Foi assim que a professora veio dizer que meu filho tem se comportado recentemente. Você, sua mente poluída, tá achando que tô falando que meu filho é o galã da creche, né? Mas não é não. “Pegador”, em espanhol, quer dizer “batedor”.

Daí que o pequeno anda batendo nos colegas. E como nem é tão pequeno assim, pelo contrário, é um menino bem do fortinho e pesadinho, parece que a coisa não tá muito boa não, ele senta a mão, puxa pelos cabelos, grita. E pior: ele sabe que tá errado, já que fica esperando a cuidadora virar de costas pra mais uma sessão de porrada nos colegas.

Eu, que tenho 12 anos, ao escutar o relato da professora, comecei a rir. Não consegui me segurar, JEMT! Imagina aquele cotoco de serumano em modo Kill Bill, passando o rodo em geral? Achei a imagem divertidíssima. Mas. Logo lembrei que a mãe sou eu e assumi uma postura mais séria (antes que os pais dos agredidos comecem a ligar lá pra casa). Quis saber como as professoras se comportam diante dos tapas e afins, porque acho que família e escola precisam caminhar juntas nisso – vai que estamos fazendo coisas diferentes e confundindo o menino? Ela contou que primeiro dizem que não pode bater (morder, puxar pelos cabelos etc), depois explicam o motivo (porque machuca o amigo) e, por último, indicam qual é a postura mais legal (fazer carinho, dar beijos etc). Igualzim eu faço em casa, com a única diferença que falo tudo isso em português e elas em espanhol, mas o tom é o mesmo, as palavras-chave são muito parecidas.

É chato saber que o seu filho é o “problemático” da sala, viu. Desde que ela me comentou isso, eu sinto que rola um certo ar de “lá vem o violento” quando chegamos, sei lá, pode ser que eu esteja imaginando. Por outro lado, embora goste de um embate físico, de resto ele é só elogios, é um menino divertido, carinhoso (por incrível que pareça, hahaha), distribui beijos, abraços, sempre está rindo, participa bem das atividades propostas… a questão é que Lucas tá numa fase que não gosta de ser contrariado. Tirou brinquedo da mão dele? Escândalo. Falou que algo não pode? Escândalo. O céu não ta mais tão azul? Escândalo. A mosca voou pra direita e não pra esquerda? Escândalo. Acho que nem ele sabe o que ele quer. E acho também que às vezes o escândalo é tão grande que ele simplesmente esquece o motivo de tanto choro e só continua chorando porque já estava chorando, sabe? Tô com raiva porque tô com raiva, sacam?

Quando ele tá nessas crises, eu espero passar ou tento distraí-lo, mas realmente acho que é fase. Acho que temos que falar e mostrar o correto, mas entendo esse momento como uma descoberta das vontades, acho que ele finalmente entendeu que pode QUERER coisas/fatos/pessoas. Enfim. Maridón acha que eu sou mole demais (vide que minha primeira reação à professora foi rir).

E vocês, o que acham? Como foi quando aconteceu com seus filhotes? Aconteceu com seus filhotes ou sou uma única perdida mãe de um PEGADOR?

tá olhando o que?

36 respostas em “Pegador

  1. Carol!!! Vc não é a única. Eu sou mamãe de uma "pegadora". Esses dias tive a surpresa de chegar na escolinha e a prof da Letícia dizer que pegou ela batendo na coleguinha. Fiquei com tanta vergonha… pior que ela anda nessa fase "rebelde sem causa" e não há o que fazer. A única coisa que faço é respirar fundo (pq sobre um sangue,né?) e tento acalmá-la, principalmente quando o chilique é em locais públicos.
    Engraçado que ela tbm é que nem o Lucas, super carinhosa, miss simpatia, mas não contraria que o bicho pega. Acho que é fase mesmo.

