Mas, antes de começar, acho que se faz necessário um disclaimer:
1. O texto é longo e fala de aleitamento materno, basicamente. Tá sem tempo ou de saco cheio do assunto? Tudo bem, nos vemos num próximo post.
2. Toda a experiência relatada é exclusiva e pessoal: consulte com seu médico antes de tomar qualquer decisão parecida, ok?
3. Eu não sou contra nem acho erradas as mães que não puderem/não conseguiram/não quiseram amamentar ou que, ainda, desmamaram seus filhos com 1, 2, 10 meses. Falo aqui sobre o que acredito ser o melhor pra mim e minha família, então não vista carapuças, viu? Não to criticando ninguém aqui.
Dito isso, vamos ao que importa de verdade: eu dou peito pro meu filho. Ainda. Muito. Sem data pra acabar. Embora já tenha falado diversas vezes sobre a nossa experiência de amamentação, eu nunca tinha amarrado tudo num post só porque tinha medo de dar zica na meta que tinha, que era de alcançar 1 ano dando peitA, sem leite artificial, sem complementar, sem cair nos clássicos medos da falta de engorda do bebê ou do leite fraco.
Quando estava grávida, diferente da certeza que eu tinha que queria parto normal, amamentar era uma incógnita. Só fui saber o que eu pensava sobre isso depois que fui mãe e hoje afirmo, sem medo: amamentar meus filhos é fundamental, é vital e eu não medirei esforços pra que isso aconteça. Cansaço, sono, falta de liberdade, nada disso é tão importante pra mim quanto viver a magia que é produzir alimento pro meu filho.
Pois bem, Lucas nasceu de parto normal, que acho que foi o primeiro grande incentivo pra amamentação começar a acontecer. O segundo foi tê-lo grudado no meu peito antes dele completar a primeira hora de vida - eu ainda tava loucona da ocitocina, ainda na sala de parto, ainda suja de sangue e ele ainda sujo de vernix. Eu não tinha a menor idéia do que estava fazendo, ele sim, ele sabia. Veio pro peito e grudou e ficou meia hora ali pendurado. E foi ali, naquele momentinho. Quando aquela boquinha minúscula e forte grudou em mim. Foi como se eu tivesse botado meu dedo na tomada, fez tzzzzzzz em mim, tomei um choque, um choque de vida pulsante. Que demais aquele momento.
Os dias no hospital foram bastante importantes, porque lá o aleitamento era muito incentivado. Recebia visitas constantes de consultoras de amamentação e enfermeiras muito carinhosas que explicavam sobre a importância do nosso primeiro contato – o leite em si (na verdade, colostro!) não era tão importante porque todos os babys nascem com reserva pra esperar o leite descer. O fundamental era o nosso toque, o pele-a-pele, isso sim incentivaria o bebê a sugar e “ativaria” a minha produção. Também nesses encontros com as profissionais de lá, ganhei pomadas de lanolina, que cicatrizam as feridas do começo e conchas pra proteger a pele do mamilo da roupa e demais atritos. Tivemos alta e, antes de ir pra casa, duas surpresas felizes: o leite tinha descido com força total e o baby tinha perdido pouco peso de nascimento. Isso me deu confiança de que estávamos no caminho certo.
Em casa, virei a doidja da peita: o bebê abriu a boca? Peito nele. E acho que passei os primeiros muitos dias amamentando de hora em hora, dia e noite. Quase não dormia, não fazia outra coisa senão dar peito. E aí fiquei doente. E aí veio a primeira grande derrota: a chupeta. Eu dei. Pra poder dormir um pouco, admito. Nesse momento eu não sabia, mas a verdade é que a chupeta depois veio a ser minha grande aliada quando tive minha primeira seca de leite.
Bebezinho engordou bem, mamãe ficou feliz da vida. Neste momento, o que me ajudava: muita atenção à pega correta pra evitar feridas, baby mamando em diversas posições, pra machucar partes diferentes do mamilo, gotinhas do meu próprio leite no mamilo pra ajudar a cicatrizar depois das mamadas, pomada de lanolina depois que as gotinhas secassem, conchas de amamentação o tempo todo nas peitas, pra evitar atrito com a roupa, estimular a produção e conter o leite que vazava. Evitava ao máximo esses absorventes de seio (hoje são meus grandes companheiros porque o leite ainda vaza), que machucavam e não deixavam o mamilo respirar e também evitei esse bicos de silicone porque tive medo do bebê acostumar e não querer mamar sem isso. Meu peito ficou mais de um mês doendo de tão duro, de tanto leite, e os mamilos super sensíveis, mas não era insuportável. Então encarei.
