Já me pediram muitas vezes e eu fui deixando pra lá,
deixando pra lá… mas hoje eu conto! Sobre os dogs e o baby: como foi?
Pra quem não sabe, eu tenho dois cachorros: o Chimi Churri,
que é um beagle levadíssimo e simpático e a Diana, uma vira-latinha comportada
e madura.
Mas voltando ao causo da adaptação entre os meus “filhos”. Gente,
falando sério? Do fundo do meu coração? Se forem atirar pedras, atirem de
levinho?
Não foi legal. Não é legal.
Muito mais por mim que pelo Lucas, com certeza.
Logo que chegamos com o bebê, Diana ignorou – tava mais
carente que qualquer outra coisa – e Chimi ficou muito desconfiado. Lucas
começou a chorar, Chimi começou a latir. Isso passou rapidinho, mas, aos
poucos, fomos limitando o acesso deles a determinados cômodos, cortamos muitos
privilégios (primeiro tirei de cima da minha cama, depois de dentro do meu
quarto etc.), paramos de dar tanta atenção.
Não tínhamos mais tempo pra passear, esquecíamos de comprar
ossinhos e brinquedos pros cães, o excesso de pelos e latidos fora de hora me
deixavam bem puta. Isso virou uma bola de neve: quanto mais puta fui ficando,
menos eu os queria por perto, menos eu brincava, menos eu ligava pra eles e
mais eles faziam coisas irritantes. Embora cachorros, não são bobos, então
foram muitas tentativas de chamar a minha atenção. A mais chata foi o xixi pela
casa (coisa que não se fazia em nenhuma hipótese antes). Ah, também teve o
acesso de loucura quando Pedro chegava em casa, os dois ficavam loucos, latiam,
pulavam de um lado para o outro, faziam um puta barulho e, duh, acordavam o
bebê que eu tinha ficado uma hora pra acalmar. Eu queria matar.
Com tudo isso, eu fui me afastando deles. Comecei a odiar os
pelos, os latidos, os trejeitos, a carência constante. Não tenho mais saco,
paciência, prazer. E eles, coitados, ficam implorando por um tiquinho de
atenção. Chimi teve uma infecção no ouvido outro dia e parecia amar a hora de
botar o remédio (que visivelmente doía nele), mas era o momento mais próximo
que tínhamos. Tadinho.
Agora, antes que me odeiem: eu sou a bitch da história, eu
sei. Tá tudo errado. São meus cachorros, minha responsabilidade e merecem um
tratamento legal. Na verdade, eles são bem cuidados: tomam banho periodicamente,
comem da melhor ração, tem água freca e disponível o tempo todo, tem
acompanhamento médico constante, casa quentinha, cama macia, espaço pra fazer
as necessidades. Não estão jogados ao léu. Não estou maltratando meus
bichinhos.
A questão é que antes eram MEUS FILHOS. E agora são os meus
cachorros. E só.
***
Desde que Lucas começou a perceber o mundo à sua volta,
atentou pra existência de Chimi e Diana. E ele parece gostar, estende os
bracinhos, tenta pegar, faz carinho quando consegue. Mas, depois da minha certa
hostilidade, acabou que os dogs têm medo dele. Estou tentando reverter essa
situação, sento no chão com o Lucas, chamo os dois pra perto. A Diana deixa, o
Chimi morre-de-medo. Fica todo nervoso e sai fora rapidinho.
E eu confesso que também não curto muito, fico logo
procurando o alcool gel pra lavar as mãos do Lucas e as minhas, acho tudo sujo,
me dá neurose de infecções e bactérias e outras loucuras da minha cabeça.
Já pensei em doar os cachorros, mas sinceramente acho
maldade. Fora que tenho certeza que Lucas ainda vai curtir muito essa
convivência.
***
Foi difícil escrever isso aqui, viu. Nunca admiti essa
situação pra ninguém, nem converso muito com o Maridón sobre o assunto. Me
sinto a Bruxa Má do Oeste. A Egoísta, Sem Coração, Bitch das Bitches.
Não quero jogar água fria nos sonhos das gravidinhas que tem
dogs, mas, querida amiga, se você tiver um filho demandante como o meu, te digo
que será difícEL.
***
Enfim, essa foi a minha experiência. Chatinha, né? Mas já
sei que a culpa é minha (a culpa é sempre da mãe) e tô tentando resolver.
Alguém tem dicas? Alguém passou por algo parecido ou eu sou a única Lado-Negro-da-Força-Darth-Vader
do pedaço?
(se bem que o Darth Vader não renegou o filho dele…)

120 respostas em “Chimi, Diana, Lucas & eu

  1. Não é facil messssmo, d. Carol!

    Com uma cachorra só, já pedi penico várias vezes, imagino com dois.
    Eu desde sempre desencanei geral com lambidas e outras nojerices caninas, vacinas da cadela em dia e tudo que não mata engorda. Lo siento! Mas achei melhor pensar que se não posso controlar o que não tem controle, melhor desencanar, então o João sempre foi muito lambido, já comeu comida de cachorro, e já compartilharam algum pedaço de pão.
    Assim fica mais fácil relaxar e ver o lado bom da história, aqui em casa os dois se adoram, e a cachorra acabou sendo recompensada depois de um tempo de ter perdido a maioria das mordomias que tinha, ganhou um amigo pra brincar.

    beijos

  2. Carol, não tenho filhos (ainda), mas tenho uma gata, e sei bem o que é ter pelos pela casa toda… Quando digo toda, é toda mesmo! Tipo comida, roupa e até calcinha, rs!!! Mas amo aquela branquinha e sei que quando sair da casa da minha mãe vou sentir muita falta da minha irmãzinha Charlotte!
    O que quero dizer é que realmente deve ser muito difícil fazer as coisas darem certo, mas com o tempo você vai se acostumando com as lambidas, etc e todos vão interagir muito bem.
    Boa sorte!

  3. Entao, minha opiniao sobre cachorro e bichos em geral eh: acho legal pacas, mas nao pra mim. Sou tipo aquelas tias solteironas que AMAM criancas, mas dos outros. Eu gosto de brincar por uns minutos e depois devolver pro dono, hehe. Isso nao signifique que eu concorde com mal trato dos animais, obvio que nao. So sei que nao eh pra mim. O bom eh que eu e Ben concordamos nisso sem chances de mudar de opiniao: nao teremos bicho nenhum NEVER. Sujeira demais, cheiro ruim demais, ga$$$to demais, se viaja eh aquela complicacao com quem deixa… Nao obrigada.

    E imagino que com bebezico deve ser foda. Mas como vc disse, quando ele crescer mais vai curtir brincar, Bebella adora os cachorros da avo.

    Bjos

  4. Gatos são diferentes de cachorros, porem confesso que os meus sao bem grudados mesmo. Sobrem no colo, miam pedindo atencao. O macho, o Tico, é be carentinho e mia e mia e mia… No começo, isso me dava nos nervos tbm pelo Heitor, mas ele nunca acordou com nenhuma sinfonia sensacional do Tico e eu desencanei. Mas, novamente, cachorro é bem diferente. Eu entendo vc, entendo mesmo. Apenas digo que aqui foi um pouco diferente, a gente tenta manter os bichinhos com o mesm carinho e atencao, sempre que possivel. Heitor vive com pelo de gato -dane-se. Ele vai conviver com isso eternamente. Nunca afasto os gatos do heitor e, sim, levanto com heitor pra longe quando acho oportuno. Eu sei, é meu filho e a gente perde um pouco o compasso, deixade ter o mesmo tempo pros bichinhos. Mas, tento nao ressenti-los demais, sabe? Eu os amo todos! Fiquei chateada por vc e pelos pequenos bichinhos. Entendo vc e os entendo tbm. Aposto que Lucas vai preencher essa lacuna que se criou entre vcs rapidinho e tudo tornará a ter sentido, pode apostar. Eu ainda acdito muito nessa convivencia, sabe? Quem sabe um vet nao pode ajudar com dicas para ensinar a nao fazer muito barulho… A tomar consciencia do Lucas. Eles estao confusos ainda, aposto. Beijaoooo

  5. Tenho um gato de 11 anos e um baby de 2 meses. Fiz até sorologia para toxoplasmose no gato e os banhos ficaram mais freqüentes, mas o coitadinho realmente esta carente…com muito menos atenção do que costumava receber. Bom, mas concordo, acho q mais pra frente o pequeno vai curtir com o bichinho.

  6. bom carolita…
    aqui tbm temos dois, e schnauzers ainda por cima, criaturas possessivas e barulhentas.
    como foi?
    sem neuras. aliás nenhuma.
    lógico que cães tiveram atenção espaço encolhidos depois da chegada do isaac, mas como filhos que eram filhos ficaram.
    tem contato extra desde sempre, um respeita o espaço do outro e quando os tres aprontam em conjunto vão os tres pára o castigo, cada um no seu canto.
    lógico que até certa parte do começo da vida do isaac toooodas as questões paranóico-higiênicas foram seguidas a risca até que se enfiou na boca a primeira bolinha de ração.
    conversamos bastante antes durante e depois sobre a existência dos 3 em casa. e hoje é na base do jogo de cintura. se cães estão muito sujos ficam mais de longe, se isaac está mais sapeca fica mais de longe, se toca a campainha não é errado isaac sair latindo também, como também não achamos graça se iron (já velhito) rouba chupetas.
    mas o que ajuda carol, no nosso caso, é que mesmo com limites escolhemos por achar mais certo que errado ter animais e criança em casa.
    não é assim com todo mundo, nãom é fácil tbm ter filhos de espécies diferentes, mas se vc ainda quiser manter os cães em casa sempre se dá um jeito pq eles sempre dão mais amor do que recebem e logo lucas vai curtir tê-los por perto, como vc mesma disse.
    respira, tente lembrar deles antes da maternidade.

    bjocas

  7. Ai Carol… obrigada pelo post… me senti abraçada!!! Tenho uma Schnauzer, que antes do Dudu nascer era a filha da casa. Logo que Dudu nasceu eu tive a mesma reação que você… distanciamento, neuroses de pelos e bactérias e reneguei a bichinha. Pra ajudar, ela destruiu a minha casa. Foi deportada para a casa da minha mãe e mora lá até hoje…. acho que fui mais bruxa que você!
    Beijinhos,
    Fer

  8. Olha só. Minha mãe tem um labrador. Minha sogra, um salsichinha. Eram as estrelas da casa, os amores da família. Mariana chegou, a festa acabou. Viraram cães novamente. E igual você, a gente se irrita com os latidos, a gente se enche da carência, porque, na real, filho é filho, neto é neto, cachorro é cachorro. A gente pensa amar o cachorro igual o filho, mas só quando tem filho é que descobre que não é assim.
    O lado bom. Quero dizer, o lado ótimo. As crianças aprendem a conviver com animais, perdem o medo, aprendem a respeitar e a amar. Mas a gente vive com culpinha de não amar mais os bichinhos como amava antes. é assim mesmo…
    beijos!

  9. Oi Carol, já até escrevi sobre isso no blog (http://aliceintheninaland.blogspot.com/2011/06/minha-primeira-filha.html). Lá em casa foi bem mais tranquilo porque minha cachorrinha já era uma peste antes da Nina, então eu estava super adaptada com seus rompantes. Mas entendo bem o seu lado porque quando os filhos chegam, eles estão em 1º, 2º, 3º, 4º… e todo o resto fica para depois. Somando a isso o seu cansaço, é claro que fica complicado dar toda atenção ao cachorros. Mas acho que essa situação vai melhorar bem com o tempo. Você vai ver seu filhote se divertindo muito com eles e com ele crescendo vai te sobrar mais tempo para dedicar também aos bichanos. Lembro que a minha salsichinha andava super abandonada e um dia cheguei em casa super triste, chorosa, coloquei a Nina para dormir e ela chegou, com aquela lealdade que só cachorro tem, isso é fato, e ficou ali pertinho de mim, sem pedir carinho, só encostadinha, como quem diz: tô sempre aqui pra você, ó! Isso não tem preço. Boa sorte e espero que dê tudo certo! Bjks

  10. Carol, realmente vc se estressou demais com os dogs..eu agi totalmente contrario com a Cuca, minha vira lata gigante. Primeiro que nao limitei o acesso dela aos comodos, continuou entrando no quarto e no quarto da Manu..ela tb ficou mais carente, entao enquanto eu dava de mama eu fazia carinho nela com os pes..as vezes claro me estressava ou brigava com ela qdo ela latia na hr errada, mas so. Passeios? Virou responsa do marido, alias, no final da gravidez ja era so dele esse papel, assim ela se acostumou. Hoje a Manu ja percebeu a existencia dela e a adora, a Cuca ainda esta se acostumando com a Manu puxando seus pelos, mas a convivencia eh tranquila. Nao culpe os dogs e tente ser menos neura, neura com os pelos, neura com as babas, bebe precisa de vitamina S, deixe o Lucas brincar com eles e, alguns dias, deixe o LUcas com seu marido e saia so vc e as cachorras pra passear, assim vc vai voltar a conquista-las. Bjs

  11. Carol…sei bem como é e não atiro pedras não…
    Tenho um labrador de 4 anos, mais desajeitado impossível…Sofia fica parecendo um filhote depois de brincar de tanto pêlo espalhado pela casa. Também já pensei em dá-lo para alguém, mas falta coragem…e tem outra, Sofia gosta dele…então…melhor dar carinho pra todo mundo e ignorar a "pelaiada"…rsrs

  12. A minha cachorrinha é da raça pincher, ela é uma praguinha pq late por T-U-D-O! Quando engravidei tratei logo de entregá-la de bandeja para minha mãe, e elas adoraram, tanto que quando eu queria pegá-la pra passear rolava ciúmes, medo de eu tentar levá-la de volta. Até hoje a cadelinha continua na casa que minha mãe morava, agora na companhia de minha irmã que também adora a presença da cãozinha-de-guarda-dela. E eu amando, porque meu filho é alérgico a pêlos.

    bjos,

    passa lá: maededudu.blogspot.com

  13. Carol, eu tenho 2 boxers e sou completamente apaixonada pelos 2!! Estou grávida e já planejando muito bem a minha vida para que eles nao fiquem em 2o plano… Eles chegaram antes, foram meus fofos, mais queridos e carinhosos esse tempo todo e não é agora que vão deixar de ser! Tenho uma grande vantagem porque eles não entram em casa, ficam no quintal, então a vidinha deles não vai precisar mudar. Mas eu juro pra mim mesma que vou continuar dedicando nem que seja 30 minutos por dia para brincar e fazer carinho nos 2. Acho que isso é muito importante para eles, para mim e para o bebê, pois quero que ele goste de cachorros e vice-versa. Na boa, não pode ser tão difícil assim arrumar um tempo para os seus 2… nem que seja 10 minutos, levar os 2 pra dar uma volta, fazer um carinho… Quando a gente pega um cachorro é para a vida toda, o animal tem necessidades, fases, fica velhinho… Não dá para deixar de lado só porque tem alguma coisa mais legal.
    Seu filho vai crescer, vai deixar de te demandar tanta atenção, vai ter uma fase que vai te odiar e ter vergonha de você… então é melhor não abrir mão de tudo que você curtia antes dele nascer!