    Beijos

  2. O meu é o atirador. Não bate, não morde, não faz escândalo, mas joga o que estiver na mão na cara de quem aparecer na frente. As vezes é só um pedacinho de pão na cara da mãe, às vezes é um brinquedo de madeira e pesado na cara do bebê da amiga. Triste.
    x

  3. Meodeos! Que vontade de paertar essas bochechas do badboy!

    Carol, não se preocupe. Minha filha também era "pegadora" quando estava na escolinha. E bem antes de fazer 1 aninho. Acho que é o normal para as crianças que precisam disputar de tudo na escola. Eu seguia esse caminho ae: explicar que não pode pq machuca e que se faz carinho, da beijinho. Agora, de verdade? Por mais que se fale, isso só melhora beem depois. No stress. Com o tempo melhora. Por aqui foi com quase 2 anos, mas aí ela já não estava mais na escola, não havia tantas situações de conflito.
    Beijos pra vcs!
    Nine

  4. Ainda não aconteceu, mas pelo jeito do liam é capaz que ele seja assim, ele é mau humorado com 4 meses, mas espero que quando for a hora eu possa ensinar a ele a maneira correta e ter paciencia pra esperar essa fase passar!

  5. eu tbm ri, ou melhor, gargalhei, gata! somos duas pré-adolescentes, vem aqui me abraçar.
    alice tbm morde. domingo mordeu a mão da prima que ficou magoada nível máximo. e ela morde e ri. eu explico, converso, mostro carinho… mas tbm acho que sou mole demais.
    a gata tbm tem sido perseguida, a nova onda da pequena é puxar o rabo dela. tadinha, daí eu explico e tal tal tal… mas como lidar bem, eu ainda não sei!

    beijos.

  6. Carol…eu tb dei muita risada, a forma como vc escreve faz parecer uma piada ! Mas por aqui tb tem um "pegador" e "atirador". Joga tudo que tem na mao, por exemplo: ta tomando leite e nao quer mais ?! joga o copo longe, ta mexendo onde nao deve e me ve indo na direcao dele ?! Joga o objeto longe e sai correndo. Isso tudo sem importar onde esteja ! Agora o pior de tudo que ja aconteceu foi ele ter dado um tapa na cara da Terapeuta dele (ele faz terapia ocupacional)! Queria cavar um buraco e entrar dentro !
    Angela Machado

    1. kkk…eu tb rio quando estou sozinha ! Mas da uma vergonha sem tamanho ! E hoje ele deu outro tapa nela, mas pelo menos foi na mao e com menos forca…to comecando a achar que ele nao gosta muito dela ! Semana que vem ele comeca na escolinha, ja estou me preparando psicologicamente pras reclamacoes ou nao ! Vai saber, com crianca tudo e possivel !
      Angela Machado

  7. HAhahaha, tô imaginando a cena.. Tipo Godzilla chegando: BAM, BAM, BAM!
    HUAHuHAUHuHAA
    Bom, aqui eu acho que vou ter uma pegadora tb, a Ana Luiza é mais braba e Maria Angélica mais delicada, carinhosa…mas ainda tá cedo pra saber, né? hehe
    Beijos nesse biquinho lindo!!!

  8. Carol, as minhas são pegadoras em casa, mas apanham fora dela. Quer dizer, apanhavam. Aqui (eu até ia escrever um post sobre isso, mas desisti, para não botar inveja em alguém), não me pergunte como nem por que, mas as crianças – sobretudo as pequenas (de 2 e 3 anos) são muito carinhosas. Elas fazem carinho umas nas outras e não há cenas de mordida, tapas e brigas como nas escolinhas do Brasil – e mesmo em algumas da Eslovênia, segundo uma mãe, também surpresa com o clima de paz e amor da escola, me contou. Será que tão dando calmante pra criançada ou a cantam "all you need is love" non-stop para fazer lavagem cerebral nas feras? Para não dizer que nunca houve nada, Ciça já foi empurrada e cutucada de forma não legal por um colega. Mas a própria mãe se refere a ele como garoto problema (o que não acho legal, porque estigmatiza, rotula, mas, enfim, não posso querer mudar o discurso da mãe). Mas na sala da Cali, por enquanto, é só amor.
    Como as minhas só são pegadoras em casa, eu brigo mesmo com elas. Às vezes deixo que se entendam, mas em geral, coíbo, falo com cara de brava e, se for recorrente, tiro um brinquedo ou mando para o castigo.
    Beijos

  9. Ai Carol, não se preocupa!

    Aqui não tive problemas ainda, afinal a Yasmin é a menorzinha da creche e se ela bater sabe que vai apanhar!

