Só eu sei o quanto eu lutei.

Vejo mães lutando pelo parto, outras pela boa alimentação, outras pelo criação com apego e outras ainda que lutam pelo direito de ficarem quietas e não lutar por coisa nenhuma.

A minha briga, sem dúvidas, foi o peito. Começou tranquila, sem rachaduras, pedras ou bebê magro, mas teve suas dificuldades ao longo do tempo. Uma alergia que me impôs uma dieta (e eu aceitei de bom grado e coração aberto), um bebê que sempre mamou 24 horas por dia, mas que nunca ficou mais de 20 minutos no seio. Depois teve o retorno ao trabalho e a obrigação de ordenhar muitas vezes, sob risco de baixar muito a produção caso não o fizesse (e também de baixar muito o estoque e não ter quantidade suficiente pra mandar as mamadeiras da creche). Tivemos nascimento de dentes e o desinteresse pelo peito (que fez a produção baixar mais ainda) e, por ultimo, duas otites, que tornaram o processo extremamente complexo – eu lutando pro leite não secar, pra oferecer ao bebê tanto quanto fosse necessário e ele, com dor, incomodo e sei lá mais o quê que deu naquela criança.

Me vi ordenhando madrugada adentro, botando despertador pra tocar a cada 3 horas pra não desacostumar o corpo a produzir. Emagreci 20 quilos, tomei remédios, fiz rezas. Acreditei.

Acreditei não porque a OMS disse. Ou porque a amiga do blog comentou que era bom. Eu quis, eu quis muito. Amamentar, pra mim, é de uma entrega, de um amor, de uma simbiose. Não consigo descrever o quão profunda é a minha conexão com o meu filho na hora que lhe dou o peito. Não é só que me conecto com ele. Parece que me conecto comigo, com o Feminino, com o Natural, com a origem das coisas.

Só que, essa semana, durante a greve de fome do Lucas, vi a produção baixar uma vez mais. Pelas minhas contas, é a sexta vez em cerca de dois meses. E comigo a coisa acontece rápido: um dia eu to com peito bombando e com pedras de tão cheio, no outro já mal consigo ordenhar, no terceiro mal saem gotas e já tenho um bebê irritado gritando na minha cara que não sai nada. É triste quando acontece. Só que eu sempre me refaço, reajusto meu despertador pra tocar a cada 3h, volto ao modo ordenha-total e pronto. De 3 a 5 dias depois, consigo me reerguer.

Nunca deixei acontecer livremente pra ver no que ia dar. Tenho medo da mamadeira, tenho medo do desmame precoce.

Sim, precoce.

Não estou preparada (e nem acho que o bebê esteja) pra esse rompimento. O difícil é que o tal rompimento se desenha e toma forma pra mim várias vezes. E é atraente. Porque fico achando que seria mais fácil entrar logo na mamadeira. Que ele já nem aproveita mais as qualidades nutritivas desse alimento. Que o tão potente e festejado leite materno – pelo menos o meu – não evitou as otites, nem os resfriados mil que ele teve. Que ele nem é mais tão viciado assim no peito. Daí eu vou e volto nesses pensamentos e não consigo decidir nada. Vou deixando que os acontecimentos nos guiem e, por via das dúvidas, vou ordenhando pra produção não acabar de vez.

Sendo bem sincera, às vezes fico pensando que caio na armadilha da mãe-sofrida, da mãe-guerreira, essas que acredita que, quanto mais sofre, mais nobre fica, sabe como? Não acorda trocentas vezes pra amamentar? Nunca enfrentou uma greve? Nunca teve que ordenhar até quase sair um pedaço do cérebro pelo mamilo? Então não vale, tua maternidade é facinha. Calma, eu não penso isso conscientemente. Mas fico achando que me coloco esses “desafios” pra fazer tudo ter ainda mais valor, entendem? Estarei mucho loca? Mas aí, seguindo essa linha de raciocínio: se a amamentação é sofrida e só serve pra eu me sentir mais mãe (é uma teoria, calma), por que seguir? Só pra eu poder dizer “puta merda, eu sou uma puta mãe, olha só como eu sofri!”?? E ainda: será que, se eu encerrar as peitchas, terei que encarar a realidade que sou uma pessoa como qualquer outra mortal pra ele por aí? E mais mais: será que não é chegada a hora de interiorizar que, peito ou não peito, parto ou não parto, mãe é uma só e eu sou a mais foda que o Lucas poderia ter?

É difícil explicar pras pessoas que simplesmente acham que amamentação é leite que sai pelo peito e vai pra boca da criança que não é nada disso. É pouco isso, na verdade. Pra mim. Amamentar. É. Ser mãe.

Estou dizendo que você que não amamentou não é mãe? Não, não estou. O que estou dizendo é: ao parar de amamentar o Lucas, serei menos mãe dele?

Lógico que não.

Só que não sei.

Entendem?

***

Por enquanto, sigo amamentando. Não sei a que custo, não sei até quando, não sei se vou ficar louca de vez em breve.