Depois que a coisa se estabeleceu, Lucas tinha mais ou menos um mês, eu tinha outra neura: vivia morrendo de medo de ter pouco leite ou dele mamar muito pouco (ele sempre foi muito rapidinho nas mamadas). Por isso, Lucas só mamava um peito por mamada, assim eu garantia que ele chegaria no leite mais gordo, o que está no final da mamada. Até oferecia o segundo peito, mas ele raramente (ou nunca) aceitava. Além disso, virei a neurótica da água, bebia pelo menos 500ml entre cada mamada, era meu mínimo proposto. E também às vezes ordenhava com a bomba manual pra ver quanto ia sair (e cronometrava o tempo, pra ver se os 5 minutos que Lucas passava ali lhe garantiam um mínimo aceitável de leite).
Só que, embora engordasse bem, foi também nessa época que Lucas virou um bebê muito irritável. Além das cólicas comuns pro período, ele passava o tempo todo chorando, dormia mal, se contorcia, era ansioso ao mamar. Primeiro pensamento? Esse bebê tá com fome. Mas, antes de complementar qualquer coisa, fui a vários médicos. Primeiro achamos que era refluxo, depois chegamos no diagnóstico da APLV.
O problema era justo o leite! Justo o meu leitinho tão querido e amado e pensado pro Lucas, tava contaminado!
Me senti culpada, fiquei triste. Mas ainda porque a solução era eu fazer uma dieta quase impossível: restritiva, limitada, me deixaria ainda mais anti-social do que eu já estava, mais sozinha do que nunca. Foi a primeira vez que pensei em desmamar.
Mas as opções eram tão ruins ou ainda piores – o leite sem a proteína do leite de vaca custava os olhos da cara, o gosto era péssimo (eu provei) e me senti totalmente egoísta de não ser querer ajudar meu filho “poxa, um ano de dieta, qual é o problema? Um ano em tantos já vividos e outros tantos pela frente? Vou acovardar agora? NÃO. E NÃO”.
Enxuguei as lágrimas, levantei a cabeça e fui. Me joguei como quem se joga na piscina gelada – é ruim e até chega a doer na pele, mas você se esforça pra pensar que tá bom aquilo. Não só fiz a dieta, mas também entrei em grupos de ajuda pela internet, me informei, li, corri atrás, paguei médicos caros pra me ajudar, revi meus hábitos, meus conceitos, me refiz ali. Fui tão forte e tão fraca. Nunca tinha me sentido tão importante pra alguém e, ao mesmo tempo, tão sozinha.
Assim foi até Lucas completar 6 meses – 6 de aleitamento exclusivo! – começar suas papinhas, entrar na creche e tomar mamadeira – de leite ordenhado da mamãe! – e eu voltar a trabalhar. Já estava até voltando a consumir leite de vaca e derivados, aos poucos, tudo estava mais leve e feliz.
Até que, não sei o que aconteceu primeiro, mas aconteceu: ele não queria mais mamar. E eu notei que estava com pouquíssimo leite. Que pesadelo aquilo. Chorei e chorei como se alguém tivesse morrido. Juro. Tive que dar mamadeira – sorte que era meu leite, eu tinha litros e mais litros congelados. Com ajuda de muitas queridas (Pat e Perola Boudakian, Paloma, Lia), novamente tive que enxugar as lágrimas e levantar a cabeça: meu esforço não iria por água abaixo justo naquele momento, o baby com 7 meses! NÃO. E NÃO.
Contra muitas opiniões, botei na minha cabeça que bebês de 7 meses em sã consciência não desmamam coisíssima nenhuma. E bolei o mais louco plano:
· Beber 4 litros de água por dia
· Oferecer os dois seios atééé não ter mais nada, mesmo com Lucas gritando, me batendo, dando escândalo
· Dar mamadeira depois disso só se ele seguir gritando e a chupeta (olha ela aí!) não resolver (mas ela resolveu a maioria!)