  14. Acho que até hoje nunca li um post em que a nova mãe diz que esta tudo lindo e maravilhoso entre o dog e o baby… Que a adaptação foi tranquila, que tá tudo lindo. O seu relato me lembrou de uma cena do filme Marley e Eu.

    Meu marido, que é super babão pela minha cachorra, já foi alertado zilhões de vezes que depois do nascimento, ela ficará de lado.

    E eu já fico com dó dela, quando vejo aquele olharzinho e ainda mais agora, que ela está meio doentinha…

    Não planejo muito a convivência entre a dog e a baby. Vou agir conforme a necessidade do momento. Sei que hoje estamos fazendo algumas coisas erradas, que já deveriam ser cortadas para ela não sentir tanto o impacto da chegada de um novo integrante na "matilha". Mas meu coração tá mole, mole e não consigo ignorá-la.

    Espero realmente que se houver estresse (que vai haver, obvio) eu saiba controlá-lo, respirar fundo e ainda ter um minutinho para dar chamego a pequena peluda.

    Quando chegar lá, eu conto se eu consegui, ok?!

    Sobre o seu caso, não sei o que falar, mas acho que tudo vai se ajeitar, e vai haver um momento em que você vai sorrir muito ao ver Lucas e dogs brincando. É minha torcida!

    Bjs

  15. Carol, eu MORRIA pra te perguntar como é que você aguentava. Nunca fui das pessoas mais cachorrísticas do mundo. Mas deixando isso do lado, a situaçao que vc vive com os dogs é nada prática e acho que pouco prazerosa né, tanto pra vcs como para eles. E nao é só um, cara. Sao DOIS!! Sinceramente? Nao acho maldade doar nao. Eles podem morar em uma casa com jardim, sei lá. Acho que cachorro só combina com criancinhas maiorezinhas, que já sabem brincar com eles, passear etc.

  16. E o mais engraçado de tudo é você se cobrando dessa forma. =P

    Você mudou de perspectiva Carol…e as vezes isso acontece. Uma coisa que era muito legal, passa a não ser tão legal assim.

    Contigo aconteceu com os cachorros …e comigo que aconteceu com o marido? hahahahahaha

    Brincadeiras a parte, não se cobre tanto. É realmente MUITO dificil ter bebezinhos, animais e ainda manter a coisa funcionando em harmonia.
    É uma questão de fase mesmo.Quando Luquitchous estiver com 1 aninho e já estiver andando, já vai dar pra começar a se divertir com os cachorritos.

    =)

    Relax gata!

  17. Carol, realmente acho uma maldade com os cachorros, sei que a fase agora é nova, mas realmente acho que tu deveria ter pensado nisso antes de adotar os filhos, antes eles eram os bebês, subiam na cama, recebiam atenção infinita, agora são jogados de lado, não podem subir na cama, não recebem carinho, claro que algumas coisas mudariam com a chegada do pequeno, mas como cachorros não sabem sobre maternidade/gravidez da dona, imagina como os coitadinhos se sentem? foram trocados por algo mais divertido, foram deixados de lado por uma criaturinha que não late, mas chora o tempo todo e mesmo assim não é jogado de lado, tem toda a atenção da mãe dele, que foi a mãe deles a algum tempo atras, é meio triste ver as postagens antigas que tu falava tão bem dos cachorros, se sentia tão feliz com Lucas mechendo na barriga e o carinho dos cães do lado de fora, e agora ler isso, como alguém já comentou, teu filho em algum momento vai ter vergonha de ti, vai enjoar do teu carinho, mas os cães não, eles são puro amor infinito…Aposto contigo que eles trocariam toda a comida da melhor/mordomias por um pouco do carinho de antes, Lucas é lindo, Lucas é fofo e tu obrigatóriamente deve ama-lo acima de tudo, mas 5, 10 minutos de atenção por dia para os pobres cães não vai fazer o Lucas que tem muito mais que isso de atenção se sentir jogado de lado, a maternidade muda a vida da mãe por completo, mas não deixe de viver a Carolina para viver o Lucas, leia esse site, pode te ajudar, beijos.
    http://www.maedecachorro.com.br

  18. sim, a minha gata dormia com a cara no meu sovaco, hoje é ela chegar perto da cama que eu já vou empurrando com o pé. E ela ainda é uma boazinha que nunca nunca machucou o Linus, que adora ela e se joga em cima dela e tenta mordê-la. E as nojentices eu ignoro, nunca aconteceu nada mesmo com mãozinha na boca, no cu, na pata… eca. Nem ele pisando em cima da pata quebrada dela, ela nao revida.

    Eu sou muito a bruxa da história dela tbm

  19. Hohoho
    @ postador@ anônim@ ou não tem filhos ou não tem filhos demandantes! Hehehehe
    Aqui aconteceu o mesmo! A Malu era minha filha e, depois que temos filhos, a coisa mais óbvia e saudável que acontece é que percebemos que cachorro é cachorro e filho é filho! Engraçado como sempre ouvi isso e ficava brava, mas é a mais pura verdade, que só percebi depois do nascimento do rebento.
    Well, Malu é maluca desde sempre. Pá virada total. Faz xixi e cocô fora do penico sempre que quer causar. Comia cocô desde que nasceu (parece que parou agora, oremos). Tem uma queda patológica de pelo que não se resolve por nada deste mundo. Já levamos em dermato, trocamos racões, demos anti-histamínicos etc infinitos.
    E aí some uma cachorra porca e infestadora de pelos, um bebê high need e uma mãe que não tem tempo de limpar nada e que foi abandonada pela ajudante (continua!)

  20. Buenas! Óbvio que deu tudo errado e a experiência aqui foi horrível.
    Bom, até que o Lorenzo começou a atentar pro mundo e se viu apaixonado por ela, meu olhar romântico logo viu a luz no fim do túnel!
    "Olha que lindo, ela vai acompanhá-lo pro resto da vida – dela"
    Daí que ela avança nele! Sério! Ela morde o meu filho! Cachorro não podia fazer isso! Devia vir com o chip "não maltratar crianças".
    Não chega a machucar porque ela é um shih tzu e não um pitbul… Ele nem chora, mas a intenção dela é de ser violenta.
    "Ok" eu pensei, energia acumulada, vamos passear! Me disponho to-dos os dias a passear com ela e o Lorenzo 2/3 vezes por dia. Ela faz cocô e xixi na rua, fica feliz e todo mundo fica bem!
    Visão romântica voltando…
    Hoje de manhã acordo e tem cocô dela em cima dos brinquedos dele!
    Olha, é óbvio que ela não tem a mesma atenção de antes, mas tem atenção, tem passeios, o Lorenzo ama ela de paixão e vive engatinhando atrás dela (ele é super fofo, nunca machucou ela). Ela é que é doida!
    A decisão que eu tomei hoje foi que o lugar dela agora é na sacada. Com passeios, atenção e tudo mais, mas ela lá, nós aqui.
    Até segunda ordem…
    Beijos

  21. Carol, entendo completamente o seu desabafo. Também tinha um gato em casa antes da chegada da Manuela e acabei “ganhando” mais um depois dela nascida. Este segundo era meu, dos tempos de solteira e que ficou com minha mãe. Mas, depois que ela faleceu, meu pai não tinha mais paciência, vizinho reclamando…e para não deixar ele parar num abrigo, peguei pra mim.

    Vou te falar uma coisa. No fundo, me arrependo de ter pego o segundo. Não tanto por conta da higiene da pequena, pq passado os primeiros meses (que é exatamente esta fase que o Lucas está, portanto, é normal essas neuroses) deixo ela super à vontade. E assim como algumas mães relataram, ela também comeu ração e engole pelos aos montes. O jeito foi desencanar.

    Mas assim como você, restringi algumas coisas deles, como espaço e com certeza atenção. Também me irritei com eles pq passaram a fazer xixi dentro de casa e fora de suas caixas de areia, o que nunca havia acontecido. Pensamos em doar, mas assim como vocês, tivemos pena.

    Vou te falar uma coisa. Tirando essas artes deles (que acho que mesmo sem a Manu, isso me irritaria muito), hoje as coisas estão começando a se acertar. A pequena demanda menos agora e como acho fofo crianças serem criadas com animais de estimação, tô até curtindo. O que eu diria para você é: tenha calma e não se culpe tanto. Este sentimento vai passar e logo vocês estarão como uma família cheia de babys (cães e Luque-Luque).

    Eu não sei quem é o anônimo que escreveu acima, mas achei um tanto agressivo. Não precisa reforçar aquilo que você já tem consciência que não está legal. Ninguém aqui em sã consciência acha o máximo deixar os animais de lado. Mas estamos falando de um sentimento comum, por conta de uma fase de adaptação. Eu sou super defensora dos animais, do tipo que paro na rua se vejo algo, que fica indignada com maus tratos, brigo. Mas essa coisa de comparar filhos crianças com os filhos cães, naquela piegas frase de que um dias as crianças de abandonarão e blablabla, é ridículo. Óbvio que você amará mais o Lucas e neste início é natural que as coisas fiquem mais conturbadas. Mas calma, com certeza logo entrará nos eixos. O Lucas é um bebê ainda, com imunidade mais frágil, por não ter cumprido as vacinas do primeiro ano de vida. É comum esta sua predileção, mesmo não sendo a atitude mais bonita do mundo.

    Tente ir fazendo este exercício de trazê-los para perto de vocês (mãe e baby) porque logo o Lucas estará correndo atrás deles, querendo pegar no colo e você voltará a achar todos lindos. Vai por mim.

    Uma vez, uma amiga advogada me contou sobre o psicológico da mulher quando vira mãe. Aquele sentimento de proteção, de leõa, que efloresce. Isso me fez refletir sobre muitas culpas em mim (e nem era só com os gatos, depois posso até te contar sobre isso, se você tiver paciência para o meu desabafo, rs). Então querida, você não é uma bruxa, você é humana.

    Bjo grande,

  22. Carol, de fato a adapatação é complicada..mas vc já pensou que qdo vc não tinha filho, eram eles que te alegravam, que te davam carinho, brincavam e te faziam pensar como a pessoa mais importante do mundo?…vc acha justo eles sofrerem tanto assim??? Pensa só qdo vc tiver outro filho e o Lucas tiver fazendo bagunça, gritando pela casa …vc vai deixar ele de lado por conta do novo baby??? Acho que não né…então por mais que sejam cachorros, sempre foram criados como filhos, como parte da família e não é justo seremn tratados agora como meros cachorros…dó de doar??? Acho que vc não deveria ter não…vc pode estar privando eles de terem carinho, o carinho que vc não pode mais dar, uma família…na boa, eu adoro seu blog, as coisas que vc escreve, mas dessa vez foi decepcionante…não acho que vc tinha que dar toda atenção pra eles, seu filho merece mais com certeza, mas maltratar, gritar, deixar eles 100% de lado não é justo…por tudo o que vcs já viveram. Pense melhor…vc não gostaria de ser deixada de lado por quem vc mais ama…e se não quer mais doe eles para um lar de verdade.
    Totalmente depcionada com vc pela primeira vez!

  23. Carol, pra falar a verdade eu nem posso comentar muito sobre isso! Eu gosto de muito de cachorros, gosto mesmo, por isso sei que eu não estou preparada pra criá-los. Pq são filhos mesmo! Antes do Enry nascer eu já pensava assim, e agora continuo com o mesmo pensamento. E eu ficaria do meeesmo jeito que vc, tenho certeza absoluta!
    O maridão, quer muito, mas eu não. E não me considero pior que ninguém por isso.
    Mas ai na tua casa a situação é outra. E de verdade, eu não sei o que te falar! Só quem tá sentido é vc, e vc vai encontrar a melhor solução possível!

    Beijos

  24. Carol,

    Falando nesse assunto, a Julie aqui em casa vive carente. Dorme em cima do meu chinelo, vira e mexe lambe meus pés…e agora, por tentar chamar atenção, está arrancando o prórpio pêlo das patinhas! Aff… E olha que eu brinco com ela jogando bolinha (quando o Enzo dorme), dou colo, cafuné, dou banho…mas, hoje em dia o tempo que ela tinha todinho dela, está sendo dividido com ele e ela está com ciúmes.
    Ah…e vire e mexe, quando o Enzo está sentado no meu colo, ela dá uma lambidona nos pés dele! Rss…
    Graças a Deus não to "neurótica" com limpeza não…deixo ela cheirar e lamber os pézinhos dele e depois eu lavo…rs.

    Tenta ficar mais relax em relação aos cães. Eles só farão bem ao Luqui-Luqui!

    Bjus "nas criança"

  25. Carol, vc sabe que eu sou louca por cachorros e também tenho 2. Uma coisa que eu fiz questão desde a gravidez, é me prometer que eu jamais "trocaria" eles pela Olívia, no sentido de me irritar com eles por eles serem cachorros e fazerem tudo o que cachorro faz.
    Acho que quanto mais a gente tenta "proteger" nosso filho dos cachorros, pior é. Eu jamais restringi o acesso deles aos comodos da casa e eles sobem todas as noites na minha casa. Isso não mudou. Acho que seria crueldade mudar isso quando durante muito tempo eles foram meus únicos filhos.
    Me irrito com eles? SIM!, muito! Principalmente com a fêmea que é escandalosa e late o tempo todo, e óbvio, sempre acorda Olívia.
    Mas olha… neura com pêlos, babas e afins? Não dá pra ter cachorro e ter neura nisso. Olívia, agora com 1 ano, AMA o Max. A Lola é mais agressiva então eu não deixo elas muito perto, mas não chego a separar, entende?
    Já o Max é completamente alucinado pela Olívia. Olívia AMA ele! abraça, beija, divide comida! Já comeu ração dele e divide todos os biscoitos com ele (1 mordida pra ela, 1 pro Max).
    No começo eu achava que era nojento, que ela iria ficar doente e etc, mas depois larguei mão. Os cachorros são limpos, tomam banho no petshop toda semana e estão com as vacinas em dia, então não tem pq ter neuras. Olívia nunca ficou doente por causa deles.
    Alcool em gel? Dentro de casa só usei nos primeiros 3 meses de vida dela. Hoje eu tenho 1 vidrinho em spray que fica na bolsa dela e uso qdo estamos fora de casa e ela sujou a mão com algo. Só.
    Sinceramente? Aproxime o Lucas dos cachorros e você vai ver que vai voltar a amá-los como antes.
    Aqui em casa nós dividimos as tarefas. Os passeios com os dogs ficou de responsabilidade do meu marido, eu nao saio mais com eles desde a gravidez.
    Agora, depois que Olívia dorme, eu sou toda dos cachorros. Deito na minha cama, coloco eles junto comigo e aí é carinho e cafuné um tempão!
    Eu tenho 3 filhos! hehe

  26. Eu sabia que esse assunto ia dar polêmica. E tudo bem! Acho ótimo que tenhamos o espaço aberto pra discussões.

    Só queria aclarar duas coisinhas pra quem se chateou, achando que eu tô maltratando os bichinhos:

    1) não tô! O que aconteceu foi que eles saíram da categoria de filhinhos da mamãe, de ficar no colo, de dormir na minha cama, de sentar no sofá, de ganhar sobrinha de comida junto com a ração. E passaram à categoria de cães. Que ganham afaguinhos (muito mais do meu marido do que meu, fato), passeiam e são bem cuidados, porééém, não tem a metade do tratamento VIP que tinham antes.