50 respostas em “Pensamentos soltos sobre amamentação

  1. Carol
    depois que a gente conversou ontem fiquei pensando muito nessas coisas, no tal prazer, na entrega, no esforço e sofrimento que compensa e qual o limite disso.Quando é pelo outro e quando é mais pra gente.

    Me dei conta, mais uma vez, que é só vivenciando que a gente sente, que a gente sabe e que a gente não sabe também.
    Eu ainda não tenho experiência nenhuma com amamentação. Tenho um monte de teorias, muita vontade, muita dúvida, muita informação e uma mente que tá sempre se auto questionando.
    Achei super sério e sensível tu ter tocado nesse assunto de quanto mais sofrimento, mais digno. Isso é foda né? Isso me lembra um pouco a minha mãe, acho que ela pensa assim até hoje (de forma inconsciente). E é algo que tá marcado em mim, acho que sou um pouco assim também.
    Preciso estar atenta, pra não criar meu filho sob esse olhar. Porque acredito que seja ruim tanto pra mãe quanto pro filho. Talvez a gente cresça sempre com a sensação de culpa, de que tá devendo algo, que não consegue corresponder a tanto amor, tanta entrega… ao menos eu me sinto assim em relação a minha mãe. mas isso foi uma construção de anos e anos. e fui amamentada só até os 2 meses. pra ver que o que eu tô falando não se refere à amamentação em si, mas ao sentimento de que minha mãe abriu (e abre até hoje se bobear) mão das suas próprias vontades pelos filhos. Mas na verdade se ela fez isso, não era uma vontade dela?

    Aiiii, desculpa essa tempestade mental nos comentários… deve ter ficado tudo meio sem sentido 😛

    O que quero te dizer é que tu, Carolina sempre vai ser a mãe do Lucas. E que ser feliz é o melhor presente que tu pode dar à ele. E esses questionamentos são super saudáveis. Mostra que tu é aberta, não é rígida, tá em movimento sempre. Pro alto e avante lindona!
    Eu sigo por aqui, aprendendo com tuas dúvidas, acertos, erros e emoções.

    beijo

  2. Perdão pelas palavras, sei que é seu blog, mas acho piegas demais vc pensar que é menos mãe por deixar de amamentar agora com seu filho prestes a completar 9 meses. Pelo amor de Deus né? Pense naquelas mães que lutaram tanto quanto vc, mas que em vão, conseguiram amamentar seus filhos por 2, 3 SEMANAS, ou por apenas 1 MES.. Isso sim merece tanto drama. Pare de se perturbar, liberte-se dessa idéia e seja feliz com seu filho, esteja ele tomando o leite que for.

  3. Carol, minha opinião, ok!?
    Quando eu amamentava o Dudu,não podia passar pela minha cabeça desmamar. Ordenhei, e fiz o que pude, mesmo depois de voltar a trabalhar. Aconteceu que ELE não quis mais, e pra mim foi dificil o MEU desmame. Sentia como vc, toda essa conexão, carinho, amor, enfim… durante o ato, e perder isso tudo foi fd. Ele passou a usar meu bico como chiclete (com quatro dentinhos), e chegou uma hora que achei que pra ele tinha dado (ele tinha 7 meses), e aquilo era só um alimento extra que já não era importante, pois estava bem alimentado e sugar devia ser muito mais dificil que mastigar….
    Se ele não tivesse tomado a atitude eu estaria dando peito até hoje. E hoje vejo que não fui menos mãe…
    Um beijo que ele me dá hoje, o sorriso, um abraço espontâneo, os pulinhos de excitação que ele dá quando vou buscá-lo na escola, me faz sentir ser mãe e me completa tanto quanto. As coisas mudam, os sentimentos idem. Só que toda aquela magia materna não muda, só se transfere para outros momentos, acredite!
    Luquinhas curte o peito e tals… mas tenta pesar o quanto isso é importante pra ELE. Vale a pena vc se 'judiar' fisica e psicologicamente para levantar a bandeira de mãe que amamenta até o fim?
    Já pensou em SE desmamar? Isso irá prejudicar o Lucas de alguma maneira? O que vc perde ou ganha com o desmame?
    Reflita e trabalhe isso com vc. Tenta escutar o que teu corpo tem tentado mostrar. E desencana, e segue TEUS instintos. Se eles disserem "continua na luta", segue firme. Só vc sabe o que é melhor pra vcs 2, e até onde vc pode e consegue chegar. Só te respeite… sempre!
    Beijinhos,
    Fer

  4. ô Carol, entendo sim o que está dizendo…. entendo e concordo com algumas coisas, no entanto, tem algo que vc escreveu que discordo veementemente de que mesmo se encerrar a amamentação vc será uma mortal como qlq um para ele… vc nunca será essa mortal qlq para ele, nunca! Pode ser que vc se sinta pior, e não duvido que isto possa acontecer, mas da parte dele, nada vai mudar.

