mesma jornada com meu filho, e também me sinto enganada, traída, por ter dado tantos ouvidos a tantas opiniões. Nossa cultura é uma das únicas em que os pais e filhos dormem separados, e eu nem disso sabia… Hoje dormimos todos juntos e somos muito mais felizes. Essa noite quando trouxe Antonio para a nossa cama e ele abriu os olhos e me viu (hoje especialmente trouxe ele antes de ele chorar), deu o maior sorriso do mundo e me abraçou e dormiu grudado em mim. A vida é muito curta para perder isso!

  50. Menina, nem tenho filho, ainda estou pensando em engravidar.
    Não concordo com muita coisa que vc escreveu, do que li de hj até esse post, mas gosto da maneira como vc escreve. Eh leve, dá vontade de ler mais e eu gosto de conhecer as experiências dos outros para tentar aprender o máximo.
    Vou favoritar o blog e voltarei sempre por aqui.

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