· Ordenhar depois das mamadas (todas, madrugada inclusive) pra estimular ainda mais
· Ordenhar a cada 3 horas quando tiver separada do Lucas (no trabalho, no caso)
· Dormir com ele pra estimular o contato pele-a-pele (lembram do que as enfermeiras no hospital falavam?)
· Tomar banho de água quentinha e deixar cair nos seios. Nessa hora, eu rezava, chorava, sei lá, tentava me conectar com meus sentimentos e meu mais profundo desejo de seguir amamentando.
· Tomar levedura de cerveja (tentei plasil, mas não adiantou nada e ainda me deixou com muito sono)
Foi uma semana assim, depois outra semana sem as ordenhas na madrugada. O leite voltou, o interesse do bebê também. YEAAAAAHHH! Eu agradecia por cada mamada que conseguia dar e voltava a vislumbrar o objetivo de amamentar por, pelo menos, um ano.
O que não esperava era que essa seca se repetiria. Sempre que ele ficava doente e perdia o interesse no peito ou eu tinha muito trabalho e pulava alguma ordenha ou ainda se bebesse pouca água. Então que eu tive que repetir esse esquemão doido aí de cima pelo menos umas 3 vezes mais.
Só que na última vez, quando ele já tinha quase 10 meses, não estava mais dando certo. Eu estava cansada demais, o pensamento do desmame estava voltando. Aí vinha uma mamada e eu me apaixonava de novo. Aí voltava ao desmame quando ordenhava e só saiam 50ml.
Então tomei a decisão: tomar remédio. Não vou dizer o nome dele porque não quero estimular automedicação, mas qualquer Google te responde isso em 3 segundos. E bem, tomei e o leite voltou fantasticamente, só que, se eu ficar sem ordenhar durante o dia ou sem beber muita água, não há remédio que salve. Então o esquema foi remédio + ordenha + litros de água.
Daí chegamos – finalmente, Carolina! – ao que é hoje em dia: estou saindo do remédio (não pode parar de uma hora pra outra, tem que ser aos poucos), amamentando muito (Lucas está numas de mamar iNgual RN), ordenhando duas vezes por dia no horário de trabalho e, como sempre, mergulhada em litros e mais litros de água.
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| mamando com um ano |
E eu mesma concluo que: NÃO. O maravilhoso de amamentar passa longe dessas dificuldades todas que tive. É incrível o contato, a conexão, a minha sensação de estar ligada a algo superior e divino e natural e transcendental, sabe? Me sinto mãe, mulher, a que nutre, quem constrói, quem alimenta. Amamentar é poder, pra mim.
Teria ou seria menos poder se parasse? NÃO. Mas atualmente é assim que me sei como mãe. E tenho certeza que é assim que Lucas se sabe como filho. Quando acabar, a gente vai encontrar outras formas, eu sei que vai.
Mas, por enquanto, é com esse leite que materializa nosso amor que vamos seguir.




Carol, super te admiro, principalmente por não ter deixado ele desmamar com sete meses! Comigo aconteceu a mesma coisa, a Gabi com nove meses simplesmente não queria mais mamar no seio. Mas eu não fui tão persistente quanto você, e também não tive quem me ajudasse como as meninas te ajudaram... As amigas que tem filho diziam que eu tinha sorte por ela desmamar sozinha, sem sofrimento...
ResponderExcluirEnfim, ela parou de mamar no seio. Eu consegui tirar com a bomba mais uma semana (também ordenhava no trabalho e ela tomava na mamadeira) e depois não teve jeito. Mas ela, apesar de não ter alergia, também não tomou outro leite. Ela já comia super bem, estava engordando normalmente, então deixamos ela sem leite mesmo, só com derivados...
Hoje, com três anos e meio, ela toma eventualmente leite de vaca, e ADORA ver fotos dela mesma mamando e diz que quando ela tiver uma "irmãzinha"(um menino está fora de cogitação pra ela) a bebê vai mamara no peito da mamãe...
Ficou um texto, mas era só pra te contar e te dizer que te admiro muito, principalmente pela tua persistência em não desistir!!!
Beijos!
Carol...Tb acho que até hj a Lulu mama é muito por eu achar que - lógico - além de todos os muitos benefícios da amamentação...o contato e o momento é muito importante, bonito, intenso...ver aquele bebê desesperado qd chego em casa que só fica feliz a traquilo qd coloco no peito é uma coisa que não tem preço...sentir que ela fica calminha e feliz e satisfeita qd tá alí...ver ela passar a mãozinha no meu colo enquanto mama, é muito lindo!Então...que Lulu mame até qd quiser...