    Entendo o quanto a amamentação é necessária, fundamental e bem estimada por nós, mães. Enquanto vc se esforçar para manter esse hábito, estará valendo a pena. Custe o que custar, enquanto vc se esforçar e fizer valer a amamentação, será lindo!
    Quando chegar o dia em que vc assumir para vc que não dá mais, que vc pretende parar, então, provavelmente, vc terá chegado ao seu limite. Talvez vc esteja muito perto deste limite entre o possível e o forçado, no entanto, apenas vc saberá reconhecer esse ponto.

    E amamentação é sim tudo de bom que existe entre mãe e filho, mas, lembre-se, muitos outros fatores e um montão de outros hábitos complementam essa relação de mãe e filho, não só amamentando. Caso vc pare de amamentar e não se sinta confortável com isso (seja agora, daqui 6 meses ou daqui 1 ano), lembre-se disso, não é só da amamentação que é construído o amor e o pilar mãe-filho. Ressalto que é super necessário e gostoso, acima de tudo. É delicioso para nós e para eles. E no estágio em que está Luqui-Luqui acredito que não seja mais tão fundamental assim (embora seja muito importante ainda, não é vital, entende?), então, caso a situação se torne mais sofrida do que prazerosa, mantenha o foco na sua relação com ele como um todo, o dia inteiro, todas as brincadeiras, as construções e amor. Não somente com base na amamentação, pq, apesar de ser uma parte linda e importante, não é tudo o que acontece entre mãe e filho.

    Espero que vc tenha entendido o meu recado com carinho, como um abraço, que é isto que eu gostaria de fazer. Entendo a questão 100% e, precocemente (sim, bem precoce), tive que parar de amamentar. Mas isso não mudou nada na minha relação com ela, mudou na minha relação comigo, como mãe.

    Beijos!

  5. Poxa Carol, entendo a importância que a amamentação é pra você, acompanhei toda sua luta e como você ama amamentar..
    Pensava que não tinha forte por não ter conseguido amamentar meu filho, as vezes caia na ideia de ser menos mãe, e tentava recompensar em outras coisas… Justificava que ele é cardiopata e não conseguia sem tomar leite da seringa… Mas o fato que eu sou uma mãe foda sim… passei por muita coisa e agora finalmente consegui me libertar da culpa por não ter amamentado…
    Vá até onde você conseguir, eu fiz isso, lembre que para que um filho seja feliz precisa de uma mãe feliz.
    Beijos

  6. amamentar ou não, não diminuirá a sua importância pra ele, e mto menos vc vai ser menos mãe por isso. respeite a vontade dele e pronto, se ele quer continuar dê o peito pra ele, agora se ele não qr mais tbm não force ele!! bjos

  7. Carol,

    Tb estou com um problema familiar a vc!! Estou com pouco leite e nossa…fico nervosa quando o pequeno quer mamar e quase nem sai nada! Tomo chá de erva doce, muito suco de uva e muita água. Normalmente a produção volta depois de 3 dias…mas até lá me dá uma tristeza sem fim de ver meu pequeno se esgoelando!
    Mas o meu probleminha é um cadinho diferente. SEMPRE 1 semana antes de irmos na consulta de rotina na pediatra, ele sente uma fome alucinante…papo de mamar 15…20 minutos e acabar com os dois peitos!!! Normalmente ele mama 5…8 minutinhos! Ou seja, minha prdução que está acostumada com uma certa demanda, se vê doidinha pra produzir mais e mais…oh god!

    Espero que melhore aí e nossa…siga o seu coração. Não há melhor mãe no mundo pro seu filho, do que vc! Faça o que vc acha certo!!!

    Beijoconas em vcs!

    P.S: O que é o Luquinhas se "escondendo"com o body? MORRI! Lindooo de viver!

  8. Sou militante da amamentação, amamento e amo amamentar. Como você disse é uma conexão da mulher com seu intimo, com seu filho, com sua familia. Toda vez que dou o peito ao meu filho minha energia se renova. Tivemos ao longo desses 12 meses de amamentação varios problemas, mas lutamos e vencemos, embora muitas vezes tivesse pensando em desistir, ainda bem que não desisti, pois o prazer de te-lo ao meu peito não tem preço. Só quem passa por problemas sabe a importancia deste ato e o que significa querer e lutar por este ideal. Por isso, não desista, vc já venceu outras vezes, vencerá outras sempre que desejar. A mulher para amamentar precisa querer, querer e querer MUITO e LUTAR o dobro para conseguir, pois é muito facil desistir nos primeiros obstáculos, vc já venceu varios e se quiser vencerá este e outros. Vc sabe qual caminho seguir, consulte o seu coracão e siga o caminho que lhe trouxer paz. Meu filho hoje está com 1 ano enquanto ele quiser será amamentado por mim. Por incrivel que pareça cada fase enfrentamos um problema diferente. Força, sinta-se abraçada por mim.