    2) Eu admito no post que me sinto errada na situação. Eu sei que não tá legal e quero mudar, gentes! É uma pena ter tido gente decepcionada comigo e tal, mas acho que tenho o direito de errar, não? Acho que a única diferença de mim pro resto é que eu ADMITO PUBLICAMENTE. Meu blog não é uma festa cor de rosa como muitos por aí. Então é isso, o lance aqui é real, vai ter coisa legal, vai ter coisa chata.

    Não achei nenhum anônimo agressivo nem nada, só quis deixar essa explicação aqui pra ninguém pensar em acionar a Sociedade Protetora dos Animais!

    beijos a todas, queridonas

  27. Para quem comentou que não tenho filho…Eu tenho um filho adotivo com 9 meses que veio para mim com dois dias de vida, sou louca, completamente louca por ele, mas também amo muito, muito meus dois cães, o que quis dizer é que os cães estavam comigo muito antes do meu filho vir, e por todos os momentos bons e lindos que todas que tem animais viveram com eles, por todos os momentos de carinho, companheirismo e amor que eles nos deram antes, vocês nas suas fases grávidas, eu na minha fase de espera longa, eles merecem sim serem amados, respeitados e terem atenção, o filho é fantástico, imcomparável, maravilhoso, mas os bichinhos também tem muito para oferecer, foi apenas isso que quis dizer, a criança respira ar poluido toda vez que sai na rua, não é uma lambidinha que vai matar ela, príncipalmente se os cães são bem cuidados, como nesse caso, eu acho uma maldade terrível deixar o bicho de lado pelo filho, a atenção deve ser dividida, como seria/vai ser quando vier outro filho.

  28. Oi Carol! Olha, eu acho que com o teu retorno ao trabalho e o baby todos os dias indo pra escolinha, tu vais acabar desencanando um pouco da neura com higiene, daí quem sabe a aproximação entre os dogs e o teu Luquinhas role com mais tranquilidade e as coisas comecem a se encaixar melhor… Legal tu admitir a dificuldade… deve ser bem difícil mesmo dar o balanço e o contrabalanço nessa relação maternidade-filho-bichinhos de estimação, tendo tanta coisa para fazer, tanto cansaço, tanta mudança na vida… bjs, Clarissa

  29. Carol, vc como sempre muito corajosa, muito honesta com suas experiências. Parabéns por ter admitido o que acontece muito o tempo todo por aí.

    É mais uma fase da vida que vai passar, te garanto. Logo o Lucas estará maiorzinho e a neura natural que temos com limpeza, vai abrandar. Ou seja, Lucas baby vai poder brincar com seus amiguinhos all the time.

    Sempre digo uma coisa e me passo por chata: mas cachorro é cachorro e deve ser tratado como tal. Tenha uma cã de 9 meses e nós a amamos, mas a regra é clara. Ela não sobe em cima de sofá, nem de cama, nem de nada. Vamos todos pro chão e brincamos e rolamos com ela lá. Cada um no seu espaço e esse respeito faz com que a relação não tenha crises.

    * Li o post sobre a sua irmã e como acontece toda vez, chorei, te abracei mentalmente e saí.Confesso não saber o que dizer nessas horas. =)

    E sobre os dogs, passa. E vc não é má por causa disso, só está se adaptando a uma nova fase. E logo vc vai achar um novo jeito de lidar com velhas situações.

    Beijo

  30. Carol, só complementando o que falei (sou a que tem os 2 boxers), eu acho que o grande problema é realmente humanizar demais os cachorros e depois querer des-humanizar… Quando humanizamos os cachorros, eles passam a sentir coisas que nao sao normais para eles como ansiedade, ciumes… Isso nao é coisa de cachorro… Tem um livro e um programa de TV do Encantador de Cães que talvez possa te ajudar, dá uma olhada. Acho que um caminho é voce tentar estabelecer um horário por dia para ficar 15 minutos que seja com seus cachorros. Ou dar uma voltinha com eles ou ficar perto mesmo, brincar, dar comida, que era o que você fazia antes. Como uma rotina mesmo… E vai aproximando o Lucas. É muito bom para a criança o contato com bichos… ele pode ficar perto, fazer festa. Tenta fazer assim: todos os dias antes do horário do banho dele, deixa ele ficar perto dos cachorros um tempinho. 10-15 minutos que seja… Aos pouquinhos vai dar tudo certo!!
    E quando falei que o filho cresce e etc., o que quis dizer é que é importante para a mãe manter seus interesses, não é legal abdicar de tudo por causa do filho. Tati

  31. Carol…relaxa muié! Plagio nada! rs
    Escrevi o post pq tava com a minha paciencia ZEROcom meu cachorro e percebi q eu nao sou a unica!
    A gente ama, cuida, mas depois do bebe a paciencia com eles é zero mesmo pq eles latem na hr errada fazem coco e xixi no lugar errado…umsaco!
    Esse assunto da MUITA polemica mesmo por isso eu recebi alguns coments anonimos sem ter o q fazer me falando meiaduzia de idiotice…umsaco isso! rsrs

    Bjooos

  32. Carol só mais uma coisa: é facil pra quem AINDA NAO TEVE FILHO falar essas coisas q eu li nos coments…
    Ah gente, tenham seus filhos antes e depois nos conte se a relação de vcs com os cachorros continua igual!

    DesculpaCarol, mas é cada uma q eu leio! rs

  33. Than, desculpa, mas voce está tomando as dores à toa. Ainda não tive meu filho mesmo, estou grávida, mas isso nao significa que eu não saiba o que estou falando. To de saco cheio dessa história de que "só quem é mãe, sabe"…
    É tudo uma questão de planejamento e o que você está disposta a fazer!!! Se você está a fim de manter os seus cachorros, criar uma harmonia em casa, você encontra um jeito. Simples assim. Tati

  34. Ah Carol… Não fique se achando a bruxa má da história não… Cada um sabe exatamente como agir dentro da sua própria casa. Vc não está negligenciando seus bichinhos, eles estão bem cuidados, alimentados, tem caminha, tem banheiro… Isso é uma fase passageira… Logo logo Lucas vai estar grande e vai amar os dogs!
    Bjaum

  35. Carol, eu acho que o que aconteceu foi que vc não se informou de como cuidar da relação cachorro-bebê / bebê-cachorro.

    Quando eu engravidei da minha filha, a primeira coisa que fiz foi falar com o veterinário da minha primogênita (sim, porque mesmo tendo filho de sangue, minha cachorra não deixou de ser filha).
    Ele me deu algumas dicas, que se vc quiser colocar como adendo do seu post, fique á vontade.

    1 – Desde que descobri que estava grávida, tudo o que comprava ou ganhava para a bebê, deixava a cachorra cheirar a vontade. Eu ia lavar mesmo. Assim ela participava de todas as novidades que estavam acontecendo.

    2 – A dog dormia comigo na cama, mas como ela se virava toda durante a noite, fiquei com medo dela chutar minha barriga. A solução foi colocar a caminha dela (que nunca tinha sido usada, hahaha) ao lado da minha cama, e eu ficava com o braço caído em cima dela, até ela aprender que ela deveria dormir ali. Foi coisa de uma semana e ela aprendeu.

    3 – Prá que restringir o acesso do dog no quarto do bebê? O quarto não vai ser limpo? O bebê não vai em outros cômodos que o cachorro tem acesso?

    4 – Quando a minha filha nasceu, meu marido levou uma peça de roupa dela usada, para a cachorra cheirar. Quando chegamos da maternidade, com a bebê no colo, abaixei para deixar a dog cheirar. MAS ATENÇÃO: tem SEMPRE que ter uma pessoa segurando o cachorro.
    Assim o dog reconhece "o novo membro da matilha" e sente que tem que cuidar do pequeno.

    5 – Todos os dias, TODOS mesmo, dedico 10 minutos prá minha cachorra. Só nós duas. Seja brincando, seja fazendo carinho, não importa. Mas ela sente que não foi deixada de lado.

    6 – Agora que minha filha engatinha, reforço que apesar de parecer, o cachorro não é um brinquedo. Se a dog tá dormindo, a filha joga brinquedo nela prá ela acordar e eu falo que é errado. Também não deixo a filha puxar orelha e rabo da dog. Isso machuca e não quero a cachorra com raiva da minha filha. Respeito é bom prá todos, seja gente, seja cachorro.

    7 – Não deixe ração disponível durante todo o dia, pois se a criança for na comida do cachorro, ele pode avançar. É a única coisa que o cachorro é egoísta, com comida. Então, não custa evitar problemas. Hora de cachorro comer? Criança longe.

    Carol, vc tem dois dos melhores cachorros para se ter com crianças! Um bagunceiro beagle e um carinhoso vira-latas! Aproveite dos cachorros para ensinar o Lucas sobre respeito, amor e amizade. Ele só vai aprender isso se vc o fizer!

    Sujeira, neuras em passar alcool em gel… relaxa! Daqui a pouco vc perde totalmente esse controle! Ou vc vai por luvas no Lucas para ele engatinhar? Claro que não é ser porca, mas ser mais tranquila… Brincou com o cachorro, lava a mão.
    Se não tiver como lavar a mão na hora, passa um lencinho Hora de Brincar, que serve prá isso mesmo… E se o Lucas colocar a mão na boca depois, não se preocupe! É normal e ele não vai sair latindo, hahaha… É só manter os dogs limpos e vacinados!

    Continua…

  36. Continuando… 🙂

    Banho, ração, água fresca, isso tudo não é cuidado com o cachorro. É obrigação. Cachorro precisa de carinho, de amor e de atenção. Isso não quer dizer que o cachorro tem que dormir no quarto, mas que ele tenha um afago sempre que pedir. Não custa e afinal, vc que escolheu ter cachorros.

    Aliás, para todas as pessoas daqui dos comentários que deram fim nos seus cachorros porque tiveram filhos: SHAME ON YOU! Isso não se faz! Não tivesse tido cachorros antes então! É uma vida! Pode não parecer (mas duvido que ninguém perceba), cachorro tem sentimentos. Ficam tristes e tem ciúmes.
    Sério, eu não consigo imaginar alguém que tenha o mínimo de instinto materno se desfazer de um animal que semanas antes considerava-o como filho.

    Cocô e xixi fora do lugar é claramente uma demonstração de ciúmes e uma forma dele chamar a atenção de seu dono. Falta cuidado.

    Para as mamães que se assustaram com o cachorro avançando em seus bebês, deixo a pergunta: vc estava prestando atenção no momento em que isto aconteceu? Bebê aperta, puxa pelos, puxa rabo, pode machucar o animal se a gente não ficar por perto. E o animal também tem por instinto defender o seu alimento, por isso, mais uma vez eu falo, não deixe a comida do cachorro perto da criança.

    Than, eu tenho uma filha e a relação minha com minha cachorra continua IGUALZINHA. Ao invés de deixar de dar amor para minha cachorra, preferi estimular a minha filha a sentir o mesmo amor que eu tenho pelo animal.
    Dá trabalho? Dá. Trabalho em casa, não tenho empregada, o tempo é escasso como o da maior parte das mães, mas o tempo que gasto na relação bebê-cachorro é o mesmo que gasto estimulando o desenvolvimento e cuidado da minha filha. E investir nessa relação dos dois é um trabalho MUITO recompensador, te garanto.

    No mais, Carol, relaxa, dê atenção para os dogs, estimule o Lucas a brincar com eles (tome cuidado para ele não machucar os cachorros, pois eles podem se estranhar se isso acontecer) e deixe os três serem felizes! E vc também será!

    Beijos!

  37. Oi Carol!! Faz tempo que não comento, desculpe! Sempre leio os posts, mas estou em um momento meio off no mundo dos blogs. Mas como esse assunto tão polêmico está em alta, resolvi comentar um pouquinho… Eu AMO animaiznhos, infelizmente perdi 2 esse ano, um já bem velhinho veio a falecer ontem e ainda estou bem triste! Mas bem…. Eu, apesar de tentar a bastante tempo, ainda não tenho filhos (Than, achei seu comentário um pouco injusto com as tentantes, flor, não sei se foi sua intenção, mas mta maldade falar que "Só quem tem filhos para entender"), Bem voltando tb já me senti mto culpada por não dar tanta atenção aos bichinhos, uma época qd tive que me dedicar mto a faculdade, outra qd minha mãe estava passando por uma depressão, e claro as atenções diminuiam para os peludos, mas assim que a tempestade passava a atenção a eles voltava. É inevitável não nos sentirmos culpadas, isso só reforça o quanto vc gosta deles! E isso não acontece só qd temos filhos, mas com qq mudança radical em nossa vida ou rotina! Pelo que vc escreveu é evidente que se importa mto com eles! Eu acho que essa fase vai passar, pode ser que as coisas não voltem a ser como eram antes, mas acredito que vc conseguirá o equilibrio entre os cuidados com o Luquinhas e os carinhos com os bichinhos! E Luquinhas concerteza terá grandes amigos de 4 patas!!

    bjnhus

  38. Injusto mesmo quem disse que só quem não tem filho pode falar isso.

    Carol, eu entendo seu lado, só não acho justo com os bichinhos…não são bonecos…são seres que possuem sentimentos e muito…não podem ficar sem carinho…mas ok…o filho é seu, a casa é sua e o0s cachorros tb…só acho que se não dá pra ser legal, carinhosa…doe para quem está disposto a ser…eles vfão fic ar mais felizes e vai doer menos que ver a dona que eles tanto amam e são fiéis fazerem pouco caso deles…tenta se colocar só um pouquinho do outro lado.