ResponderExcluirAfinal...eles crescem tão rápido!!
Bjs!
Nossa Carol, que relato lindo. Me vi em quase toda história. Eu passei por N perrengues também durante todo o processo de amamentação. Mas assim como você, eu queria muito. Teve bico em carne viva, teve mastite, teve as cólicas que não a deixavam mamar, teve quase seca e me entupi de plasil, água e ordenha. E assim segui até 1 ano, quando ela apresentou os sintomas de não querer mais meu peito, de se irritar mamando, de tudo isso ser pelo pouco leite....mas parei por aí. Pensei em tomar esse remédio, mas aqui nenhum médico quis me receitar e eu fiquei sem ter muito o que fazer. Mas como já tínhamos atingido os 12 meses, deixei rolar e aos 13 meses ela desmamou.
ResponderExcluirMesmo com tantas dificuldades, eu acho que fui abençoada pelo tantão de leite que tive. Até os 6 meses eu usava protetores, porque vazava horrores.
Parabéns minha querida por essa etapa concluída com tanto esforço e dedicação.
Bjks,
Dê
E amamentar é tão bom... tanto para a mãe como para os pequerruchos :))
ResponderExcluirQue luta, hein, Carol?! Meus parabéns pelo alcance da meta! Será que depois disso você consegue relaxar um pouco mais?
ResponderExcluirLá em casa a amamentação só foi uma luta no começo, pq Davi só foi mamar com cinco dias de vida e o que rachou o meu peito foram as máquinas da UTI. Depois disso, sempre muito tranquilo, sem ordenha, sem estocar leite. Bem, teve um sapinho no meio disso tudo, que fez o bico rachar de novo, mas nada muito complicado.
Sorte a minha que ele se amarra em mamar e mesmo quando o leite dá uma caída, ele "chupeita". Então, logo desce mais um pouquinho (dá pra sentir até hoje). Acho que a cama compartilhada também ajuda. Devemos seguir nesse ritmo enquanto o pequeno deixar!
bjão
Parabéns, Carol. Só quem passa por perrengues na amamentação e nem tô falando de rachaduras no mamilo, estou falando de coisa braba mesmo consegue se emocionar e valorizar cada palavra do seu relato.
ResponderExcluirNossa, lindo demais todo seu esforço! Penso como vc. Meu bebê está completando 15 meses e tb sigo firme e forte com a amamentação, só não é exclusivo de leite materno como o seu, pois quando voltei a trab a produção caiu e justamente por eu ter voltado a trab em um lugar novo, não fazia a ordenha. Mas me orgulho em ainda amamentar, quando muitos fazem a velha pergunta; "AINDA?" SIM!!! Com muito orgulho!! Tb tinha a meta de chegar a pelo menos um ano e graças a Deus, já passei dela. Durante a semana ele mama antes de eu sair pra trab e a noite quando eu chego ele tá enceguerado pelo peito. E nos finais de semana, aí rola a hora que ele quiser. E na boa, tb não temos hora para o desmame, nem eu nem ele estamos preparados para isso. E AMOOOOO amamentar, é um momento único. Parabéns por todo seu esforço e lógico, parabéns pelo aniversário do Lucas! Ele tá cada dia mais Liiiiiindo!!! Bjs
ResponderExcluirLindo, lindo, lindo! Admiro demais essa sua força e tenho até uma invejinha branca... Confesso que eu não consegui seguir em frente em um determinado momento, o cansaço ganhou de mim e desmamei o Bernardo com 7 pra 8 meses, e ainda hoje me dá uma saudade... Vai em frente, estou sempre aqui torcendo e acompanhando!
ResponderExcluirCarol lendo seu relato só me faz ter saudades de amamentar... Eu não passei por problema nenhum, sempre minha pequena foi um bezerro...hahaha
ResponderExcluirE amamentei até 1 ano e 3 meses... Mas engravidei e ela largou sozinha... Quase morro de saudades de amamentá-la... era um momento só nosso.. Sem interferências externas, sem ninguém além de mim e dela... Com certeza vale a pena... PArabéns!!!
