Mentira, nem gosto não.

Mas Maridón me acusou de gostar quando eu comentei com ele que ia publicar algo sobre cachorros, de novo. Quem me acompanha aqui sabe que já fui muito criticada pela minha postura com os bichinhos, mas ah, acho importante falar sobre esse tipo de assunto, principalmente quando a coisa não dá tão certo – que foi o nosso caso. Assim a gente percebe que a vida nao é um mar perfumado de rosinhas.

Sendo assim, quando fui convidada pelas meninas do Mamatraca pra falar de cachorros, de novo, topei na hora!

Dá um pulinho pra ver o vídeo em que eu conto um pouco mais sobre como foi a experiência com os dogs aqui em casa.

16 respostas em “Eu gosto duma polêmica!

  1. Carol, minha experiência foi bem diferente da sua e estou lá no vídeo tb, mas eu não julgo não. Como comentei la, eu acho que cachorros demandam muito mais do que gatos…eles precisam de mais atenção, passeios, carinhos, cuidados…os gatos "se viram bem" se tiverem comida, água e areia limpinha. Por isso eu acho que só passando pela situação pra saber o que funciona para cada família.
    Acho melhor os cachorros estarem onde tem atenção que merecem do que estarem te deixando cada vez mais nervosa….e mãe nervosa é igual a filho nervoso, isso todo mundo sabe, né?
    beijoca, querida

  2. Bom leio esse cantinho a muito tempo, então, que eu tenho pra te dizer é '-não se culpe'
    Infelizmente é assim mesmo Carol, como a Renata disse, cachorros demandam mais atenção que gatos e afins, mas sem chance de escolha entre um filho humano e o filho bicho! Pode ter certeza que eles estão muito felizes morando com seu pai e sua amiga, afinal agora eles tem toda a atenção do Mundo exclusivamente pra eles.. Como vc disse, pode dar certo com alguns, mas não com todo mundo.. e embora as pessoas critiquem, aaah! vc sabe o que é melhor pra vc e sua família!=)

    Bjins

  3. Olá Carol! Estou neste dilema!! Nem penso em mandar a filha peluda embora, mas tem hora que bate um medo da adaptação e do estresse que posso enfrentar qd a minha baby chegar ( estou na 31 semana). Minha dog já está diferente, terrível. acho que já é um ciuminho. Faz no lugar errado, sobe em tudo, late muito. tá chata pra caramba. tô achando que vou ficar louca, mas bate uma pena pq gostamos demais dela e ela exige muita atenção. bjs

  4. Carol, tô aqui no seu blog justamente por causa do seu depoimento para o Mamatraca!
    Inclusive, comentei lá no post que a minha situação é idêntica à sua!
    Por motivo de força maior, tive de me disfazer do meu Bobby devido à chegada do meu Diguinho! Sorte que meus pais, aceitaram ficar com ele :o)
    Falando de blog, adorei aqui, e principalmente o mês a mês do Lucas!!!
    Prometo voltar mais vezes! Ou, quando o Diguinho deixar! Rsrsrs…

  5. achei sua opinião duma sinceridade… que não é possível discutir!
    vá lá se vc tivesse botado os dois na rua, ai podia meter a boca… mas peraí, foram adotados por pessoas queridas! peloamor!!! bjo e obrigada por participar… 🙂

  6. Carol, tô sempre por aqui mas nunca comento por, por… sei lá. Preguiça? Achar que tudo que eu poderia dizer já foi dito por outras pessoas? Blabla…
    Mas hj não pude deixar de dizer, com minhas próprias palavras: CONCORDO PLENAMENTE.
    Estou passando exatamente por isso e tá sendo mega difícil e traumático. O ozzy é meu maltês de 12 anos, um querido que dormia na nossa cama e tinha todos os mimos do mundo. Há dois meses o Guilherme chegou e tudo mudou…
    Ozzy tem crises de ciúmes, late, chora, roi porta, sapato e cortina. Faz xixi e coco em todo lugar… essa madrugada foi a gota d´água, acordei as 4 da manhã dps do Gui dormir por quase 2 horas em seu recorde absoluto e escorreguei no corredor cheio de xixi.
    Tem noção do que é cair de bunda no chão às 4 da manhã, com os peitos escorrendo leite, o filho berrando no bercinho dele e o cachorro latindo feito um louco?
    Acho que só quem viveu essa barra sabe o que é limpar chão no meio da madrugada com um bebê recem nascido pendurado no colo… mto fácil as pessoas dizerem que amam os animais e nos julgarem por sermos egoistas.
    Tô aqui matutando o que fazer, como fazer… já chorei, já briguei e tô sofrendo absurdos mas acho q pra manter minha sanidade e o amor que sinto pelo ozzy precismos nos afastar um pouquinho.
    Brigada por contar como foi contigo… não me sinto mais tão megera qto antes.
    Bjão
    Helena
    Saber que vc tb passou por isso