  39. Pessoas, desculpa!
    Carol desculpas!
    Acho q o problema sou eu e nao meu cachorro nean???
    Tenham seus filhos, seus cachorros, papagaios e piriquitos e sejam tudo felizes!
    A questao é q pouca gente tem noção de q cachorro nao é gente muito menos bebe! Cachorro é cachorro e o meu é tratado tal como. Primeiro minha familia,depois ele!
    Ele nao tem culpa de nada mesmo…tb acho q tenho q mudar minha postura com ele!

    Carol…SORRY…precisava desabafar!!! rs

  40. Gata! Nós já conversamos sobre isso e você sabe minha opinião. Eu acho que a gente se cobra muito mais, os cachorros são bem cuidados, passeiam, comem bem, têm sempre companhia em casa. Com certeza eles vivem muito bem. A questão da atenção e do carinho é passageira. O tempo passa rápido e logo Lucas estará interagindo com eles, brincando e vai ser só alegria. Não acho justo quem os joga na rua de qualquer jeito.

    Eu tenho duas dogs que ficaram um pouco afastadas logo que Alice nasceu. Elas ficam sempre no quintal, mas nos primeiros meses não consegui dar a atenção merecida. Marido sempre procurou fazer companhia a elas e suprir a demanda. Eu sempre fiz questão de dar a comida e brincar nem que fosse por 10 minutos.

    A labrador adora Alice, lambe, brinca. A rotweiller tem medo mas respeita muito. Eu deixo alice tomando sol no carrinho ao lado delas.

    Hoje em dia sempre levamos elas para passearem junto com Alice e é só alegria. Elas curtem a pequena, lambem as mãos, rosto e todo o resto. Dei, como a Flávia, uma desencanada e a coisa tem fluido muito bem.

    A mais privilegiada e que está com Alice em todos os cantos é a gata Madalena que a acompanha desde pequenina. Desde os primeiros dias. Inclusive viu Alice nascer de cima do guarda roupa. Ela tem passagem livre, sobe onde quer e faz o que bem entende. Eu só me preocupo em dar banho e limpar as patas com álcool em gel quando ela sai pra rua.

    Uma coisa que o ped da alice disse e eu levo comigo: nosso leite tem toda a proteção para as bactérias que estão em contato com nossos bebês. Inclusive a dos animais.

    E viva a amamentação! E os animais! E as pessoas sinceras e transparentes que não têm medo de mostrar a cara e falar o que sentem. Por isso te admiro e faço questão de ser sua amiga.

    Beijoca!

  41. Dona Than, a questão é que voce tem que tratar o seu cachorro do MESMO jeito que tratava antes de ter filho!! Se tratava como bebe, não dá pra simplesmente mudar, expulsar do quarto, impor um monte de limites que antes não existiam!
    Não interessa o que voce fazia, mas sim que precisa dar um jeito de continuar fazendo a mesma coisa!!!!!!! Cachorro não é um brinquedo que você pode guardar quando cansa de usar! Tati

  42. Posso me jogar pros leões? rs Carol, eu vejo por outra perspectiva: talvez seja uma boa isso ter acontecido. Animal não é gente. E ponto. Quando aceitamos o Lucho (meu descontrolado lindo!), isso ficou claro pra mim e pro Ale, evitar tratá-lo como criança. Lucho é proibido de subir na nossa cama (sobe na casa das visitas, mas aí é problema do dono da casa que deixa); só como ração; ten lugares proibidos na casa (banheiro é esporro na certa! ele nem se aproxima); etc. Tudo isso aprendi com veterinários e esses programinhas estilo "O encantador de cães". O melhor pro bicho é ser bicho. E talvez agora, passando esse momento meio crise, o Chimi e a Diana vão realmente ser bichos. E vai ser o melhor pra eles, viu? Claro que não julgo nem critico quem trata como gente (tenho um medo do povo que comenta aqui, haha!). Acho normal, e é muito, muito difícil manter a ideia fixa de que Lucho é um cachorro. Mas queria que você não se cobrasse tanto e pensasse em mais esse bem que Lucas fez na vida de vocês. Agora cachorro vai ser cachorro, e pode ter certeza: eles serão mais felizes! =) Saudades, querida!

  43. Than, tentei comentar no seu blog, no post que vc desabafa sobre o Eros, mas como não tenho conta do Google, não consegui… Carol, me desculpa usar seu espaço prá falar com a Than, ok? 😉

    Than, li seu post sobre o Eros umas quatro vezes tentando achar alguma forma de te entender… mas sinceramente, não consigo.

    Quando vc comprou/adotou o Eros, vc não pensou que ele ia crescer? Que o cocô dele ia ser proporcional ao tamanho dele? E antes da Anna nascer, ele fazia cocô do mesmo tamanho que ele faz hoje?

    Acho que vc está cansada, pode não ter a ajuda que precisa prá cuidar de tudo o que vc cuida, mas é muito errado descontar no cachorro! Ele não tem culpa!

    Se ele já fica fora da sua casa, prá que descontar nele? Dê a atenção que vc dava antes! E não falo do tempo, pois sei que com um bebê o tempo é escasso…
    Baseie sua relação com o Eros na qualidade e não na quantidade de tempo que vcs passam juntos.

    Agora, se vc acha que essa raiva que vc está dele não vai passar, vou te dar um conselho que até me dói em dizer isso porque eu sou completamente contra, mas… Arrume uma família que vá cuidar dele melhor do que vc está fazendo.

    Ele merece ser amado. Ele não pediu para vc comprá-lo e merece ter carinho e amor.

    Olha só como os animais são especiais: o Eros também não se importa em dividir a sua atenção com a Anna.

    E te juro, não quero de forma nenhuma parecer grossa ou coisa do tipo, mas num futuro, quando vc pensar que seria legal ter um cachorrinho de novo, faça um favor aos animais: não tenha! Vc já viu que não tem a paciência que é preciso para criar um animal durante a vida toda dele.

    Desejo toda a sorte prá vc e para o Eros.

    Beijos!

  44. Bom Carol, acabei de ler seu post e era o ultimo de uma seleção, pelo titulo imaginei que seria lindo e fiquei simplesmente muito triste.
    Eu não consigo me imaginar numa situação dessas. Sem te julgar pelamoudedeus.
    Mas só consigo sentir tristeza, e justo hoje que pela primeira vez comentei em seu blog bem falando da minha cachorrinha que também trato como filha assim como fazia antes com os seus. Mas jamais conseguiria hostiliza-la por futuro filho, só penso em integração.
    E me dói pensar o quanto eles devem estar sofrendo e se sentindo abandonados.
    Penso em duas coisas muito importantes, não doe. Eles vão sofrer ainda mais. E não evite o contato deles com o Lucas e tente mudar este sentimento dentro de você porque tenho medo de no futuro (tipo Lucas andando) eles possam ataca-los sentido que ele é o alvo do desprezo de que você deu a eles. Não to querendo te culpar, só estou sendo franca como vc foi no post.
    E já que pediu sugestões eu tenho três: 1-Blog Mães com cães, 2- Mãe de cachorro também é mãe e 3- Florais pra ajuda-los na ansiedade de separação, no stress enfim um ótimo chama Rescue Remedy, e se precisar mande email pro Dr. Marcus Fernandes que especialista em comportamento e homeopata e ele poderá te dar dicas é meduardo@usp.br!
    É isso, espero ler novas e boas notícias da convivência de vocês!

  45. Carol, tenho 3 labradores que antes da gravidez eram super ligados a mim, agora a história mudou nunca mais os levei para passear, pq tenho medo q pulem e me derrubem, mas sinto muito a falta deles, de conviver mais e de estar mais perto deles… não se culpe, em outras épocas eu jogaria pedras sim, mas hj entendo e sei q o motivo da distância é pq nos tornamos mães, e como vc mesmo disse: os cães voltaram e ser cães.

    bjoo.

  46. Hahahahaha Desculpa, é trágico, mais é engraçado como apareceu tanta gente defensora dos animais por aqui!! (e tudo anonimo ne, que coisa!)
    Olha Carol, eu te entendo, porque tenho um cachorrinho que amo demais e é meu filho, mais penso muito no dia que tiver um bebe, pois a rotina irá mudar, o tempo não será mais o mesmo, um cachorro latindo, fazendo xixi dentro de casa não é mais legal e todas essas coisas…
    Se as pessoas que estao falando merda conseguem ter seus babys e cachorros todos felizes no mesmo ambiente otimo, parabéns pra elas.
    Eu entendi perfeitamente o que vc disse, vc nao esta maltratando, só não tem mais tempo pra eles, e é normal com um bebe pequeno… Já me peguei pensando nisso várias vezes e por mais que um montao de gente sem noção vai falar que "depois que tiver o seu bebe vai continuar brincando com o cachorro o dia todo" eu sei que as coisas não são tão fáceis assim.
    Enfim, não se sinta a Bruxa Má de Buenos rs
    Mega Beijoo

  47. Nossa, dps desse post vc caiu BONITO no meu conceito.
    MALDADE essa é a palavra.
    Judiação, sempre por perto, dando carinho, atenção qd vc mais precisou, tenho certeza q qd ficava triste, era eles q vinham até vc e agora vc faz isso com eles.
    Estou triste, com vontade de pega-los pra mim.
    Aqui não falta amor pra ninguem.
    Repense seus conceitos.
    Abraços.

  48. bom, eu acho q independente de serem tratados como filhos ou cachorros…isso ñ muda em nada! são seres vivos, q se acostumam com a gente, com o ambiente em q vivem, precisam de atenção, amor e carinho, ñ só ração boa, água e veterinário.
    desculpa carol…eu sei q ñ é fácil, eu comprei uma shih tzu um mês antes de descobrir a gravidez, depois q minha bebê nasceu, naturalmente a atenção q era só dela diminuiu no começo, pela confusão, falta de tempo… mas com o tempo as coisas foram voltando p/ os eixos…hj td mundo vive bem, acho uma graça a relação das duas, minha filha ama cachorros, ñ tem medo e convive mto bem com pêlos e afins (isso sem falar nos beneficios pra saúde do convivio desde cedo com animais, existem já pesquisas a respeito)

    o q eu ñ entendo e ñ concordo…é essa rejeição, essa coisa de "agora perdeu a graça"…ñ entendo, ñ entendo e ñ entendo!

    cachorro ñ é objeto nem brinquedo…q vc enjoa e descarta…
    como é q ñ se pensa nisso qdo adquire um animal?? q vc poderá ter filhos, q ele vai encher sua casa de pêlos, q ele vai crescer, q ele vai ficar doente…enfim…

    desculpe carol, mas hj discordo de vc!

    bjs
    renata

  49. gente, mas onde tá a maldade? falando sério, por favor.

    eu deixei os cachorros de lado, nao os curti durante os primeiros meses do meu filho. Porém, percebi que isso nao foi legal e quero mudar, é isso, simples assim.

    fiquei feliz de muita gente ter deixado dicas e já estou aplicando várias. Mas, embora eu brinque no post dizendo que sou MÁ, isso nao é real e to começando a ficar chateada com tanto julgamento.

    O fato deu nao querer mais que meus cachorros subam na minha cama e que fiquem latindo enquanto o bb dorme e tirando tudo de dentro dos lixos da casa me faz ser uma pessoa ruim? Nunca falei que nao quero mais dar carinho pros meus dogs! Eu quero! Só estou cansada e meio perdida.

    Mas bem, independente do julgamento duro, principalmente vindo de anônimos, estou feliz com a repercussão do texto e disposta a aproveitar muitas dicas.

    Nao me importo que discordem (até pq nem vejo onde discordar, eu nao estou defendendo que é legal ignorar cachorro), mas nao me ofendam â toa, povo!

    beijo grande!

  50. Ihh Carol…

    Nem li todos os outros comentários por que né? Bombou! Mas assim, passo pelo mesmo então, super te entendo.

    Aqui meu cachorro também deixou de ser meu filho pra ser um cachorro, que é o que ele é de verdade. Eu é que antes o tratava de maneira errada, supervalorizada e humana demais.

    Hoje sou realista e mais responsável, acredito. Cachorros são barulhentos, trazem horrores de sujeira para a casa, sem contar os gastos!
    Quantas vezes me peguei meio irritada por gastar com aquele remédio caríssimo pra pulgas enquanto economizava no leite do Vicente. Mas né? Adotei, então, paciência.

    Meu cachorro é terrível, tanto é que ninguém me visita por conta dele.
    Não tenho dinheiro pra adestrar, então, a solução é suportar. Confesso, suporto.

    Já pensei em doá-lo também, mas acho maldade (também) já que ele é super apegado e acostumado a nós.
    Mas, já decidimos que esse será o último bicho de estimação por aqui.
    Por que, pra ter um pet é preciso ter tempo, dinheiro, paciência e muito amor pra dar. Se falta alguma coisa é melhor não ter, né?

    Te digo que fiquei umas nãoseiquantas vezes tentando postar isso no blog antigo, mas sempre adiei e, adivinha por que? Por conta dos comentários negativos que com certeza viriam. Hoje em dia, cachorro é sagrado (tá eu acho que tem que ser mesmo, mas tá virando uma coisa até meio exagerada!) e ai de quem disser que simplesmente, não quer tê-los.

    Beijos!

  51. Carol,
    eu entendo sua falta de tempo, mas eu estou com muita pena dos animais.
    Eu amo cachorro, acho que eles são super companheiros.Tudo bem trata-los como cachorros, mas uma atenção de 5 minutos, ou sair para passear, ou jogar um pouco de bola faz se necessario not matter what.
    Li muitos comentários, mas me pareceu que a grande maioria não tem o mesmo amor que eu tenho pelos animais. Fui criada com cachorros desde sempre, tenho horros aquelas pessoas ou crianças que tem medo de cachorro.
    Então minha opinião é, sim os trate como cachorros mas se organize para ter ao menos 5/10 minutos de chamegos com eles.
    A convivência do Lucas com os cachorros terá muitos benefícios no futuro.
    Beijos

  52. Carol amei a franqueza de sempre 😀

    olha por aqui não tinhamos cachorros, e entao q quando a Giovanna estava com uns 10 meses resolvemos arrumar -um filhotinho- juro que ainda está sendo um pouco difiicil a nossa adaptação, coloco agua, comida, arrumo o lugar de dormir, mais não deixo entrar dentro de casa, tenho pavor dela chegar perto da Giovanna e outras bizarrices mais, marido já eé mais sussa e acaba q deixa a bendita extrapolar -as duas- a filha e a cão, não sei quem tá errado ou certo, mais só sei que por aqui ja ta dito cada um no seu quadrado… e a cachorra no quintal…

    bjocas em vcs 😀

  53. Carol desculpe usar aqui tb mas preciso responder a Patricia:

    Patricia querida, vc nao entendeu PATAVINAS do q eu escrevi no meu post né?
    Sinto por vc e pelasua total ignorancia!
    Alias, ng aqui entendeu o post da Carol!
    Sinto por quem criticou!!!!
    Vcs precisam de algumasaulinhas de interpretação de texto!