    Mas isso é faze mesmo, logo passa, acho que você está agindo certo e logo ele começa a entender que não pode bater!

    Beijinhos

  10. Oh, foi mal, deixa eu te falar: tenho duas! Uma é um chuchu, uma paçoca, qualquer um faz o quer dela, songa monga sabe?
    Agora, a outra…. É EXATAMENTE isso que vc falou: Acho que nem ele sabe o que ele quer. E acho também que às vezes o escândalo é tão grande que ele simplesmente esquece o motivo de tanto choro e só continua chorando porque já estava chorando, sabe? Tô com raiva porque tô com raiva, sacam?
    Chega num ponto que a crise é tanta que se vc der pra ela o q ela tava qrendo qndo a crise comecou, ela apronta mais escandalo ainda! Eu ignoro a birra mas a birra continua atrás de mim! Até q eu sento e espero… Alguns minutos depois, passa…….
    Ah e ela tinha essa idade quando comecou, uns 1a2m ou 3m… E deixa eu te falar, ela tá com 2a, ainda não passou não, será que eu perco as esperanças???
    Pra mim não é fase, é gënio, e aí já era…. Eu só olho pro céu e peço paciëncia na adolescëncia :o/

    (mas gostei de saber do seu, q por um tempo cheguei a pensar que na verdade o q ela tinha era algo como uma crise de identidade, sem saber o q ela qr, ou o q ela qr copiar da outra.. mas o seu é único, então, deve ser só gënio mesmo, nada mais a se fazer a nao ser ter paciencia e muita conversa :o)

  11. É fase, pode ter certeza. O Felipe era igualzinho. Mas, vou te contar uma coisa o Felipe não faz mais esse chororo, vulgo birra, mas eu falo que ele tem uma personalidade forte e vai gostar muito de mandar, porque quando as coisas não saem exatamente como ele gostaria sai de baixo, o menino fica bravo, precisa ver. E eu to imaginado vc rindo na cara da professora…rindo muito alto aqui…bjosss

  12. Carol eu já estive do outro lado: fui cuidadora de criança por anos, professora, tia, etc… O caso mais grave que tive foi de um aluno que tinha vindo do Japão e mordia tudo e todos… Detalhe: ele mordia por excitação… Tipo tava feliz: mordia, tava achando legal: mordia… Chegou ao ponto da diretora da escolinha pedir que a mãe o retirasse da escola sem pagar a mensalidade pois ela preferia perder um a perder uns dez que foram mordidos…

    Agora seu fofucho tá passando por uma fase normal, isso não significa que vc não deve corrigir… Mas também não precisa estressar…

    Eles desenvolvem mecanismos de defesa para conviverem em grupo… Porque na escolinha tudo tem que ser dividido né? É a tal história: Keep Calm and Carry On, bjos

  13. Pequeno Terrorista aqui em casa,um ano e três meses,exímio fazedor de birras e todo ataque de nervosismo que possa existir,joga tudo no chão,(quando contrariado)se joga no chão,bate a cabeça no chão…Será que passa essa fase???
    Bjusss,té!

  14. Fui lendo, rindo e pensando (desculpe o gerúndio todo, não pude evitar!): Vítor é igual! Diante disso tudo eu reflito: o que será de mim quando o terrible two chegar? Consegue ser pior o nível das birras e escândalos?

    Beijos!

  15. Carol, morro de rir dos seus posts…
    Querida, meu filho também batia muito nos colegas. Realmente é fase. E como criança aprende com repetição e exemplos, o processo é esse mesmo! Toda vez que ocorrer repetir que não pode, que machuca, que a o colega fica triste, que tem que fazer carinho, etc…
    O seu Lucas está cada dia mais lindão!!!

  16. Carol, o meu "ainda" não bate em ninguém. Digo ainda porque vejo que a maioria dos bebês (pelo menos nos blogs que leio) uma hora ou outra chegam nessa fase. O Gui costuma descontar sua raiva se acocando no chão e chorando até eu chegar e pegá-lo para um abraço apertado. Mas quanto a ser contrariado, por aqui anda igualzinho. É bem o que tu escreveu "Tô com raiva porque tô com raiva". Não precisa de muito motivo para fazer escândalos. Essa parte espero que seja uma fase e que passe logo. Quanto a bater nos outros, acho que deve ser uma fase também. Logo ele se dá conta que não vale a pena agir assim, penso eu.
    Beijo!