Beijocas
Carol
Olá Carol
ResponderExcluirAmamentei meu filho por 3 anos e 11 meses e só parei pq engravidei, hj gravida de 8 meses ele ainda pede pra mamar na "bolinha" mas já expliquei que agora ele vai emprestar pro irmaozinho que vai chegar, estou anciosa pra amamentar denovo,eu encho a barriga deles de leite e eles meu coraçao de amor. Beijosss
Por coincidencia, hoje publiquei um post contanto da minha experiencia, que no caso acabou com o desmame da Alice. Eu admiro vc, que lutou e quis prosseguir amamentando. Vc teve paciencia e persistencia. Lendo seu texto, me vejo muito menos apaixonada pelo ato. Alice brigou com opeito e eu nem insisti muito. Nao teria a disposicao e a disciplina que vc teve. Parabens e que esta historia de amor continue nutrindo vc e Lucas por bastante tempo. Bjs!
ResponderExcluirPrimeiro, palmas a vc Carol, pelo post!
ResponderExcluirDepois pela coragem. Depois por tudo!
Eu nao tive essa mesma sorte q vc. Anna mamou ate 4 meses e pq ela quis, desmamou!
Eu nunca quis, eu queria ter amamentado mais, eu sofri, me desesperei, mas hj com mais maturidade, vi q isso tinha q ter acontecido dessa forma.
Eu acho q sim, todos os desafios fez a amamentação do Lucas ser tão fascinante, não só pra vc, mas pra gente q lê seu blog.
A cada novo desafio e a cada vez q pensávamos q vc desistiria, vc inovava e voltava mais forte e cheia de leite do q nunca!
PARABENS. Muitas mulheres (eu me incluo nessa facil) teria desistido na primeira dificuldade. Pq né...pq eu desisti do PN, desistiria tb da amamentação. Nao por falta de amor, mas pq a vida sempre impôs isso a mim...enfim...rs
Parabens Carol.
Lucas taí pra mostrar q mamar faz bem SIM, mesmo depois dos 6 meses, como reza uma lenda aí...muita gente acredita q a criança tem q mamar até os 6 meses só. Eu nao acredito nisso!
Acredito q o bebe tem q mamar até qdo ele quiser.
E q se dane quem olha torto (pq tem MUITA gente q acha uó bebe de mais de 1 ano mamar no peito, to errada????), e q se dane todas as dificuldades q vc teve e possa ter ainda...amamentar é lindo e só quem o faz sabe a importância q isso tem. Alimenta o corpo de um e alma de dois!
Continue amamentando. Não desista. Faça por vcs dois.
Claro q depois q isso acabar, vcs encontrarão um milhão de outras formas de vcs serem mãe e filho. Óbvio. Mas essa base q vc ta dando, ah isso é FUNDAMENTAL. Vai por mim!
Mil beijos
Também me sinto poderosa amamentando, Carol. É meu super poder do momento e acho que nunca tive um tão forte e intenso como este.
ResponderExcluirAcompanho de perto sua história e sei que não foi fácil... e de tudo isso tiro uma lição, quem quer, quer mesmo, consegue!
Parabéns! Te admiro muito.
Rumo à amamentação prolongada, nosso sonho!
Beijos mil, querida.
Linda sua história! Meus parabéns! Seu filho tem muita sorte :)
ResponderExcluirQue lindo Carol, que lindo! Acompanhei a saga (se não toda, a maior parte!), lembro da APLV e do quase desmame. Parabéns MESMO por insistir, por não desistir mesmo com tantos perrengues.
ResponderExcluirE ó, mesmo já não amamentando faz tempo (Bento fez 3 anos) eu lembro dessa delícia de sensação de estar nutrindo alguém. Que saudades...
bjos e parabéns de novo!
Carol, só tenho a te agradecer por esse relato! Amamentei 1 mês e meio meu primeiro filho (que tem 1 ano) e agora grávida do segundo quero uma história bem diferente no quesito amamentação. Tenho lido muito sobre esse tema e já anotei várias dicas do teu post! Fico emocionada quando vejo um bebê sendo amamentado com tanto carinho como nas tuas fotos, desejo ter a mesma sorte!
ResponderExcluirVida longa à amamentação do Lucas!
Beijo
Parabéns Carol! És um exemplo.