    Sorry Carol…juroqfoi a ultima vez!

  54. Oi Carol,

    tenho uma pequena muito fofa de 7 meses, um buldoque e um papagaio. Lendo seu post me vi nele, foi assim comigo também. Outro dia fiz carinho no meu cachorro e ele não entendeu nada, ficou com medo até, pra você ver em que nível a coisa está. O papagaio grita tanto que eu e meu marido já resolvemos: vamos doá-lo. Achamos um lugar legal pra ele ficar, uma fazenda onde vivem outros dois louros. Pro meu marido está sendo uma barra se desfazer do bichinho. Pra mim está sendo um alívio. Se pudesse doaria o cachorro também. Mas meu marido disse: "você está louca?". Menos mal que vou ficar só com o latido e os pêlos pela casa. Os gritos e a sujeirada que um papagaio faz (casca de sementes por todo canto) já eram. Também me sinto mal, não tenho mais nem um centésimo de carinho pelos bichs que tinha antes. Um lado da maternidade que não conhecia, mas que assumo mesmo.
    Um beijo pra você e pro Lucas, que está muito lindo!

  55. Ah…Than vc deveria ter vergonha…não deixe sua filha ler essas coisas!!1

    Carol…desculpe pelo julgamento, mas não dá…e na boa…pense bem antes de ter 0 2ºfilho…vc tb vai ter que se dedicar a ele…o Lucas vai ficar com ciúmes, vai fazer pirraça…e aí? Vc vai deixar ele de lado? gritar com ele e achar que se ele tem casa e comida pronto…já é feliz!!!
    Acho que não né….a única diferença é que os dogs não gritam ou choram…latem e sofrem do mesmo jeito. E o que mais me surpreende é uma pessoa que conhece a dor da perda muito de perto, que viveu isso na pele, possa agir assim…os seus cachorros na prática perderam o que mais amavam de repente tb, e o pior, essa pessoa está ao lado, eles veem e mesmo assim perderam…eles estam sim sofrendo e MUITO!!!
    Pense melhor e mude isso….
    Ana

  56. Olha, Bolsa Escola pro povo aqui aprender a LER e INTERPRETAR! E um pouco de educação ajuda também, viu?

    Que vocês queiram passar pro mundo uma imagem de mulher perfeita que cria 10 filhos com sorriso no rosto, lava, cozinha, limpa casa, espera marido, fode gostoso todas as noites e ainda limpa coco de cachorro sorrindo, isso é problema de vocês.

    Mas a linha entre o bom senso é bem sensível. E Ana, seu comentário passou com forca essa linha. Quem é você pra falar da perda de alguém, pra medir essa perda? A sorte de vocês é que a Carol tem classe e muita paciência. Eu já tinha mandado todas vocês mal educadas cuidar da própria casa, do próprio blog, dos próprios cachorros e das PRÓPRIAS PERDAS. Cada um no seu quadrado!

    Hmpf!

  57. Ai, ai, ai!
    ( eu sou a que disse que tem um filho adotivo e dois cachorros)
    eu entendi o que a Carol quis dizer, não concordo que ela tenha deixado os filhos caninos de lado, mas se ela própria está dizendo que quer/vai tentar mudar isso já é ótimo, vamos, como boas leitoras dar o maior apoio para que isso aconteça de uma forma feliz para todos, os cachorros não guardam mágoas, e assim que ela começar a dar mais atenção para eles o amor volta com força total, a Ana foi um tanto mal-educada ao falar das perdas da Carol, ninguém pode dar menos ou mais importancia para isso, cabe a ela esse papel, e pelo amor de Deus um pouco mais de educação, eu li a postagem da Carol, torço muito para que tudo de certo, mas li também a postagem da Thania e concordo com quem disse que ela é uma desregrada, uma pessoa ignorante e sem noção, não só pelo cachorro que ela abandonou e agora odeia, mas pelo contexto todo do blog dela, mas Thania é Thania e por sorte a Carol é beem diferente pelo que posso ver, torço para que tudo fique bem logo, apenas reforço que os cães são puro amor, talvez fosse bom a Carol ler aquela postagem tão bonita, em que ela falava do carinho que sentia pelos cachorros enquanto Lucas mechia na barriga, não deixe isso se perder, Carol, espero que tudo fique bem aí, e essa postagem já rendeu um taanto, espero que não supere os comentários do nascimento do Lucas para não ficar feio, hehehehe…
    Só não comento com meu nome porque não posso logar de onde estou, mas tenho vergonha de mostrar a cara não, só acredito que o anonimato exista justamente para ser usado e sem paranoias com isso, me chamo Gabriela e moro no RS, se isso deixa as pessoas mais felizes. 😀

  58. Ana, rude, grosseiro e mal educado o seu comentário totalmente desnecessário sobre as perdas da Carol.

    Vc não deve saber a dor que é não poder contar para a sua mãe que vc está grávida ou cada gracinha que seu filho faz.

    Vc não deve ter a mínima idéia do quanto contraditório é o sentimento de alegria de ter seu filho nos braços e a tristeza de ter sua mãe no céu.

    Eu sei o que é isso. A Carol sabe. E isso dói muito. Tbm sei que isso é um assunto muito delicado para ser usado como comparação seja do assunto que for.

    A Carol não é a Than. Ela não quer se desfazer dos cachorros. Pelo que eu entendi, ela quer que o relacionamento entre ela e os dogs volte a ser como era antes.

    Than, calma cocada! Em momento nenhum te ofendi e vc me chama de ignorante? O comportamento da sua filha e do seu cachorro nada mais são do que o reflexo das suas atitudes. E vc mesmo fala isso várias vezes em seu blog!
    Mas já que vc só aceita elogios e não uma crítica construtiva e sem ofensas, nem vou argumentar mais com vc. Ces't fini!

    Lívia, não sou e estou muito longe de ser a mulher maravilha ou perfeita. Mas amor aos animais é algo que por mais atarefada que eu esteja, nunca vou deixar de sentir.

    Carol, depois dá uma lida nas dicas que eu deixei ali em cima! Tô torcendo prá que o amor que vc sentia pelos dogs renasça ainda mais forte!

    Beijos!

  59. Nossa Carol, imagino o quanto deve ser difícil para ti mesmo, lendo me lembrei do filme Marley e Eu quando ela consegue colocar os filhos para dormir e o Marley começa a latir e acorda eles e ela quer morreeeeeerrr!!!! Eu tenho apenas uma cachorrinha e ela é muitoo mimada, sei que vai ser bem ruim para ela quando o Enzo nascer, a diferença é que eu moro com a minha mãe e tem bastante pessoas em casa para dar atenção para ela já que eu não vou poder hehehe!!! Mas corageeeemmm e boa sorte 😉

  60. Carol, leio sempre seu blog mas nunca comento, mas hj acho que merece um comentario (já que tem tanta gente te detonando)Vou te contar minha experiencia: tenho um filho de 1 ano e uma schnauzer de 5. Até ele nascer ela era a bebezinha da casa, mas depois que ele nasceu as coisas mudaram bastante.É claro que a atenção que a gente dava pra ela diminuiu muito. Meu filho, ainda por cima, nasceu prematuro, então vc pode imaginar como as coisas por aqui ficaram conturbadas. Qdo ele veio pra casa ela sentiu muito. Latia por nada, fazia xixi e coco no banheiro, um horror. eu já me irritei muito com ela, e já pensei em mandar ela pra casa da minha mãe por uns tempos. Mas não tive coragem. Aos poucos(e isso tem pouquissimo tempo) as coisa estão se ajeitando. Ela não morre de amores por ele, já tentou morde-lo algumas vezes. ele tbem não da muita ideia pra ela não. Eu tenho tentado aproximar os dois, tenho dado mais atenção pra ela, inclusive qdo estou com ele. Enfim, te entendo perfeitamente. Ninguem vira uma bruxa devoradora de caezinhos depois que o filho nasce, mas é fato que algumas pessoas investem seu afeto, quase que exclusivamente, no bebe por um bom tempo e isso não é nada anormal, passa, com o tempo as coisas vão se ajeitando. Por favor, não se sinta uma mejera! Vc já deu conta de muita coisa mais punk do que isso, vai tirar tudo de letra, é so dar tempo ao tempo. um beijo! Helena

  61. Carol…desculpa…qdo falei das perdas não quiz te ofender ou qualquer outra coia…eu respeito e mto isso…acho que expressei mal, não queria mesmo brincar com isso…só quis dizer que seus cachorros estão te perdendo…Patricia, eu me expressei mal mesmo…não quis brincar com esse tipo de coisa tão séria, e não desejo para ninguém a dor da Carol….Me retrto publicamente…DESCULPA CAROL…Sou sua fã, amo ler seu blog, admiro a maneira como se mostra de verdade sem pintar a vida como um castelo encantado…só critiquei a questão dos cachorros pq amo demais esses animaizinhos e me dói mto imaginar qualquer tipo de sofrimento deles, mas em nenum momento quis te magoar ou brincar com suas perdas. Mais uma vez desculpa.
    ANA – RJ

  62. Carol, acompanho seu blog desde a metade da sua gravidez, e digo que concordo com 95% do que você diz. Um bebezinho difícil em casa enlouquece qualquer uma, então, para manter a sanidade, temos que eleger prioridades. E, com certeza, a prioridade é manter o ambiente equilibrado (sem ruídos,tumultos ou sujeira), para obter um pouco de paz.
    É fácil julgar sem estar na pele dos outros… Depois que tive filho compreendi que a experiência do início de maternidade (digo início porque o tempo melhora tudo) é única para cada pessoa, as histórias e contextos são diferentes, o próprio temperamento de cada bebê é diferente, então cada um tem o direito de procurar e encontrar seus próprios caminhos para ser feliz. Sem falar nas dificuldades de adaptação à nova vida, o turbilhão de hormônios, a privação de sono e o instinto visceral de proteção do bebê.
    Ignore as pedradas e siga em frente. Só você tem o direito de se julgar.
    Parabéns pela sinceridade e sensibilidade.
    Ana Carolina.

  63. Oi Carol, Eu sempre leio o seu blog, quase sempre penso em comentar e nunca faço. Mais hj eu tenho algo para te dizer: Eu sou mais bruxa que vc!

    Quando meu primeiro filho, fez dois anos eu PENTELHEI meu marido até ele me dar um cachorro. Eu pedi um york, ele me deu um poodle, que um dia mordeu meu pequeno que tem a cicatriz até hj(ele fez 14).

    Como eu tinha 18 anos na época, aquilo me chateou muito, masss adolescente que eu era achava que dava conta, e dei… Até o ano passado qdo o Bono Vox morreu em fevereiro, e eu me vi grávida em outubro. Agora eu tinha 4 gatos… fui adotando da rua, uns que encontrei em perigo. Eram meus xodós.

    Só que mais velha(31)eu já achei o contrário: Não vou dar conta.. 🙁 pois a minha psicose já começou na gravidez, eu não limpava mais a caixinha e desenvolvi pavor de pelos. Qdo a Vic nasceu(maio)eu nem queria vir para a casa. Qdo ela fez 4 meses eu não aguentei e os dei para minha tia.

    Eu os amava, e sonho com minhas gatinhas até hj. Mas não dava… eu era infeliz, eles tb… Visualiza a quantidade de pelo de 4 gatos enormes num apartamento… Não importa o que digam, eu peito minha decisão, e fiz o melhor para nós 5. Meu marido reclamou, meu filho chorou, mas era mais do q eu podia suportar.

    Então é isso… EU sou a bruxa má do oeste. Mas uma bruxa tranquila.

    Independente do que qq um diga ou se decepcione com vc, faça o que for melhor pra vc.

    A maternidade é igual a histórinha do velho, o menino e o burro… Vc NUNCA vai agradar a todos.

    Então é isso, bjss pra vc,boa sorte, e fica bem 🙂

    Ahhhh meus gatos estão bem vivendo com a minha tia, q esta super feliz com eles.

  64. Oi carol, espero que esteja tudo bem ai em buenos 😀

    Então, li seu post e entendo o que você deve estar passando. Eu ainda não sou mãe, mas entendo perfeitamente.
    O grande problema disso tudo é que vc tratava seus dogs como seus filhos(como vc mesma disse). E Carol, eles na verdade são seus filhos mesmo, só que de uma outra forma (mas não menos importante né).
    Eu acho que vc tem que continuar assim, apresentando o Luquitchous pra eles de pouquinho em pouquinho, mas embora seja dificil, tente dividir um pouquinho do seu tempo com eles tbm! Sei que seu baby requer atenção, pois ele é tão baby ainda, mas vc não pode simplesmente ficar brava com eles sem nem ao menos tentar entender o lado deles né; Imagina só: dormiam na sua cama, e do nada foram excluidos de (quase) tudo que não envolva você-bebê-marido. Eles ficam confusos, sem saber o que fazer, achando que a culpa é deles, que estão fazendo algo de errado. Então acabam fazendo xixi e cocô pela casa, além de destruir alguma coisa e latir! Eles estão com medo das mudanças, vão precisar se adaptar a uma rotina totalmente nova.
    Assim, não querendo meter o bedelho né, pq sei o quanto é difícil pra vc MÃE, mas…não faça isso com eles Carol! Bicho tem mais sentimento do que homem, e eles não são brinquedinhos que vc pode usar e quando enjoar 'passa' pra frente, sabe? Isso faz eles ficarem confusos, bravos, com medo das pessoas (sei disso pq conheci uma cachorrinha assim, mas ela melhorou depois). Carol, vc tem tempo pra mudar as coisas, mas vc tem que começar rápido, sabe porque? Porque daqui a pouco o luqui vai estar andando atrás deles, puxando o rabo, beliscando…e eles vão morder ele! Faça com que eles sejam amigos, deixe eles começarem a intimidade deles, porque pro chimi é mais difícil, pra ele o Lucas é um treco esquisito que não deveria estar ali – ali é o território do Chimi.