  9. Ai, gata! Que difícil. Eu acompanho a sua luta de perto e sei que não é fácil.
    Quando Alice não ganhou muito peso eu pensei muito no meu poder de amamentar e tal. Me questionei, sofri. Você sabe, né?
    Por isso, acho que não vale a pena sofrer. Você vem construindo uma história linda.
    Um dia pararemos de amamentar e não deixaremos de ser as supers mães fodas que somos. O amor como multiplica, se transforma. E esse é o barato todo da maternidade.
    Te entendo perfeitamente e sei que sua vontade de amamentar vem da alma.
    E acredito que você já construiu uma história linda de amamentação.
    Encontrei uma Carol sensível neste post. Escreveu com o coração. Muita gente pode não entender, achar que você está exagerando ou qualquer coisa do tipo. Eu tenho certeza que isso é apenas reflexo de uma mãe que vive intensamente a maternidade.
    Sinta-se abraçada!
    Beijos.

  10. amei essa parte do comentário da Ferna:
    "ser feliz é o melhor presente que tu pode dar à ele."

    E essa parte do comentário da Dani:
    "então, caso a situação se torne mais sofrida do que prazerosa, mantenha o foco na sua relação com ele como um todo, o dia inteiro, todas as brincadeiras, as construções e amor."

  11. Carol, faça um exercício de reflexão e veja se realmente Lucas não quer desmamar.

    Eu acredito sempre que são os bebês que decidem mas que a gente precisa entender os sinais. Não importa muito a idade deles, tampouco a opinião alheia. Aja com o coração porque Lucas tem a melhor mãe do mundo.

    beijos e sinta-se acolhida

  12. oi Carol,

    sigo seu blog há mais de ano, concordo e discordo de ti diversas vezes e nunca comentei. Hoje de manhã me pguei pensando em ti, na tua vida e nas tuas escolhas e formas de fazê-las (ou o que tu passa pra gente através do blog). Não teho nada com isso tudo aí mas ás vezes tu me inspira, ás vezes me põe pra pensar.
    O que eu conclui foi que a gente não precisa tentar ter o controle das coisas, pq na verdade a gente nunca tem mesmo. Não precisa contabilizar as situações pra tentar entendê-las ou administrá-las. (qtas vezes acordou pra mamar, qtas vezes fez greve de amamentação, qtas vezes se revoltou com a mamadeira). A Anne do Super Duper disse outro dia sobre o "se deixar sugar". -isso é fato! Relaxa, guria, se doa pro momento. E se o teu momento já cessou, estufa o peito e segue em frente com a decisão que fará vcs dois felizes! E vamo combinar que esse papo de menos mãe/mais mãe já tá fora de moda, isso ai é a culpa te impedindo de se entregar. Olha lá pra dentro de ti e escuta mesmo o teu coração de mãe, pois há quem duvide mas a gente tem muita maternidade dentro da gente sim. Amamentando ou não.

  13. Amiga, ainda não entendo muito do assunto – pra variar. Mas eu te entendo de certa forma e acho que vc tem que se achar vencedora por conseguir amamentar por todo este tempo. Eu vejo diversas mães que não tiveram leite e que não conseguiram ter este momento simbiótico, que me deixa triste e com medo também. Porque todas dizem que é um momento mágico. Não estou com isso dizendo que vc já amamentou o suficiente e por isso deva parar, mas sim que vc deve lutar pelo o que vc acredita, mas caso não dê certo, não se penalize, entendeu?

    beijinhos, ju

  14. Carol, sinceramente, acho que vc deveria seguir o ritmo natural das coisas e aceitá-las, assim como foi com a escolinha… É o fluxo da vida e ele está te mostrando que chegou a hora, e não é pq vc é menos ou mais mãe, mas pq a vida quer assim. Sofre não, bora em frente…

  15. Sei o que se passa no seu coração, passei por isso com o Adrian, me senti mutilada em ter de parar de amamentar porque o estava grávida do Bj e que era a primeira de muitas opções em ter um outro filho, sofri, deixei de dar , voltei a dar, e um dia coloquei um basta porque não era só por ele, ou por mim e sim pelo irmãozinho também, o desmame aconteceu, fiquei pensando na entrega que tinhamos nessa hora, e fiquei triste e derrota, mas como tudo na vida passa, essa fase vai passar e esses sentimentos vão embora, o Bj mamou só 8 meses, pq tinha umas terriveis crises alérgicas que não conseguia mamar e daí veio a Baby eu achei que iria amamentá-la até 3 anos ou mais, como 11 meses o leite secou e não teve jeito, nem ordenhas e nem madrugas em claro, e a gente tem de aceitar, pelo menos eu tive, hoje minha caçula tem 1 ano e 8 meses e eu sinto falta ainda de dar peito, mais agora passou, não amamentarei mais, só que bola para frente né.
    Estou na sua torcida, bjks

  16. queria tanto te dizer alguma coisa que desse uma luz, porque sou dessas que ordenhou, que se espremeu e que teme todos os dias que o leite seque antes da hora certa…

    e olha que corri tantas vezes estes risco, já recebi tantas vezes a "receita" do desamame, que já passaram 24 meses e nem trabalho, mamadeira e chupeta, creche, magreza (dele!), viagem e tal secaram este leite.