ResponderExcluirQuerida Carol, que coisa! Eu também dou muito valor à amamentação e amamentei um ano e dois meses. É a sensação mais maravilhosa do mundo não?
ResponderExcluirMas, eu não tive o apoio que você teve na maternidade. Muito pelo contrário. Minha luta começou lá! Escrevi sobre isso neste post (http://maedacabecaaospes.com.br/?p=117), se quiser ler. Se entrar na categoria Amamentação, no blog, também vai encontrar outros textos que podem te interessar..
Mas, voltando, acho que a força de vontade da mãe é fundamental, porque, quase ninguém diz, mas dar o peito nem sempre é fácil. O seu filho pegou o bico de primeira? O meu não. O meu leite não secou, o seu quis secar... E por aí vai...
Parabéns pelo post.
Já havia entrado aqui, mas agora coloquei você na minha lista de blogs, para minhas leitoras também te encontrarem...
beijos
Beatriz
www.maedacabecaaospes.com.br
www.maedacabecaaospes.com.br
Carol,
ResponderExcluirDe vez em quando - sempre!! kkk - dou uma passadinha por aqui pra conferir as novidades. Descobri seu blog atraves de um outro qualquer na epoca em que estava gravida e achei muito legal o jeito sincero com que voce sempre escreveu.
Nunca fiz comentario algum, sempre passei meio anonima por aqui, mas diante desse post é impossivel continuar assim. Parabens!!! Por tudo, pelo baby lindo, pela amamentacao!
Tenho uma pequena de 9 meses e tambem quero - e vou! =) - alcancar a marca de 1 ano de amamentacao. Assim como o Lucas, ela mamou exclusivo por 6 meses, no peito mesmo, nunca nem tirei pra dra de mamadeira, pois nao queria perder aquele momento que tinhamos juntas.
Sei que amamentar nao é facil e tambem lutei muito pra chegar até aqui. Nao consegui ter PN (nao tive dilatacao de jeito nenhum..) e a pequena teve um inicio de hipoglicemia na maternidade, tive que dar leite de lata 2 vezes la, completando a mamada, e sofri horrores! Chorei, desisti, retomei, lutei, consegui! Contra tudo e todos (que diziam que amamentar e bobagem, que bastam 3 meses, que quando o baby comeca a comer comidinhas param de mamar, etc) consegui fazer da amamentacao um sucesso pra nós duas.
Amo amamentar e acredito que o contato que a gente cria alí é mágico!
Parabéns!
Beijos.
Lia
Parabéns pela mãe nota 1 000 que está sendo. bjão
ResponderExcluirOi Carol,
ResponderExcluirPrimeiro parabéns pela persistência.
Quanto a isso: "bicos de silicone porque tive medo do bebê acostumar e não querer mamar sem isso." - eu acho que você foi bem sábia.
Sensível a sua definição de amamentação e é bem notório que os degraus para essa conquista te fortaleceram. Olho prá você e penso numa maratonista no fim de uma corrida. Não tem como não te admirar. Você conseguiu porque foi perseverante!
beijo enorme.
Lindo post!
ResponderExcluirParabéns por completar um ano de amamentação, é demais!
Lendo o teu texto, fica claro: pra amamentar, tem que querer. E quando se quer, não se mede esforços.
Acompanhei a luta, mesmo que me abstendo dos comentários (já que não cheguei a passar por isso e, Vicente desmamou muito cedo, aos cinco meses, por causa dos meus tratamentos).
E não posso deixar de dizer que senti uma saudade imensa de amamentar... oooohhhh, doida pra passar por tuuudo isso de novo!
Beijão!
parabéns carol por terem chego até aqui!
ResponderExcluirinfelizmente eu só amamentei por 3 meses e meio e ficou uma lacuna...tomara q no próximo tenha mais sucesso!
eu li todos os posts comemorativos de 1 aninho do lucas e ñ comentei, entãoi deixa eu registrar...PARABÉNS PRO BEBÊ MAIS FOFO E LINDO DA BLOGSFERA!
comemorar e relembrar o primeiro aninho deles é tão especial né...
eu amei demais o vídeo retrospectiva! parabéns, parabéns, parabéns!
e sei q vou chover no molhado, mas...o tempo passa muuuuuuito rápido hein...acompanho teu blog desde o comecinho da tua gravidez e ñ dá pra acreditar q esse fofuxo já fez 1 ano!
bjs pra vcs...
carol!!!sei tudo o que tu passou guria!!! AMAMENTEI ATÉ 1 ANO E 4 MESES!! E SÓ PAREI DE AMAMENTAR PQ ELE PASSOU A NÃO QUERER!!! FOI UMA OPÇÃO DELE NÃO MINHA!!! SOU A FAVOR DA LIVRE DEMANDA!!! BEH MAMOU SEMRPE E A HORA QUE QUIZ NÃO INTERESSANDO ONDEESTAVAMOS! LUCAS É LINDO PARABÉNS!!!