    E outra, o Lucas vai amar ter os dogs por perto quando começar a entender o que eles são! Não doe eles, juro amore, vc vai se arrepender pra sempre, vai se culpar pra sempre…

    Carol, bicho não é descartável, e eles só querem um pouquinho de atenção! Que tal passear com o carrinho do Lucas e eles amarrados no carrinho tbm?
    Espero ter te ajudado flor!
    Beijocas
    ;*

  65. Existe uma pesquisa que diz que a boca do ser humano é muito mais suja e cheia de bactérias do que a de cachorros criados em apartamento. e cães criados como filhos AGEM como filhos, foi por isso que eles estavam tentando chamar sua atenção, como uma criança pequena que ganha um irmão e acha que esta sendo substituida. Você tem que saber equilibrar o seu tempo, seu carinho e sua nóia, pois eles não escolheram morar com você, você foi lá e os pegou, portanto é de sua responsabilidade que os cães sejam criados com um mínimo de amor e carinho possível e não apenas com comida e água fresca.

    Luísa
    Tenho 3 filhos e 2 cães.

  66. Bom, eu nem acho tão polêmico assim, porque quem passa pela situação, mesmo que não tenha os mesmos sentimentos, pelo menos consegue entender.

    Minha experiência foi muito parecida, embora fosse com um gato, que nunca acordou minha filha. Mas minha gata foi uma super companheira na gravidez, e uma coisa que eu sempre me lembro foi de prometer que eu não ia abandona-la quando a baby nascesse. Óbvio que eu não cumpri, e algum tempo depois percebi que ela não tinha mais a atenção que merecia, e me senti culpada. Depois de um tempo as coisas foram se ajeitando, e conseguia um tempo para dedicar a gata. O final da história foi quando nos mudamos de estado, e a minha gata ficou com uma senhora q trabalhou lá em casa. Eu fiquei muito mal, mas não tinha como levá-la naquele momento. Eu sinto falta dela, e agora acho que a Sofia ia adorar a nossa gata.
    Então acho que você deve relaxar mesmo, largar o nojo de mão, e ver os resutados daqui a pouco, quando o Lucas interagir com eles, e te garanto que o amor será recíproco!

    bjss

  67. Oi Carol!

    Super normal o teu sentimento. Um bebê muda completamente a nossa rotina e nos deixa bem perdida às vezes.
    Mas em relação a história com os cachorros, sabe que o que funcionou aqui em casa foi o marido entrar na jogada. Ele assumiu total a responsabilidade com nosso lhasa, principalmente a parte de brincar e dar atenção.
    Claro qeu quando dá eu e o Vítor aproveitamos para passear junto, porém não é sempre que tenho tempo (e disposição).
    Então dividimos assim: prioridades do bebê comigo e prioridades do cachorro com o marido.
    Tem funcionado bem, embora o cachorro fique meio doidão quando está só comigo querendo chamar a minha atenção. Mas eu também me esforço para ficar um pouquinho com ele e poder dedicar pelo menos uns minutinhos do dia.
    E sobre lembidas e babadas eu fiz como a Flávia: desencanei! Claro que tô sempre de olho, mas não sou mais super neura que qualquer coisinha já corre pro álcool gel. Leva tempo, mas passa.

    Beijos e boa sorte!

  68. Carol, nós temos 5 gatos. É verdade que gatos são muito mais independentes que cães, mas claro que demandam carinho e atenção, ainda mais que uma é deficiente. O único lugar de acesso controlado na casa depois do nascimento da Clara é o quarto dela. Isso pra evitar que eles durmam no berço. Logo que ela nasceu deixamos uns 2 dias sem eles entrarem no nosso quarto, pois ela ficava no carrinho e sempre comigo na cama, mas logo desencanei e hoje eles frequentam nossa cama livremente. Ela ja comeu ração algumas vezes, vive com a roupa cheia de pelo, mas gosta bastante deles. O conflito que temos é controlar os excessos dela, principalmente com a deficiente, que não consegue se defender. Na casa dos meus pais tem uma cachorrinha que já teve bastante ciumes da Clara mas agora as duas já estão bastante amigas (exceto qdo ela rouba tudo o que a Clara está comendo. rsss). Enfim, tudo isso só pra te dizer que são só percalços, que logo o Lucas vai curtir bastante os cachorros. Mas o que eu acho ser mais importante nesse momento é vc tentar resgatar a relação que tinha com os cachorros. Não precisa ser necessariamente igual ao que era, tudo bem eles serem tratados como cachorros, mas vc precisa redescobrir sua relação com eles. Os animais são mto sensíveis a essas mudanças e eles realmente estão sofrendo, mas basta vc se dedicar e se doar um pouco q eles vão ficar mto felizes. Tenta desencanar da história da limpeza, pq eles são saudáveis, o Lucas não vai ter problema com lambidinhas inocentes. Se dê um tempo e se depois de tentar mudar a situação vc ainda não se sentir realmente a fim de se dedicar a eles, talvez seja o caso de procurar um novo lar. Mas na minha opinião esse é o ultimo caso, pq eles sofrem muito, ainda mas se forem separados agora. Caso parta pra esse lado, seja muito criteriosa e consiga um lar realmente bom pra eles…
    Beijos e boa sorte.

  69. Carol querida, trocando dois cachorros por um gato, eu poderia ter escrito esse texto, mas não escrevi porque não tenho a sua coragem, então parabéns e obrigada por botar o dedo na ferida. Sinto vergonha e tristeza por isso, mas minha atitude e sentimento pelo meu gato mudaram com a maternidade. Minha paciência com os pêlos por todo lado e os miados fora de hora acabaram e eu simplesmente não sei mais ser naturalmente carinhosa com ele. Ele andou doentinho e isso só aumentou minha culpa, então tenho forçado a barra para mudar e até que está dando algum resultado. Ver como ele é fofo e paciente com o Martin também está ajudando a reverter a situação. Muito boa sorte com seus cachorrinhos! O mantra da maternidade não é "vai passar"? Então! Vamos esperar que isso também passe, né? Beijos

  70. Eu acho qua para resumir o que todas falaram, algumas extremadas, outras cansadas dos bichos, outras apaixonadas, as dicas são:

    – Os cachorros precisam de carinho e atenção. Fato. Carol ainda não desistiu deles. Fato. Então, 1a dica é encontrar um tempo diário para curtir os bichanos

    – Envolver mais o maridón. Se vc nao pode passear, ele precisa ajudar com isso. Ele precisa tb dar um pouco mais de atenção aos cachorros, não só a Carol.

    – Desencanar um pouco das bactérias e afins. Nenhuma criança nunca ficou doente por isso, basta ter os cuidados básicos

    – Começar a aproximar Lucas dos cachorros, de forma tranquila

    – Querer! Querer muito que dê certo e fazer de tudo para isso!!!!!

  71. Genteeeeeee ta explicado o problema da THAN, dá uma olhada no blog dela no post que ela fala sobre a reacao do marido à gravidez? Se chama "ele é o pai, certo?" Nossa, mt triste!

  72. Será q vc vai ler meu comentário dps dos 80 ai de cima???
    Sinceramente, não doe seus cães… eu tenho 32 anos e desde que nasci, sempre tive cães em casa e foi a melhor coisa da minha vida. A "Susi" dormia debaixo do meu berço pra tomar conta de mim (olhos cheios d'água de saudade). Cresci com ela, eu era a unica que ela deixava chegar perto dos filhotes dela (na verdade eu invadia o seu espaço, tirava ela da caminha dela, pra ficar com os filhotes… e isso eu tinha 3 anos).
    Seus cães so precisam de um pouco mais de atenção. E quando seu baby crescer um pouco mais, serão grandes amigos. Vai por mim, experiencia própria. E esqueça esse lance de bacterias… seus cães são bem cuidados.
    Bjs da Cristiane Mello

  73. Posso falar?
    Vc errou, mas quer consertar tudo isso, vc é humana.

    Eu tenho uma lhasa que também é a nossa filha querida.
    Na maternidade eu só pensava em ir pra casa para ve-la. Quando voltamos a adaptação foi bem complicada. Ela ficou bem curiosa, com receio, sondando…

    Sempre, desde RN deixei o Fe perto dela, ela cheirava ele, ele sorria, e eu pensava VAI SER TUDO LINDO. Mas o Felipe começou a engatinhar virou loucura. Ela não podia ve-lo que ela avançava. Eu morria de medo dela machuca-lo. Sempre que possível eu sentava com ele no chão e fazia carinho com a mão dele nela…
    O tempo passou, ele cresceu e agora quem perturba ela é ele. Puxa o rabo, corre atras etc etc. Ela avança ele as vezes e ele ri, nota-se a indignação dela ao perceber que ela já não o assusta rsrs

    E eu? Não sou mais a preferida dela. Ela AMA o Felipe e ele AMA ela, tem paixão, loucura…
    Claro que no inicio eu não tinha tanto tempo pra ela… mas tente, vc vai se reaproximar e logo tudo volta ao normal.
    Aqui fazemos cama compatilhada, meu marido, Felipe, Lucy e eu. Amo acordar com o Felipe rindo, por que foi acordado pela Lucy tentando roubar suas meias.

    Quando o Lucas dormir sente no sofá com eles, enquanto lava a louca chute a bolinha, na hora do almoço divida o seu bife com eles… inclua itens deles na sua lista do mercado. O esforço vai ser valido, vc vai ver. O Lucas vai ser extremamente grato a vcs, por deixarem ele conviver com esses bichinhos.

    Se eles estão vacinados e tomam seus banhos sempre, acredite, não vão fazer mal. A boca deles é mais limpa que a nossa, tenha certeza. E vc nunca deixou de beijar seu filho por medo ne?

    Não se culpe, vá com cauma. Passe ao seu marido a responsabilidade de dar mais atenção e mimos a eles nesse momento, e se vc quer mesmo, como disse ali em cima, vc vai conseguir. Vc é forte, tem tudo pra fazer essa relaçao dar certo.
    Eles são cachorros, mas te amaram antes do Lucas, então os ame, com ctz eles trocariam a cama confortável, a melhor ração do mundo por cinco minutos no seu colo. Pense nisso.

    Cachorros são animais, mas se um dia foram tratados como gente merecem isso pra vida toda… com calma tudo vai se ajustar.

  74. Continuo acompanhando vocês, mas praticamente não comento, haja vista a fila enorme que você tem que ler de comments…ehehehe mas passo pelo mesmo perrengue que você, com dois gatos persas. Arthur já vai fazer 3 anos, e eu ainda tenho raiva das coisas que meus gatos fazem pra chamar a atenção. Também já tive vontade de me desfazer dos dois, mas assim como vc, tb acho maldade, afinal, eles não tem culpa, a culpada sou eu.Mas não é nada fácil MESMO.

  75. Carol, sei que é clichê mas preciso falar: vai passar, melhora muito quando o bb cresce mais um pouco. Juro por Deus. Deixe de se cobrar um pouco, os dogs ficarão bem, eles são dotados de um amor incondicional, lembra?? Juro, vai melhorar. Dê um tempo.

  76. Bom, eu sou aquela pessoa que não suporta cachorro e não consegue entender como pode existir alguém no mundo que os trata como pessoas.
    Gente é gente, bicho é bicho.
    Te entendo e te abraço, Carol.
    Beijão

  77. Parabéns pela franqueza, absurdo quem compara bichos com filhos… Cada um sabe das próprias necessidades e dificuldades.
    Não tenho cachorros, sempre amei cachorros, e não quero nenhum por perto desde que Clarissa nasceu.
    Um abraço!

  78. Nossa Carol que bombardeio de informações, eu gostei dessa interação!
    Acho vc muito verdadeira em fazer esse post, ué vc passou por esse momento e resolveu expor isso… q que tem de mais.
    Fica tranquila.
    Bjo Bjo

  79. Carol, não li os comentários e só vi este post hoje (tô em ritmo de viagem), mas acho que é um execelente tema para alertar as pessoas que esta humanização dos bichinhos de estimação não é boa para ninguém. Eu também tive um "filho" cachorro e o chamava de filho, mas eu era criança/ adolescente e ele era como um bonecvo. Na vida adulta, mesmo sem saber se queria ter filhos, comecei a ver com olhos críticos esta história de chamar e TRATAR cachorro como filho, levando para dormir na cama (isso eu não fazia com o meu) e estas coisas. Não acho legal, não acho saudável (para os bichinhos) que a relação seja assim. E, como vc dissem, quando a gente tem um filho a gente vê que é impossível manter. Filho é filho, é prioridade até sobre a gente. Se até os maridos ficam em segundo plano, imagine os pets.
    Eu acho que vai ter de rolar uma demarcação de lugares deles no apartamento, para vc se sentir melhor. Lucas está numa fase em que precisa muito de chão e vc vai privá-lo disso por causa dos cachorros?
    Eu (vão me chamar de bruxa, prestenção) doaria, pois não consigo imaginar dois cachorros e um bebê high need em um apartamento. Mas, se vc quer tentar, o lance é a demarcação de território e muitas saídas com eles, que precisam de rua, espaço etc.
    Beijos e boa sorte, acho também que, com o Lucas maiorzinho, a convivência deve melhorar

  80. Ahahahah, li os comentários e tô morrendo de rir. Desculpa, mas eu ri dos anônimos.
    Ninguém reclama que os maridos ficam de lado e deixam de receber nossa atenção, mas cachorro, pelo visto, é animal sagrado.
    eu não vivo neste mundo, sorry. Minhas filhas AMAM cachorro, eu adoro, mas não darei um para elas, porque moro em apartamento e me preocupo com o bem estar de todos, nosso e dos cachorros. Ou seja, adoramos os cachorros dos outros.
    E, sim, deixo de visitar amigos cujos cachorros são mal educados e não têm limite, são tratados como gente e podem tudo. Isso acontece na minha família também, acho muito triste e meio doentio (por parte das pessoas)… mas todos os casos que conheço são de gente que não tem filho.
    Beijos de novo

  81. Eu tenho duas gatas e dois filhos. Quando minha filha nasceu elam ficaram BEM mais carentes tb e passaram e deitar no colo de pessoas que iam nos visitar. Isso me chamou atenção, pois jamais elas fariam isso. Vi que estava vacilando e que precisava dar mais atenção.
    Então…. quando minha filha fez 6 meses, voltei a deixar que dormissem comigo e passou. Hoje minha filha que tem 2 anos AMA as gatas e o bebê gargalha quando elas se aproximam, quando elas saem, ele chora. UMA GRAÇA. Mas a verdade é o que vc disse, antes eles são filhos e depois viram apenas bicho. isso é NORMAL.

  82. Carol,
    Não vou dar palpite pq não tenho filhos, então sei que é diferente. Tem toda a atenção que um bebê precisa, o cansaço, as noites mal dormidas. Acho que vc teve razão quando se irritou com as atitudes deles (que só queriam atenção). Enfim…só não acho legal doar, até pq se não me falha a memória, a fêmea foi adotada, né? Teria que passar por outra adaptação. Não acho legal se desfazer de bichos, eles não são roupas nem objetos; sem falar que se apegam aos donos, têm "sentimentos". Massss mesmo que vc resolvesse fazer isso, acho que é uma decisão sua, vc é quem sabe o que é melhor pra vc.