    acho que aos nove meses, você fez sua parte e agora podia deixar a coisa seguir mais natural. talvez daqui a três meses você sinta essa necessidade de deixar rolar, de uma forma mais relaxada, mais instintiva, sem tanta técnica, estratégia, horários, ordenhas e racionalizações envolvidas.

    sobre o poder do leite: arthur mamou muito mais que alice e ela é muito mais "forte" que ele – no sentido da saúde mesmo… leite materno é UM fator, mas o "manter-se saudável" é mais complexo.

    você citou laura gutman em um post anterior, não foi? estou imersa no livro neste momento e acho que ele pode te ajudar a achar uma saída.

    agora te digo: detesto esse modelo de mãe que se sacrifica pelos filhos. penso que isso cria uma dívida que não pagamento que quite! saia dessa e faça o que for te fazer feliz!

    beijoca e muito leite!

  17. agora eu vou fazer o papel de uma mãe insuportável: minha filha tomou nam desde q nasceu(n pude amamentar), dormia a noite toda, nunca ficou doente, só uns 2 resfriadinhos chatos, e é uma bolinha de gorda! Vai entender né!!!

  18. Carol,
    Eu sei como é se sentir assim. Muitas mães sabem. Por isso torço pra vc de sentir ótima com o que for melhor pra vcs dois! Entrega materna é assim mesmo. Com mil dúvidas e milhões de acertos! Mãe sempre acerta! Kkk!
    Boa sorte!
    Bj

  19. Carol, é muito fácil cair nessa armadilha de que quanto mais sofremos, melhor mãe somos. Isso é cultural, coisa de brasileiro mesmo, extremamente vinculado com a religião.
    Não há ninguém que possa decidir por vc. O que eu posso dizer, como mãe que amamentou por 6 meses e depois desmamou sem peso na consciência e sem medo: vc é mãe do Lucas e não um peito ambulante pra ele. Não vai se quebrar nenhuma conexão sua com ele se vc deixar de amamentar! Isso jamais vai acontecer! Lucas nào te ama pq vc amamenta ele. Eu nunca senti que tinha uma conexao especial com Olívia pq a amamentava. A conexao sempre existe, dando peito ou não, apenas que algumas mulheres acham que por amamentar, essa conexao é maior ou especial. Não é.
    Sou totalmente a favor de amamentar, amamentei Olívia com prazer e faria de novo, mas acho que quando a coisa deixa de ser natural para ser sofrida e movida a base de lutas, é porque já deu o que tinha que dar!
    E já que somos amigas, vou te dizer algo do fundo do coração, ok?
    Só vc não está preparada para o desmame. Ao que eu leio aqui, Lucas dá todos os sinais de que não precisa mais do peito! Acho que vc que não quer quebrar esse ciclo, por ele, tudo está numa boa e vai ficar tudo bem! A amamentaçao é natural,como vc mesma disse, e essa luta constante não é natural. É teu corpo E o Lucas, dizendo que talvez seja a hora de let it go.

    O que está acontecendo com vc agora é o que aconteceu comigo quando Olívia tinha 6 meses: ele não quer mais mamar no peito. Pronto. Ele está desmamando vc e pra vc isso está foda de aceitar.
    É normal viu? É seu bebê dizendo: "chega , mãe! Cresci! Sou um moleque agora e não preciso mais!"hehe. Só é difícil para a mãe viu?
    Qdo aconteceu comigo, eu fiquei triste, achei oque tinha quebrado um vinculo, mas pensei: "peraí, eu nao parei de amamentar pq quis! Parei pq Olívia nao quis mais! Mamar 2 vezes por dia durante 3 minutos nao é querer peito! É costume!". Tanto foi, que parei de oferecer o peito e ela NUNCA, NENHUMA vez procurou por ele!

    Meu conselho? Pense se o Lucas realmente não está preparado para o desmame. Pense com carinho, deixando seus sentimentos de lado e pensando apenas no lado do Lucas!

    Bjo e não sofra!

  20. Carol,
    já vi todo tipo de opinião, mas a única coisa que te digo é: VOCÊ NÃO VAI SER MENOS MÃE SE NÃO AMAMENTAR!!!
    Tá em maiúsculo para você pensar na força do que você disse e ver os outros exemplos: bebês de proveta, inseminações, partos difíceis, más formações, doenças congênitas. Tem tanta coisa pior. Seja feliz e faça seu filho feliz, seja lá como for.

  21. Carol,
    Meu filho nasceu prematuro, ficou 18 dias na UTI e tudo isso atrapalhou muito o meu processo de amamentacao. Procurei ajuda especializada, aluguei bomba, ordenhava full time para conseguir com sacrificio extender a amamentacao ate os dois meses e meio dele. Por um lado, tive os mesmos medos que vc, de ser mais uma pessoa qq pra ele, de nao ter o mesmo vinculo, de perder os nossos momentos unicos juntos. Mas com o passar do tempo, percebi que fez bem para os dois. Voltei a me sentir ser humano de novo, consegui curtir mais meu filho e ele hoje com 6 meses esta enorme e hiper saudavel! Acho que todo processo tem seu comeco, meio e fim, e mesmo que a gente se esforce para prolongar o fim, um dia ele chegara, e vc sentira as mesmas angustias. Entao o importante e se preparar para esse dia psicologicamente e seguir o seu ritmo interior. Se achar que com todo esse "trabalho" ainda vale a pena amamentar, principalmente para o Lucas, continue. O dia em que esse ciclo se encerrara nao deixara duvidas, vc vai saber! Boa sorte!