  17. Oi Carol,
    é fase, pelo menos é o que dizem os livros, educadoras e psicólogas aqui na Alemanha, e tem o nome de (mais ou menos traduzido) fase do contra, dura mais ou menos de 18 meses até 36 meses, podendo ser mais longo, mais curto, menos intenso, mega intenso. Quando minha filha (agora 29 meses) entrou nesta fase, tava um horror, só que na creche ela era paz e amor com todos, mas descia a mao em mim e no pai, tinham dias que eu queria jogar ela pela janela, por que era do nada, ela resolvia parar o que estava fazendo pra simplesmente levantar e vir me dar um tapa, assim de feliz. A primeira coisa q fiz foi chamar a atencao, falar que nao pode, que doi, etc etc… mas depois de quase 1 mes, eu tava quase rolando no tapa tb, entao falei com a psicologa da creche e ajudou muito, ela me falou que é meio sem sentido explicar q nao pode, que é feio, que doi, o papo que tive antes, ela falou que as criancas nao entendem, e na verdade eles estao nesta fase provando os limites, entao o melhor a fazer é ter a mesma reacao que ela teria se apanhasse de alguem, logo gritar AI!! Doeu, para!! Nao quero brincar assim, e repetir isto sempre que necessario, e quando nao parar, simplesmente sair de perto e deixar sozinho, olha demorou uns 10 dias, mas fez muito efeito, ela parou de bater e ainda comecou a explicar pros outros que podia machucar etc… e quanto a ser contrario a tudo, o melhor é tentar fazer esquecer oferecendo uma opcao tao boa quanto a que eles estavam de olho, exemplo, quando iamos passear, caminhar ela sempre queria ir pra um lado q eu nao queria (precisava), entao eu dizia, olha ali do outro lado tem um gatinho, ou cachorro, ou flor, ou pato etc… e ela semprei aceitava as opcoes sem choro, sem raiva, com os brinquedos tb.. sei que a fase dela ainda nao passou, mas vejo que está mto mais light!
    Boa sorte pra vc!
    Vivian

  18. eu como professora te digo que é dificil essa fase mesmo…e não tem muito o que fazer e não encare como se o menino fosse violento… é só a forma que ele encontrou pra fazer valer suas vontades…as mães dos "agredidos" (palavra feia essa….) ficam bravas e a do causador ficam constrangidas…. mas é fase…vc vai ver que logo passa…. é só ir reforçando o que pode e não pode que no fim dá certo…boa sorte….

  19. Po… o Linus é o que apanha… outro dia a coordenadora disse que tava na sala com os bebês e disse que o Linus começou uma brincadeira de falar "miguinho" e sair correndo abraçando algum outro bebê…. daí todos entraram na onda!

    Mas vira e mexe ele vem com mordidas pra casa, coitado… todo cheio de amor pra dar e recebe mordidas! rs

  20. OI carol, a quanto tempo não apareço por aqui. Depois que o pedrinho nasceu e tive deprê pós parto e logo em seguida fui diagnosticada com uma possível bipolaridade abandonei tudo.
    Estou tentando voltar ao mundo dos blog´s… Fiz um novo espaço onde desabafo novas idéias e coloco para fora meu eu mais intimo.]Gostaria de partilhar este momento contigo… visite.
    http://meuladoinsanoedevasso.blogspot.com.br/
    Espero você lá.
    Se puder seguir, seria uma honra.
    Abraços
    Elaine