    Tem dicas ótimas aqui de quem tem filho E animal (acho que quem não tem bichos em casa — algumas disseram que não suportam (ui, meda!) — nem deveria opinar nesse sentido pois não vive a situação com um animal.
    Desencana um pouco sobre a limpeza e etc. Eu tenho bichos (gatos e cachorros) desde criança e acho que por isso mesmo nunca tive alergia a nada, muito menos a pêlos; nem nunca peguei nenhuma doença. Já está comprovado cientificamente que crianças criadas com animais desenvolvem um sistema imunológico mais forte. Já li isso trilhões de vezes. Eu sou a prova viva.

    Bjs.

  83. Carolzinha, agora que vi esse post!!! Deu tilt no meu "blogroll" e perdi minha lista!!! Estou recuperando aos poucos…
    Não estou com tempo pra ler os comentários acima, MAS ENTENDO MUITO o que você está passando. Eu já fiz um post sobre isso, sobre meus sentimentos com meus bichos… e essa "raiva" começou justamente quando tive meus filhos… (cheguei a doar um de meus cães… pra uma amiga q eu sabia que cuidaria bem melhor q eu…). Sinto exatamente isso sobre o trabalho, os pelos, o espaço… QUE BOM QUE VC ESCREVEU!!! Beijo!

  84. Realmente a Paloma falou e disse quando se referiu a ser errado humanizar os animaizinhos.Concordo.Pq mais tarde qdo vierem os filhos,eles se sentirão desprezados..
    Moro num sítio,sou bióloga e tenho varios cães e gatos..Amo demais meus animais mas eles não dormem dentro de casa..tem tudo de que precisam e muito,muito carinho..Detesto visita "fresca" que tem neuroses com animais e prefiro nem receber pessoas assim..essas pessoas sim,considero doentias..

    Pq os meus animais moram aqui.a casa é DELES..Quem não gosta deles não precisa vir aqui..

    Bom,marido fica em segundo lugar qdo nasce o bb,é normal..só que marido é humano e racional,haverá de entender a situação de alguma forma..Já o animal que é tratado como filho,como bebê, para preencher vazios da futura mãe(isso tbm é doentio)que ainda espera ter o "filho de verdade"(sou tentante,mas tenho meus bichos por amor a eles não p substituir ninguém),esse animal não tem como entender o pq de tanta mudança de repente..Por isso acho sim que cachorro é sagrado,assim como tudo o que é vivo e criado por Deus..Não vejo motivo nenhum para riso por algumas pessoas pensarem assim.Cada um sabe de si..

    Acho que quem vai deixar o bichinho de lado depois do bb,não deve nem pensar em ter um..Adote um animal por amor e respeito a ele e não para preencher carencias e depois doá-los.Falo isso por não ter filhos?Com certeza dirão as mães.Mas não uso meus bichos,amo eles mas não trato como bebês.E,se um dia eu for mãe,pretendo continuar do mesmo jeito c eles.

    Bom,o mais triste é ler comentários que separam o mundo em duas partes:a de "quem tem filhos" e a de "quem não tem filhos".
    É triste pq eu não tenho filhos,mas se ter filhos,significa que não vou amar mais meus animais,vou ficar insensivel a eles..então sinceramente, se é para eu mudar a tal ponto,prefiro continuar assim..Acho que sou eu que não sou desse mundo..

    Os seres humanos de repente um dia irão parar para perceber quanto amor um animal é capaz de dar..O dia que existir esse respeito a todos os seres vivos,e que todo mundo aprender que o ser humano não é melhor que os animais em nada(muito pelo contrário!),verá que existem cachorros por aí que valem mais que muita gente..

    Me enquadro na "parte do mundo" de quem "não tem filhos",aquela parte que "não sabe nada da vida",a "parte doentia"..Mas,lendo tudo isso,refleti e concluí q,ao invés de me ofender devo pensar que estou muito bem assim..Mas,essa é MINHA OPINIÃO..Bjs,Carol!!Bom post!

  85. Realmente a Paloma falou e disse quando se referiu a ser errado humanizar os animaizinhos.Concordo.Pq mais tarde qdo vierem os filhos,eles se sentirão desprezados..
    Moro num sítio,sou bióloga e tenho varios cães e gatos..Amo demais meus animais mas eles não dormem dentro de casa..tem tudo de que precisam e muito,muito carinho..Detesto visita "fresca" que tem neuroses com animais e prefiro nem receber pessoas assim..essas pessoas sim,considero doentias..

    Pq os meus animais moram aqui.a casa é DELES..Quem não gosta deles não precisa vir aqui..

    Bom,marido fica em segundo lugar qdo nasce o bb,é normal..só que marido é humano e racional,haverá de entender a situação de alguma forma..Já o animal que é tratado como filho,como bebê, para preencher vazios da futura mãe(isso tbm é doentio)que ainda espera ter o "filho de verdade"(sou tentante,mas tenho meus bichos por amor a eles não p substituir ninguém),esse animal não tem como entender o pq de tanta mudança de repente..Por isso acho sim que cachorro é sagrado,assim como tudo o que é vivo e criado por Deus..Não vejo motivo nenhum para riso por algumas pessoas pensarem assim.Cada um sabe de si..

    Acho que quem vai deixar o bichinho de lado depois do bb,não deve nem pensar em ter um..Adote um animal por amor e respeito a ele e não para preencher carencias e depois doá-los.Falo isso por não ter filhos?Com certeza dirão as mães.Mas não uso meus bichos,amo eles mas não trato como bebês.E,se um dia eu for mãe,pretendo continuar do mesmo jeito c eles.

    Bom,o mais triste é ler comentários que separam o mundo em duas partes:a de "quem tem filhos" e a de "quem não tem filhos".
    É triste pq eu não tenho filhos,mas se ter filhos,significa que não vou amar mais meus animais,vou ficar insensivel a eles..então sinceramente, se é para eu mudar a tal ponto,prefiro continuar assim..Acho que sou eu que não sou desse mundo..

    Os seres humanos de repente um dia irão parar para perceber quanto amor um animal é capaz de dar..O dia que existir esse respeito a todos os seres vivos,e que todo mundo aprender que o ser humano não é melhor que os animais em nada(muito pelo contrário!),verá que existem cachorros por aí que valem mais que muita gente..

    Me enquadro na "parte do mundo" de quem "não tem filhos",aquela parte que "não sabe nada da vida",a "parte doentia"..Mas,lendo tudo isso,refleti e concluí q,ao invés de me ofender devo pensar que estou muito bem assim..Mas,essa é MINHA OPINIÃO..Bjs,Carol!!Bom post!

  86. Realmente a Paloma falou e disse quando se referiu a ser errado humanizar os animaizinhos.Concordo.Pq mais tarde qdo vierem os filhos,eles se sentirão desprezados..
    Moro num sítio,sou bióloga e tenho varios cães e gatos..Amo demais meus animais mas eles não dormem dentro de casa..tem tudo de que precisam e muito,muito carinho..Detesto visita "fresca" que tem neuroses com animais e prefiro nem receber pessoas assim..essas pessoas sim,considero doentias..

    Pq os meus animais moram aqui.a casa é DELES..Quem não gosta deles não precisa vir aqui..

    Bom,marido fica em segundo lugar qdo nasce o bb,é normal..só que marido é humano e racional,haverá de entender a situação de alguma forma..Já o animal que é tratado como filho,como bebê, para preencher vazios da futura mãe(isso tbm é doentio)que ainda espera ter o "filho de verdade"(sou tentante,mas tenho meus bichos por amor a eles não p substituir ninguém),esse animal não tem como entender o pq de tanta mudança de repente..Por isso acho sim que cachorro é sagrado,assim como tudo o que é vivo e criado por Deus..Não vejo motivo nenhum para riso por algumas pessoas pensarem assim.Cada um sabe de si..

    Acho que quem vai deixar o bichinho de lado depois do bb,não deve nem pensar em ter um..Adote um animal por amor e respeito a ele e não para preencher carencias e depois doá-los.Falo isso por não ter filhos?Com certeza dirão as mães.Mas não uso meus bichos,amo eles mas não trato como bebês.E,se um dia eu for mãe,pretendo continuar do mesmo jeito c eles.

    Bom,o mais triste é ler comentários que separam o mundo em duas partes:a de "quem tem filhos" e a de "quem não tem filhos".
    É triste pq eu não tenho filhos,mas se ter filhos,significa que não vou amar mais meus animais,vou ficar insensivel a eles..então sinceramente, se é para eu mudar a tal ponto,prefiro continuar assim..Acho que sou eu que não sou desse mundo..

    Os seres humanos de repente um dia irão parar para perceber quanto amor um animal é capaz de dar..O dia que existir esse respeito a todos os seres vivos,e que todo mundo aprender que o ser humano não é melhor que os animais em nada(muito pelo contrário!),verá que existem cachorros por aí que valem mais que muita gente..

    Me enquadro na "parte do mundo" de quem "não tem filhos",aquela parte que "não sabe nada da vida",a "parte doentia"..Mas,lendo tudo isso,refleti e concluí q,ao invés de me ofender devo pensar que estou muito bem assim..Mas,essa é MINHA OPINIÃO..Bjs,Carol!!Bom post!

  87. Carol bela!

    Quanta repercussão desse texto, não?! Que coisa… quanta gente disposta a defender os cachorros… e quem está disposta a balançar o Luqui-Luqui por uma hora até ele dormir (para ser acordado com a "lateção" dos dogs?). Quem está disposta a ficar na rotina limpa/troca/dá mamá/arrota/limpa/troca e ainda tem que limpar xixi de cachorro de lugares errados, ensinar cachorrinho a não pular no baby?

    te entendo completamente, viu? E não ligue para o que os anônimos disseram. Quem realmente te admira e te acompanha não vai se decepcionar fácil assim com você, não se prepocupe. Quem entende a sua história e ama os seus textos, a sua pessoa, a sua família, e tudo seu, não vai ficar triste com você por conta dos dogs… que, afinal, recebem tudo o que precisam, oras.

    Te admiro muito, como sempre. Especialmente agora, por ter aberto o coração e ter sido tão sincera.

    Beijos,

    Dani!

  88. Carol vez ou outra eu venho ler aqui e táls, e hoje me mandaram esse texto para eu ver.

    Eu amo animais, sofri muito na gravidez pois até ameaçaram de sumir com meus gatos com todas aquelas histórias de gato traz doença seu bebe isso, seu bebe aquilo.

    Mas sou daquelas que não trato animal como filho, amo muito, cuido, pego animais de rua para cuidar, ajudo em campanhas de adoção, TUDO. Mas para mim, animal é no quintal, na casinha deles, com as coisas deles. Em casa, os gatos entram – são livres! – mas não deixei mais dormir no quarto quando a Beatriz nasceu.

    E eu te entendo, e olha, isso passa.
    Quando a Beatriz nasceu eu deixei meu gato totalmente de lado, totalmente, e quando eu percebi comecei a perceber que eu precisava ter sim um equilibrio, pois como já disseram aqui nos comentários, ele estava comigo até aquele momento, foi ele que me deu tantas alegrias, ele era meu " bebê " antes da Bia, seria injusto com ele. Não fiquei com ele por pena, pois poderia doa-lo, fiquei com ele porque eu o amava. E aprendi a dividir essa atenção.

    Hoje, fico muito feliz da Beatriz se dar super bem com os animais, com 2 anos chama todos pelo nome, distribui beijos e abraços neles, eu sou neurótica?Não. Meu animais são bem cuidados, não saem de casa, vão ao veterinário com frequencia e tomam banho. Tem gente que abraça a Bia por ai, que eu nem sei se toma banho com frequencia, então as vezes, acho que meus animais são mais limpos que alguns seres humanos por ai!

    Óbvio que não tem comparação o amor que se tem por um filho, a um animal. É doente comparar. Mas acho extremamente saudável para o seu filho conviver com os animais, é gratificante e eles ensinam MUITO para os pequenos!

    Enfim, vou fazer um post sobre isso, pois é realmente muito interessante e vou citar seu post tudo bem?

    Beijos
    http://parabeatriz.blogspot.com

  89. Nossa, quanto comentário maldoso!

    Acho totalmente natural esse "enjoo" dos dogs. Quando a gente tem bebezico, ainda mais quando amamentamos, a gente fica meio selvagem sim, com foco totalmente voltado pro serzinho mais dependente da gente no mundo.

    Tanta gente deixa o marido temporariamente de lado quando o filho nasce, e isso todo mundo entende…

    Os bichinhos estão lá, sendo bem cuidados,só que com menos carinho do que o normal. O nome disso tudo é adaptação e tenho certeza que aos poucos as coisas voltam ao normal…

  90. Que bando de gente palhaça!!!
    Se ela não se importasse com os cachorros, que diga-se de passagem eu nunca teria, ela não estaria se sentindo culpada ou preocupada com esses sentimentos….

    Vocês não tem roupa pra lavar não, é?

  91. Total me li em você!rs
    Tenho uma pastora e uma poodle… a poodle decidiu, por conta própria, se mudar para a casa da minha sogra (que é vizinha de porta), onde passa o dia no colo de alguém e comendo delicinhas nada caninas (já falei para os sogros que isso é péssimo, mas, vai convencer a não dar!hahaha). Enfim… ela AMA ficar lá… mas nem me dava trabalho… apenas recebia menos atenção do que antes da Alice existir.
    Hoje ela e Alice se amam de paixão, brincam loucamente… acho MUITO legal… mas acho ótimo ela er eleito a minha sogra como dona!rs
    Já a pastora alemã, não teve jeito… continuou aqui firme e forte. Sempre foi, digamos, arteira… sempre me deu trabalho… ela é meio, vamos colocar isso em termos "gentis", meio Marley. Destroi coisas, toca o terror, um inferno… já foi adestrada 3 vezes, mas, pelo visto, reprovada. É medrosa e determinadas coisas, como barulho de obra, lanterna acesa e fogos, a colocam em pânico… num desses momentos eu fui "salvá-la" de levar um choque quando começou a roer um fio elétrico no meio do pânico e, no susto, ela me deu uma bocada no braço… de tirar sangue… Vou te confessar que, se antes eu só não tinha muita paciência com ela, tomei raiva!
    Fui crucificada por dizer isso e, lógico, fui julgada "culpada" de levar a bocada por quem acredita que nenhum cachorro tem má índole! Veja bem… tive cachorros a vida INTEIRA e nunca vi um cachorro "normal" abocanhar a dona… NEM NO PÂNICO!
    Atualmente ela é super limitada dentro de casa… não a deixo perto da minha filha sem eu estar do lado, não a quero perto de mim… convivemos, mas sem nenhum tipo de afeto da minha parte…
    É triste e eu sou cruel, né? Mas, fazer o que? Não quero correr o risco dela abocanhar minha filha numa hora que esteja em pânico porque tem uma lanterna acesa em algum lugar do hemisfério sul! E, que me surrem os defensores de animais, mas se ela morde a minha filha, eu sou capaz de sair do convívio pacífico porém frio e partir para o Canicídio! Foi mal, pessoal, chama-se instinto materno de proteção à cria! Eu GARANTO que se ela tivesse filhotes e eu os ameaçasse, ela partiria para cima de mim com fúria… então, não pode exigir muito mais de mim, né?
    Não li nenhum comentário que te fizeram, mas sei que fizeram comentários negativos… e o que eu aprendi sobre esse tema é que só não entende essa dinâmica quem:
    1) Não tem filhos;
    2) Tem casa grande e pode colocar os cachorros isolados dos filhos quando esses são pequenos;
    3) Tem mil e um empregados para ficar mimando os cachorros e para tomar conta de filho madrugada adentro!