  22. Ah, uma obs: vc nunca sera mais ou menos mae! E acho q se ainda restam duvidas, vc deve continuar mais um pouco! Fiz isso e nao me arrependo, fui ate o meu limite, ate quando me senti preparada para parar! Ms vc acredita que ate hoje ele vira a cabecinha pra sentir as peitas, hahaha, figura! Bjo

  23. Carol,
    Sou novata no assunto, mas eu passei uns perrengues nestes últimos dias… E sofri tanto, chorei tanto… me culpei tanto (e eu que não sou de me culpar, não).

    Resumindo: Alice não engordou o que deveria, e eu senti que minha produção estava baixa, principalmente à noite… não sei se eu não estava me alimentando adequadamente, mas o fato é que ela tinha que sugar muiiiito para sair pouco leite. Agora estou aqui, tomando plasil para ativar a prolactina (o que surtiu um efeito divino!!!!) e dando peito e mais peito para ela. Vamos ver se minha produção se mantém boa e adequada para ela engordar. Ai, quanto sofrer… Agora a apreensão é saber se ela esta ganhando suas gramas diárias de forma adequada. Se na gestação queria uma aparelho de US, agora desejo uma balança, mas logo refuto a ideia porque isso só iria gerar mais neura na minha cabeça.

    Agora no seu caso, acho válido lutar pelo seu desejo de continuar amamentando Lucas. Converse com sua médica, com pessoas mais ligadas no assuntos, para saber – de forma racional – até que ponto vale a pena seguir amamentando, sendo que ta tudo meio atripulado, né? Lute sim, mas caso nao vença, nao se culpe. Lucas tá todo lindo graças aos 8 meses de peito, peito e peito!!!

    Bjs!!!

  24. Não é fácil não…minha filhota não quis saber de leite materno aos 9 meses, doeu o coração, mas fazer o quê com estes seres já tão cheio de opinião?
    Lindo o seu texto! Parabéns! Ele reflete sobre tanta coisa da maternidade que não há como ficar indiferente a ele!

  25. Oi Carol, estou na mesma situação aqui em casa…Miguel, no auge dos seus 9 meses não está mais tão interessado no peito. Tempos atrás sofri com esse dia que chegaria, pois é uma delícia amamentar, mas chegou a hora dele…Eu ainda dou o peito para ele, mas como disse a Camila – Parei pq Olívia nao quis mais! Mamar 2 vezes por dia durante 3 minutos nao é querer peito! É costume!". E
    é exatamente isso que acontece aqui em casa. Já comecei com a mamadeira noturna pois ontem ele nem quis mamar antes de dormir e aconteceu algo novo: ele adormeceu sozinho no berço, aconchegado à uma naninha (paninho). Ele acordou as 5, dei o peito, ele mamou por uns 10 min, mas hoje cedo, antes de ir para a escola não quis mamar de novo. São nossos filhos dando o sinal…Confesso que fico triste em "cortar" esse vinculo, mas tb teremos que cortar o vinculo qdo eles forem para a faculdade…Ai meu Deus…Ainda bem que ainda faltam uns 18 anos pelo menos…Bjo grande em vc…

  26. Entendo a tua dor. Por conta de uma icterícia aos dois meses do Davi, tive de parar de dar de mamar durante 3 dias. Chorei os três dias, quase sem parar.

    Hoje, mesmo com trabalho, creche, comidas, resfriados e doencinhas (sim, ele mama e fica doente, fazer o q? eu penso q poderia ser pior se não tomasse LM), o peito não secou. E eu continuo amando essa coisa toda de amamentar.

    Sinto às vezes uma diminuição na produção, como vc sente. Mas ela vai e volta. Tento comer bem e beber água. Não ordenho. Nunca ordenhei em casa (trauma de UTINeo). Confio nos meus instintos e sigo. Não dou mamadeira, só copinho. Não dou leite de vaca, é suquinho ou água.