  21. Amei a versão Rambo do fofucho!
    Lindinha, eu sei que é duro ouvir reclamação do próprio filho. Mas, pode acreditar: é muito melhor que ter de reclamar porque seu filho vive apanhando e chegando machucado da escola.
    É só uma fase violenta do Rambinho fofucho, ele está tentando se colocar da maneira como sabe. E ainda bem que não é a maneira submissa!
    Vocês estão no caminho certo, orientando e tal. Logo passa.
    Minha filha de 6 anos sempre foi super delicada, meiga, levava ao pé da letra aquela conversinha de que não pode bater, xingar o amigo, de que tem de gostar dos colegas e tal.
    Sempre apanhava, coitada. E quando eu dizia "bate de volta pra essa criatura ver que você não é saco de pancada", ela me respondia "Mas mamãe, se eu bater, eu perco a razão!". Palavras da professora, óbvio.
    Então, minha filha sempre preferiu voltar pra casa roxa, mas cheia de razão.
    No início deste ano, ela chegava todos os dias muito triste porque uma colega a xingava de gorda. E a professora conversava com essa menina, fazia todo bla-bla-bla que os professores têm de fazer, mas não adiantava. Todos os dias a Marina chegava triste porque a fulana a xingava. Um dia, não aguentei. Fui levá-la à escola e pedi que ela me mostrasse a agressora (imaginando que essa agressora fosse uma tripa de criança, já tinha preparado todo um discurso pedagógico sobre as diferenças e tal).
    Quando vi a fulana, não aguentei: soltei uma gargalhada e falei bem alto "Marina! Mas ela é uma baleia!!! O triplo de você!!!!"
    Juro, a menina era muuuuito gordinha. Minha filha também caiu na gargalhada e a menina ficou nos olhando com uma cara de sei lá o quê.
    Se contou pra mãe que foi chamada de baleia pela mãe da coleguinha, não sei. Só sei que nunca me chamaram na escola e o problema acabou: a menina nunca mais xingou minha filha.
    Óbvio que não foi uma atitude racional e adequada. Mas funcionou. E serviu pra eu ensinar à Marina que, às vezes, nós temos sim que nos defender de uma forma, digamos, menos ortodoxa.
    A vida é assim…
    Grande beijo,
    😉

  22. Carol, boa tarde!
    Retorno aqui no seu blog após muitos e muitos meses, e uma surpresa era reservada pra mim. Tanto que fiquei até com vontade de te deixar esse comentário…
    Conheci seu blog e me encantei por ele em 2010, quando tentava engravidar. Passei por muitas dificuldades: meses de tentativas frustradas, tratamentos sem sucesso, aborto… Foi barra. E vc, sempre um passinho à frente. Lia coisas aqui e depois vivia outras parecidas… Enfim, após o aborto que sofri, em fev/11, me afastei de tudo, cancelei o blog de tentante que tinha e deixei esse universo um pouco de lado. Mas uma vez ou outra voltei para espiar seu cantinho e vi sobre o nascimento do lindo Lucas.
    Enfim… Como graças a Deus nada dura para sempre, hoje escrevo um novo capitulo da minha vida, e tenho comigo meu Felipe. Ele está com dois meses e dez dias. E apesar do amor enorme e da alegria em te-lo finalmente conosco, as coisas nao estão fáceis por aqui.
    Hoje, enquanto amamentava, lembrei de vc e do seu Lucas e vim espiar seu blog. E qual nao foi minha IMENSA surpresa ao ver que vcs enfrentaram a APLV… Meu Deus, como eu poderia imaginar? E essa é uma suspeita que está rondando por aqui.
    Comecei a dieta de exclusão na terça e estou bem assustada, confesso. Mas o que não fazemos por nossos milagrinhos, não é?
    Fiquei feliz em saber, por vc, que é possível encarar dieta e superar esse desafio. Parabéns a vcs, que já deixaram esse empecilho pra trás!
    E agora estou de volta, seguindo vcs.
    Um beijo pra vc e pro Luquinhas!

    http://nossomundocomfelipe.blogspot.com.br/

  23. HAhahah! A foto no fim do post é o melhor!!! Eu nao sei o que te dizer pq aqui em casa o exemplo é oposto, a Clara é a que chega mordida da creche, é ela o alvo dos "pegadores"… O que até prefiro (confesso)… se ela fosse a pegadora nao saberia o que fazer tb, acho que riria que nem vc riu… :oP

  24. Não sei o que é pior. Bater nos colegas ou se morder (como é o caso do Davi). Se é contrariado, morde com força a própria mão e chega a fazer marca. Aguardando ansiosamente esta fase passar…

    bju

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