    Mas, certamente, uma mãe que cuida no mano a mano do filho, que acorda madrugada adentro por mais de ano, que precisa tomar conta da casa e dos cachorros, não poderia deixar de entender o teu ponto de vista…
    Portanto, querida, ignore todo e qualquer comentário maldoso que ouvir sobre esse assunto e ainda dê uma de Shakira e poste um vídeo de você cantando LOKALOKALOKA para quem acha que tem o direito de julgar a dor que você sente nos teus calos!
    E, minha dica quanto aos caninos? Bem… se eu tivesse alguma eu não estava aqui escrevendo a minha ladainha de sofrimento canino, né?rs
    Boa sorte!

  92. Carol,
    Quando a Clara nasceu meu cachorro já tinha oito anos. Era um filho, com certeza. Morávamos em apto e ele era todo mimado, estava sempre limpinho, saía para passear todos os dias, etc. Quando a Clara nasceu, segui a risca algumas recomendações de dar uma roupa usada dela para ele cheirar e conhecer o cheiro antes de levá-la para casa. Também dei carinho nele logo ao entrar com ela. Tive muitos cuidados com a higiene, mas ele logo a adotou e dormia aos pés do seu carrinho. E ameaçava pessoas "estranhas" de chegar perto dela (não mordia, mas rosnava, sim). Já não tínhamos o hábito de deixar que ele subisse no sofá ou cama, então isso não mudou. Apenas precisamos deixá-lo mais vezes "reservado" na lavanderia, mas tenho fotos dele assistindo as trocas de fralda e tudo o mais dela. Quando a Clara o descobriu de "verdade" já tinha quatro meses e tínhamos nos mudado de cidade e para uma casa. Ele passou a dormir fora de casa, pois se sujava muito mais e não tinha como mantê-lo sujo dentro de casa. Mas ao percebê-lo ela gargalhava muito e não foi de se admirar que a primeira palavra dita por ela tenha sido o nome dele, com apenas cinco meses. Quando começou a andar, para ela a maior diversão do mundo era poder andar ao lado dele. Eu tinha medo que ele a derrubasse, então tinha de ficar falando para ele não pular. De resto, os dois sempre se amaram. Sempre. E olhe que ele não era acostumado com criança. Ficamos, sim, um bom tempo sem conseguir dar a ela a mesma atenção de antes. Já me senti culpada por isso, ele antes vivia no colo e nunca mais teve isso. Não gosto até hoje de misturar ela com os pêlos e tal, não gosto que pegue muito nele quando está sujo e não gosto que fiquem de muitas lambidas. Mas a recompensa por ter ficado meio de lado ele teve logo depois. Hoje eles brincam muito juntos, ela adora ele, joga bolinha, corre com ele… Mesmo ele estando mais velhinho. É lindo ver a relação deles. Marido sempre fala que se preocupa com a hora que ele morrer, porque são muito apegados. Quando ela era bebê eu era mais encanada com as coisas. Conforme eles crescem, a gente sossega. Acho a relação criança e cachorro muito saudável. Mas confesso que nesse sentido, eu prefiro muito mais a forma que é hoje – em casa – do que quando morávamos em apto. Não só pelo espaço onde podem brincar mais livremente, mas porque é mais fácil de separar esse lance de pêlos e sujeira.
    Fique tranquila, conforme as crianças crescem nós ficamos mais desencanadas.
    Beijo grande!

  93. Querida Piscar de Olhos

    1. Sou mãe de uma mocinha de quase 13 anos.

    2. A partir do momento que se posta abertamente na net, fica-se sujeito a elogios e críticas. Não ofendi ninguém. É apenas uma opinião minha. Tem que ser respeitada.

    3. Tenho certeza que muitas das mães que postaram aqui e falaram das nojeiras dos cães de casa, levaram o bebê recem nascido para passear no shopping, tendo contato com muitas pessoas estranhas.

    4. Se não gostou, paciência. Para vc, tomei um activia com Johnny Walker – caguei e andei.

    Beijos.

  94. Carol, depois q eu li o post de hoje voltei nesse aqui pra saber o porque da sua braveza. Não tinha lido este ainda, por pura preguiça mesmo, confesso. rs

    Falando da minha experiência com dogs…

    Meu Arthur é um amante de animais e da natureza. E eu tento incentivar isso, acho lindo! Quando ele era pequeno como o seu eu ainda não tinha a nossa cachorrinha mas quando tinha a oportunidade de brincar com algum cachorro (que eu soubesse que era bem cuidado) eu deixava e ele adorava. Sim, no início ficamos bem neuróticas pensando na limpeza/sujeira. Mas ó… vai relaxando deixe ele brincar para aprender se ele pegar no cão evite que ele coloque as mãos na boquinha e depois lave, pronto. É mais simples do que parece.

    Quando ele tinha 1 aninho de idade pegamos nossa cachorrinha e são a melhor companhia um pro outro, parecem irmãos de verdade! Um amor só, lindo de ver!

    Mas vc vai melhorar, vc vai ver. Agora Lucas ja esta maior e os latidos não vão incomodar tanto, aos poucos tudo vai se normalizando. Com bebê pequeno é difícil mesmo, a gente vive muito cansada tbm, é tdo desgastante.

    Espero que a sua volta ao trabalho seja bem legal pra tudo continuar bem!

    beijos

  95. Carol, já tem um monte de comment, mas aqui vai minha experiência. Meu filho tem um ano e 10 meses e estou grávida de 7 meses de uma menina. Tenho gata e cachorra. A cachorra fica do lado de fora da casa, mas a gata acha que nós moramos de favor na casa dela, prá vc entender o drama. Desde sempre deixei o Levi (filho) exposto para as duas (Sofia -gata e Frida – cadelinha) o conhecerem e aos três meses ele passou a ficar muito no chão, num tapetinho de atividades. Eu tava sempre de olho porque a gata é mega ciumenta. Deixava a Frida entrar na sala prá cheirar minha cria e mesmo querendo sair correndo para dar banho nele, resistia quando ela dava uma lambida. Aos 6 meses ele já engatinhava perfeitamente pela casa toda e começou a perseguir a gata. Ela ficou mais arredia quando voltei da maternidade e até ali ainda estava esquisita. Bom, prá encurtar, pq escrevo e falo muito, ele deu um puxão no rabo dela uma ez, eu briguei com ele e dali uns minutos ele puxou de novo e ela deu um tapa – sem garras – nele e dali prá frente passaram a conviver normalmente. Agora ele é beeem maior que ela e vive com ela no colo prá cima e prá baixo e joga bola com a cachorra sempre que consegue abrir o portãozinho lateral da casa. Agora mesmo, enquanto escrevo prá vc, ele pede "licença, Frida" prá cachorra sair da porta do meu escritório. Quanto às bactérias e afins, se vc cuida bem dos seus bichinhos, são vacinados, vc disse que dá banho, relaxe mesmo. No máximo o Lucas vai ter uns vermezinhos e só. O Levi às vezes ainda bebe água da cachorra, fazer o que? E está super saudável. E não tenha pressa prá se adaptar. Vc já passou situações mais difíceis em termos de adaptação com o Lucas e superou super bem. Essa é a mais uma coisa dentre tantas outras pelas quais as mães tem que passar. Bjão

  96. Para a amiga grávida:
    Depois que seu baby nascer, quando ele estiver com uns 3 meses, aí você volta aqui e relê o post e os seus comentários.
    E sim: SÓ QUEM É MÃE SABE. Você vai repetir essa mesma frase centenas de vezes, em poucos meses, anota aí.

  97. Carolzita, minha vontade é fuzilar essas pessoas que se acham super mães capazes de conciliar seus cachorrinhos com seus filhos e consideram todas que agem diferente delas como as imaturas que não são capazes nem de criar os próprios filhos.

  98. De novo essas xiitas malucas que dizem que só mãe sabe das coisas… Olha, para algumas mulheres ser mãe realmente faz a diferença, traz aprendizado, maturidade… Mas nitidamente para outros NÃO MUDA NADA!!! Continuam idiotas, mal educadas e insensíveis!

  99. Oi Carol,sempre leio seu blog, e adoro a forma divertida e as vezes até emocionante como escreves…e hj ate eu gostaria de comentar.

    Primeiro, como muitas já falaram tem gente que precisa voltar pra escola e aprender a interpretar texto pra deixar de ser ignorante e mal educada e julgar sem razão…

    Segundo que sou louca por cães, tenho apenas 1 pq meu apartamento é mega pequeno, mas se pudesse teria uns 20 e mesmo sendo "cachorreira" creio que um cão não se compara a um filho, e entendo perfeitamente seu lado, então a única dica é que daqui pra frente vc tente mesmo voltar a ter o mesmo carinho e proximidade que tinha antes do Luquinhas, que entendi como sendo a intenção de seu post, mas não se culpe não!

    E por último, tem muita gente criticando e julgando a Carol, mas aposto que deixam de tratar bem ou ter um relacionamento decente com o próprio marido, ou até de se relacionar com pessoas de verdade, demonstrar sentimentos pelo próximo, mas tá aqui tomando as dores dos animais e se achando no direito de "humilhar" a Carol, tocando até em feridas pessoais. Dizer que ela decepcionou com postagem? ha por favor né? Existem cães muito melhores que humanos, disso não tenho dúvida alguma, mas radicalizar e ser doente como as "ânonimas" demonstram, também não né gente? Neurose não please, tem muito consultorio psiquiatrico espalhado pelo país, cahorro não é terapia ok? Desculpe, não aguentei. Boa sorte Carol, com o tempo tudo volta pro lugar querida. Beijos Tati.

  100. Ai, posso falar? Nem me dei ao trabalho de ler os comentários todos. Eu super te entendo. Minha goida canina chegou quase 4 anos antes da minha filha (que acabou de fazer um ano). Paixão absoluta, educadíssima, uma coisa. Mas sempre achei que cachorro não e filho. Ela NUNCA entrou no meu quarto, em nenhuma das 3 casas onde moramos. Não sobe nos moveis. No quarto da bebe, já não entrava antes dela nascer. Ainda por cima e quase muda, a santa. Não late. Bom, já no fim da gravidez comecei a ficar mais impaciente com ela, e bem menos carinhosa. Marido fazia de tudo pra compensar. Depois que a baby nasceu, ignorei mais ainda a coitada. Claro que os cuidados básicos sempre foram mantidos, inclusive cê ouro há pós refeições, osso, etc. Só não queria mais brincar, nem fazer muito carinho. Vai entender… Quando a Olivia começou a perceber que a ca existia, comecei a deixar elas se aproximarem mais. De uns tempos pra ca, a cachorra tem inclusive DEIXADO a pequena "fazer carinho" – com toda aquela falta de delicadeza. Achei lindo, me aproximei mais. Não encano com lambidas, mas depois das brincadeiras, sempre lavo as mãos da bb. Neura ou não… Mas a minha cachorra sempre fica mega empolgada com visitas, acha (desde sempre) que são pra ela, corre, pula, um escarceu. Tanto que, quando toca o interfone, ate a bb já entendeu que vem farra, fica toda animada. Eu sempre me preocupei com tanta empolgação canina, ate o dia que, correndo desesperadamente de pura alegria, a cachorra derrubou a pequena e instável caminhante. Surtei, deixei de castigo, perdi a paciência. Mãe leoa protegendo a cria. Antes da empolgação se instalar, prendo a cachorra na cozinha. Minhas visitas sempre vão ate lá cumprimentar ela, e qdo ela se acalma, pode voltar pra sala.
    Enfim, longo relato só pra te dizer que vc não esta sozinha, nem e um ET. Não sei explicar, mas tbem fiquei meio desnaturada com a coitadinha. Levei puxão de orelha do marido. Minha mãe traz presente de viagem pra neta e pra cachorrinha. E vamos levando. Não parei de gostar dela, tadinha, mas "esfriei". Tinha melhorado, agora regrediu um pouco. Mas vamos caminhando…
    Meu blog foi abandonado com o nascimento da pequena, mas vivo no twitter, se interessar.
    Apenas humanas, nos duas.
    Beijo solidário :o)
    @MHelenaQAP

  101. Eu tenho uma poodle que agora já tem quase 12 anos e a Giu que agora tem 4 anos. Eu descobri que estava grávida por minha filha canina, que mijou em cima de mim como forma de me marcar. Durante toda a gravidez e até hoje ela sempre foi tratada igual, dorme no quarto, tem os passeios dela, hora de brincar e ao fazer isso, nao mudando nada do nosso dia a dia por causa da chegada da Giu, a vida foi super hiper tranquila, afinal, ela é minha filha e Giu é sua irma humana.
    Princesa cuida e cuidava da Giu a toda hora, quando Giu fez 1 mês recebeu de presente um super hiper e mega beijo canino. E claro que mts diziam: que nojo, que isso, e bla bla, tive até colegas que deram o cachorro após o nascimento do filho. Mas aqui nao, o tratamento foi e continua igual, as duas sao inseparaveis, Giu tem uma alta imunidade por desde pequena estar em contato com a vida(diga-se vida para todas as lambidas, comidas pegas do chao, andar descalco e por aí vai.)
    Em hipotese alguma eu mudaria a atencao que dou a minha filha canina, mas bem, eu sou eu e cada um sabe aonde aperta seu calo, mas uma coisa é certa. Quanto mais você deixar seus filhos caninos de lado, pior eles agiram, eles sao eternas criancas mesmo já sendo adultos e o que crianca mais faz na vida é birra.

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