ResponderExcluirBJOS E SE NÃO ESTÁ SEGUINDO SEGUE MEU BLOG AI!!!
BEIJOS http://likadubois.blogspot.com.br/
Carol, não comento aqui há séculos, então vou fazer uma lapada, ok?
ResponderExcluir1. Mais importante de tudo: parabéns pelo primeiro ano de vida do Lucas!
2. Adorei o novo layout. Lindo e leve.
3. Guardarei este relato de amamentação com muito carinho na minha memória (virtual) porque, confesso, tenho muito medo de amentar e muito mais medo de não conseguir amamentar. Acho que muitas vezes as mulheres subestimam a complexidade do processo de amamentação, que precisa não só de uma mãe saudável, bem alimentada e hidratada, mas também de uma mulher disposta, determinada, equilibrada e apoiada.
Parabéns por ter conseguido cumprir sua meta de amamentar pelo menos até 1 ano.
Beijos
parabéns, carol! chegar até este momento, cumprindo a meta mínima que você estabeleceu é uma vitória que merece muita celebração. todas as grávidas deviam ler este post. é uma espécie de preparação e de estímulo para não desistirem nas dificuldades, para saberem que para os problemas existem soluções, estratégias.
ResponderExcluirmuito leite!
Parabéns por toda garra e coragem!
ResponderExcluirTenho a mais absoluta certeza de que todos seus esforços são e serão recompensados com muito AMOR de seu filhote!
O mais importante do seu relato não são as "dicas" pois há sempre diferenças em cada caso, o que para uma foi um erro para outras será a solução, ou seja, a verdadeira lição está em não desistir, tentar diferentes alternativas e buscar ajuda sempre que precisar e sem a famosa CULPA.
Bjs de uma leitora que também AMA AMAMENTAR sua cria ( amamentei duas meninas até quase 2 anos e sigo amamentando meu molequinho de 2 anos sem data pra desmamar e enfrentado os comentários "ele já não está grandinho?" e outros...
Mamacrica
Nossa amizade tem 10 anos e três dias. É bastante tempo, ainda mais se pensarmos na intensidade vivida desses anos. E apesar de estar kilômetros longe me sinto perto. Ok, perdemos a convivência diária, mas quando nos encontramos no carnaval parece que nos encontramos apenas quinze dias atrás.
ResponderExcluirAlgumas coisas das linhas abaixo vc sabe, mas tem coisas que precisam ser ditas. Tenho orgulho de ter você como amiga. Vc é/ foi uma MÃE em caps lock com direito a negrito, itálico e sublinhado. Vc é uma pessoa muito forte e seguiu atrás do que acredita ser certo, apesar de todas as difculdades.
Te admiro e quando tento me colocar no seu lugar
não sei como eu seria e se teria essa força. Espero ter!
Já te admirava como amiga, mas hj te admiro como mãe, mulher. Enfim, admiração infinita e só para dizer que te amo! Amo vocês três!
Carol,
ResponderExcluirFaz tempo que não comento, então preciso primeiro dar parabéns para a família toda pelo primeiro ano do Lucas. Lindo e bochechudo.
Amamentar é maravilhoso e para você também foi um desafio. Parabéns por toda a sua luta e pela conquista da meta.
Realmente você teve muitos obstáculos a enfrentar e lendo seu relato percebi o quanto foi/é fácil para mim amamentar. Não sei se chegaria ao extremo de tomar antidepressivo, mas cada um sabe até onde vai. Não cabe a mim julgar sua conduta, só posso mesmo é te parabenizar pela mãe corajosa que você tem sido.