    Que tal se vc parasse um pouco de tentar racionalizar a questão e deixar acontecer? Let it be, como dizia o Paul. Se a produção acabar, acabou. Seguem os suquinhos e água. Fácil de escrever, mas difícil de fazer, eu sei.

    bjim

  27. amamentar = ser a provedora
    vc tá no caminho certo ao pensar em tudo que já está pensando.
    vc deve ver dois prismas aí: sua dificuldade em perceber seu próprio valor sem ser a provedora (de leite, por ora, mas pra vc, mais que provado q muito mais q isso – tudo é o significado que atribuímos); sua dificuldade em let it go, ou seja, admitir que a fase se esgotou e que agora vc explorará um novo território (vc falou em medo, medo, medo).
    tendo elaborado tudo isso (é muita coisa), vc vai conseguir decidir e/ou aceitar com mais leveza este capítulo do fim da amamentação. pq vai chegar ao fim, fato.
    e depois do fim, o q vem? o novo começo. novas formas de ser a mãe do lucas, novas formas de estabelecer conexão.
    amamentar é lindo, sim. amamentei por sete meses mas parei porque estava exaurida (e olha que não tive problema algum no decorrer da prática), meu trabalho é intenso demais, exige muito, são 10 horas por dia fora de casa e a logística estava precária. escolhi data pra me despedir até. bem perto do natal. e foi isso. meu corpo já estava violentado demais. estou tendo problemas pra emagrecer e não foi a gravidez que causou isso mas os hormônios do leite. eles, sim, detonaram meu corpo. e eu preciso me sentir bem com meu corpo pra exercer meu papel de mãe, de mulher, de profissional. nunca me preocupei um segundo sequer com possíveis pauladas sociais, "noooossa, esta aí deixou de amamentar pq quer ficar magra" (e vc vê, já no seu caso, a amamentação claramente te SUGOU), mas aí, é meu temperamento. é minha faixa de segurança. e ajuda tb o fato de eu não ter blog e não fazer parte de comunidade de coisa alguma, quanto mais de mães. voyeurizo, não participo.
    acho que vc tb deve se libertar de tanta opinião, tanta comunidade te cercando. fique a sós com suas questões um pouco.
    e saiba que o que te faz mãe é você. neuras contam mais que leite ou não-leite.

  28. Ói Carol, me custa acreditar que não fui eu que escrevi este post, salvo a diferença de 1 ano entre nossos filhos… E te digo uma, viu?: Arthur está com 1 ano e 9 meses e ensaia um desmame, e eu sofro muito… ou seja, a gente sofre de qualquer jeito mesmo. :/
    beijos

  29. Carol eu sou uma pessoa que tenta ser zero dramatica, muitas vezes não consigo mas te entendo, agora existem outras coisas que vc. pode foca caso queira sucumbir e desmamar. Muita gente ja disse muita coisa por aqui mas ninguem disse o que vou dizer agora. Tenho dois, o primeiro mamou 8 meses e 17 dias. Largou sozinho, comecou a brincar e espremer o peito com a mao, tentei uns tres dias seguidos e pronto, nao teve jeito e olha que eu tinha uma abundancia de leite. Parada a amamentacao, voltei a ser uma pessoa normal. Que dorme uma noite e acorda descansada. Tambem fiquei triste mas…. sabe o que eu descobri? Que uma mae descansada ou menos acabada é uma mae mais amorosa, mais paciente, assim com o fim da amamentacao consegui da primeira vez melhorar. Virar uma mae melhor do que eu ja era. Minha filha tem a idade do seu Lucas. Comecei a dar formula aos poucos quando ela fez 6 meses porque com a introducao dos solidos o leite diminuiu e ela noa ficava mais tao feliz com as mamadas no meu peito. Aceitou a formula e desde entao segue com solidos, formula e peito uma ou duas vezes ao dia, quando quer. Nao tem sido tao sacrificante como foi com o meu filho e prossigo…. ate quando? ate quando a coisa for boa para nos duas. Ser mae em si ja é uma vida de muito sacrificio. Sacrificios para sempre. Nao acho que existam motivos para aumentar por iniciativa propria os sacrificios porque uns acabam e outros começam.

  30. Carol querida,

    Amamentar é legal enquanto é legal pros dois, né?
    Se não estiver legal pra um dos lados, é importante refletir.
    Não estou dizendo pra parar, veja bem, mas pra pensar se todo esse sofrimento tem assim tanta importância na prática.
    Nutrir um filho não é amar um filho, Carol, pense nisso.
    Há mães que amamentam por anos, mas se o bebê chora na hora da novela, deixam chorando pra não perder o capítulo. Há mães que amamentam e fumam ao mesmo tempo. Há mães que amamentam, mas também batem nos filhos quando perdem a paciência.
    Amamentar não é sinônimo de amar, e nem de ser mãe.
    Há mães que não amamentam e amam seus filhos infinitamente. E há ainda mulheres que amamentam os filhos dos outros, e nem por isso se tornam suas mães.
    O peito é sim um vínculo maravilhoso, e exclusivo da mulher. Mas está longe de ser o único ou o maior vínculo que você terá com seu bebê.
    Não é o fato de você amamentar por 2 anos que vai fazer o Lucas ser de um ou de outro jeito.
    O que vai fazer isso é o amor, não o leite.

    Fique em paz. Não se culpe.
    Fique leve e deixe a natureza seguir seu curso.