  7. Muito bom seu depoimento, lindinha. Também doei uma cachorrinha qdo minha filha nasceu. Sua sinceridade nos faz bem. Acho que nenhuma atitude deve ser julgada quando feita com responsabilidade. Bj

  8. Carol, sempre leio e me emociono com seus posts. Mas acabo nunca comentando… Acho que cada mãe faz o que é bom pra si e pra sua familia. Eu não tenho bichanos, mas to querendo adotar um..kkkkkkk

  9. Carol, concordo muuuito com vc quando diz que cada família sabe o que é melhor pra si. E entre os filhos e os cachorros, pelamor, claro que as crianças! Não tenho bichos em casa mas sempre tive gatos quando era criança, não tenho dúvidas que eles demandam muito menos atenção que cachorro. Não liga pra polêmica não, vc foi é corajosa de contar a sua história (que eu já tinha lido aqui no blog), uma convivência que infelizmente não deu certo. Adorei o vídeo, mostrando 3 histórias bem diferentes e muito verdadeiras.

  10. Amei o vídeo!

    Eu nunca mais comentei nada sobre meu cachorro no blog para não ser massacrada. O que aconteceu aqui foi exatamente o que aconteceu aí, exceto pelo fato de que ele continua por aqui, já que não encontramos ninguém que quisesse ficar com ele.

    Eu acho que as pessoas sempre tem que levar em consideração que há bebês e bebês, cachorros e cachorros.
    O meu cachorro, por exemplo, é totalmente desobediente (nem venham me falar em adestramento, gente, eu vivo numa outra realidade), espaçoso, bravo, muito bravo e demanda muitos cuidados já que é peludo, muito peludo.

    O que pegou foi muito mais a questão da higiene. Quando eu via, tinha pelos de cachorro em lugares em que não deveria, Vicente lambendo chão onde cachorro pisou, cachorro que regrediu e decidiu fazer como os seus e fazer as necessidades de novo, dentro de casa.
    E quando pegou pulgas num passeio e, de repente, eu encontrei uma no pescoço do Vicente? (e só aí eu soube que ele estava com pulgas).
    Não tenho empregada, diarista, ajudante, nada. Só eu, com um bebezinho.

    Muitas vezes passava correndo e derrubava o Vicente, pulava em cima de mim enquanto amamentava. Acordava o Vicente direto latindo.

    Lógico, eu sei que ele é um bichinho, não faz por mal. Mas, não tinha como sustentar isso mais. Não mesmo.
    Então, ele passou para o quintal. Tem sua casinha, caminha, comidinha.
    Se eu pudesse, o deixaria com outra pessoa conhecida que conseguisse dar a ele o que conseguíamos antes, pois ele sente falta e nós nos sentimos culpados.

    Cada família sabe o que funciona melhor dentro de casa. Não existe verdade absoluta.

    Beijo!

  11. Caril,
    Você teve uma atitude humana, isso que importa.
    Mas eu passei por uma situação totalmente oposta. Tinha uma pug de 6 anos amor da minha vida, que morreu atacada por outro cãi num canil enquanto eu viajava de férias com meu marido e bb de 8 meses.
    Agora, 3 meses depois ainda não me recuperei e me pego toda hora pensando no que não vivemos, no carinho que eles não trocaram, nas comidnhas que ela não roubou dele, nas broncas que não tive tempo de dar…
    Desculpe o desaba

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