Por aqui, a amamentação entrou em cheque justamente pelo motivo oposto ao seu: Isabela não gosta de comer, só quer mamar. Tive que ouvir um sem-fim de vezes as pessoas (e médicos) jogando na amamentação a responsabilidade pela falta de apetite dela.
Eu já comecei a escrever um post sobre amamentaçao prolongada e o sono da Isabela, mas está dificil terminar... rsrsrsrs
Se puder, adiciona o blog no blogroll para vc poder acompanhar.
Beijão,
Maria Fernanda
Carol! Parabéns pelo primeiro ano do Lucas e pela amamentação! Vc é uma guerreira! Ainda vou pesquisar sobre a ordenha pra voltar a trabalhar! beijos!
ResponderExcluirParabéns pela determinação, Carol. Por um mês eu passei horrores tentando amamentar e não conseguindo satisfazer a fome do meu filho. Parar foi um alívio, Nunca me culpei porque eu tentei, mas não tenho nehuma lembrança boa dessa época (não tenho nenhuma foto amamentando, a não ser quando ele nasceu).
ResponderExcluirUm beijo
Carol, super inspiração!! Eu to grávida de 37 semanas e torço muito, muito, muito para ter uma história de amamentação tão bem sucedida quanto a sua!
ResponderExcluirQueria perguntar somente se você fez alguma preparação no seio antes de amamentar. Minha médica falou para passar pomada nos bicos e estou fazendo, mas não sei se isso realmente faz a diferença...
Já comprei pomada de lanolina, conchas e vou fazer de tudo para amamentar a minha filha o máximo possível! Tati
Carol, parabéns, parabéns e parabéns!! O mérito é todo seu!
ResponderExcluirFico feliz de ter dado um impulsinho, umas palavrinhas de conforto, mas vc batalhou muito e merece este bebezão gorducho e extremamente feliz com o seu mamá.
Beijos
E que sigam assim por mais um ano!!!! ;o)
ResponderExcluirCarol Parabéns!!!!
ResponderExcluirAcompanhei varias crises da sua saga e você conseguiu!
Beijos
Amamentar nao e nada glamuroso : dor, cansaço , sono, dependência , cheiro de leite direto!!!MAS EU NAO TROCO POR NADA NESSA VIda!!!!!
ResponderExcluirConsidero A MELHOR EXPERIÊNCIA QUE TIVE NA MINHA VIDA.... Vale cada dor que passei.... Principalmente quando vi minha pequena ganhando peso graças ao meu próprio leite !! Recomendo muito!!!
As futuras mamães : nao desistam nas dores iniciais!! Passam e o beneficio fica!!!!
Que lindo relato!!Cheguei aqui pelo MMQD e adorei!Amo esse assunto e não me canso de ler.Fiz inclusive um poema sobre amamentação, suas dores e delícias:http://www.docerotinamaterna.blogspot.com.br/2012/01/namoro-de-madrugada.html
ResponderExcluirVou lá no Mamatraca ver sua opinião sobre animais domésticos porque ando num dilema aqui em casa sobre o assunto...
Bjs e parabéns pelo blog!
Carol, achei muito lindo.
ResponderExcluirTenho dois filhos, meu primeiro amamentei durante 6 dias, por diversos problemas tivemos depois da alta que voltar para o hospital com ele, e assim parei de amamentar, agora minha filhinha pequena mama muito, passei por muitas coisas semelhantes, te entendo completamente.
A vontade de amamentar, de dar a volta por cima é tão grande, e com apoio das pessoas ao nosso redor a gente consegue!
Que eu consiga também! Abraços
Camila
Linda a sua história! Vejo tão poucas pessoas com essa vontade hoje, que às vezes me sinto um E.T.. Acho que sou até privilegiada. Amamentei o meu filho até ele completar dois anos de idade e tive pouquíssimas dificuldades (somente no primeiro mês!). Na verdade, a preferência dele era a "mamica", rs.
ResponderExcluirUm abraço pra vc e seu bebê fofito!
Tati
Muito linda sua história. Eu como mãe que amamenta sua cria de mais de um ano fico feliz ao ler esses relatos, porque na imensa maioria das vezes o que escuto é a velha pergunta: "Ela ainda mama?" carregada de tom crítico. E quando sabem que eu pratico cama compartilhada então, aí é que o bicho pega. Já me disseram até que eu estou fazendo muito mal pra minha filha, vê se pode!?!
ResponderExcluirJô