    <3

  31. Carol, nunca comentei, mas esse post mexeu comigo… tenho um baby de 3 meses e ele começa a rejeitar meu peito também… putz, super dificil. Só queria dizer que te admiro muito, pela luta e pela sinceridade ao escrever. Eu sigo lutando também, ja que falta muuuuuito pra eu parar com a amamentação, mas quero te dizer que vc é uma mãe fodona sim, amamentando ou não.
    bjsss Aline

  32. Olha, eu acho que cada um cria os "problema" que quer ter. Sincramente? Vc tá criando um problemaço onde não existe problema. Se seu filho escolheu não mamar mais, se não tá interessado, já pensou que ele tá dedidindo desmamar e vc é quem não deixa? E obvio que vc não será menos mãe por conta disso. Mãe é mãe e pronto, se deu peito ou não, se pariu normal ou não. Acho que essa blogsfera está cheia de mães que endeusam pessoas que se sacrificam por seus filhos e isso para mim NÃO É MATERNIDADE MESMO. Filho nenhum quer uma mãe cansada e estressada pq leu sei lá onde que não poderia desmamar. Filho quer é mãe feliz e descansada par abrincar com ele sempre!

  33. carol aí de cima: concordo e acho que isso é efeito colateral de um modelo de maternidade culpado pelo excesso de trabalho. trabalha-se demais, tem-se tempo de muito menos e aí, vemos esta mentalidade de sacrifícios a qualquer preço, mães-mártires para suportarem o peso de interpretarem tantos papeis ao mesmo tempo. (não acho que esse seja o caso da carol baby-bobeiras).

  34. também não acho que esse seja o caso da Carol (do blog) e acho (Carol do comentário) que você não entende nada de peito e que um bebê de 9 meses não está apto para desmamar sozinho.

  35. Olá, Aline, tudo bem?
    Desculpe me intrometer… mas muito provavelmente sua bebê esteja querendo dizer algo para você, e com certeza não é que quer desmamar.
    Há muita informação pela rede e se precisar de ajuda, pode pedir. rsrs 🙂

  36. Carol se eu tiver alguma vez o problema da queda da produção de leite eu farei igualzinho a você. Eu também amo amamentar, me sinto mais completa, é uma volta as origens, eu sinto o poder da vida outra vez, assim como senti no momento que minha filha nasceu, é complexo mesmo, te entendo! E eu também teria muita dificuldade em entregar os pontos e deixar isso acabar. O momento de amamentar é uma ligação muito poderosa entre mãe e filho.

  37. gata, ficou chata essa encheção pela amamentação. Só entendo amamentação com tranquilidade total, a não ser nos seis primeiros meses que, mesmo com dificuldades, a mãe deve insistir ao máximo. Mas, seu filho está com uma alimentação nao baseada em LM exlcusivo….Vc oprtou por isso. Ao invés de estar arrasando você está jogando uma mega ansiedade no seu filho. Que sacrifício e esforço mega-mãe é esse? Relaxa e pense o que vai te fazer ser uma mãe melhor nao tem nada a ver com o pseudo-controle e exclusividade que sentimos ter porque damos o peito.

  38. Adorei esse comentário. Sincero, verdadeiro e de quem realmente entende o poder de amamentar.
    Pois siga com sua "luta" e continue até não poder mais de verdade. Tenho certeza de que sua história vai muito longe.

    Ah, o comentário que gostei:

    "Carol se eu tiver alguma vez o problema da queda da produção de leite eu farei igualzinho a você. Eu também amo amamentar, me sinto mais completa, é uma volta as origens, eu sinto o poder da vida outra vez, assim como senti no momento que minha filha nasceu, é complexo mesmo, te entendo! E eu também teria muita dificuldade em entregar os pontos e deixar isso acabar. O momento de amamentar é uma ligação muito poderosa entre mãe e filho"

    Beijos

  39. Quando as pessoas vão entender que amamentar ultrapassa o "alimentar", "nutrir"… enquanto essa mulherada não entender isso a amamentação continuará como hoje. Mulheres pouco informadas, dependentes dos leites em lata e todo o resto.
    acho engraçado que elas desmamam os bebês e seguem dando mamadeira, leite de vaca.
    na minha opinião, é egoísmo. são mães egoístas.
    pq privar o bebê do peito que lhe é direito, é muito feio.
    continue, carol. você é incrível e isso não tem nada a ver com querer ser uma super-mãe. tem a ver com querer amamentar e pronto.
    pode ser que algo a esteja incomodando ou cansando, mas é certo que não é amamentar seu filho.

    =)

  40. Aline ali de cima,
    Giovana chorava qdo mamava e aí descobri que tava com refluxo. Dá uma olhada nisso. Descobri que é muuuuuuuito comum o refluxo incomodar a ponto de impedir que eles mamem diretinho. Ela começou a tomar omeprazol e virou uma bezerrinha.

    Carol linda,
    que post! O que quer que vc decida (ou já decidiu a essa altura né rsrsr) tem meu apoio. Eu tb tive que restringir minha dieta como vc por causa da proteina do leite de vaca. Certeza que luquinha te ama de montao. Respira fundo, pensa e faz o que traz paz pro seu coraçao.

    Bjo grande
    Renatinha

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