Então que tava lendo os posts da Paloma (aqui e aqui) e alguns tristes comentários deixados por lá. Uma frase de um deles me chamou a atenção: “muita gente aqui é hipócrita. quero ver qual a mulher aqui que vai querer ter um filho gay. duvido.

Pois bem, senhor troll, encontrou. Na verdade, você encontrou a mulher que vai querer ver seu filho feliz.

Se Lucas for gay: quero que encontre um homem que o ame muito, que o faça feliz, que incentive viagens, que o respeite, que transe muito bem e o leve à loucura, que beije bem, que curta estar em família, mas que saiba estar sozinho com ele e também estar sozinho sem ele. Quero que os dois tenham amigos mil, gays ou não, pretos ou não, mulheres ou não, deficientes ou não, religiosos ou não, estrangeiros ou não, mas sim, todos diferentes, porque NINGUÉM é igual neste mundo e não quero que eles achem que só é legal ser gay. Legal é SER. E ter a liberdade pra isso.

Quero que tomem decisões juntos, que aprendam com o cotidiano, que se casem. Que eu tenha a alegria de levar meu filho ao “altar”, de ver o brilho nos olhos de outro homem ao esperá-lo, ver que alguém o ama e o quer assim como eu (tá bom, menos que eu, heheh). Que tenham filhos, que tenham netos. Que andem de mãos dadas e beijem na boca, com respeito e delicadeza e discrição, como TODO MUNDO DEVERIA FAZER, não só gays.

Não quero: que matem, que roubem, que estuprem, que faltem com o respeito, que não entendam a diferença.

E, da mesma forma, esses são sonhos meus, caso Lucas queira ser um gay solteirão, viver na putaria (se protegendo, hein filho, cuidado com as doenças!), não se amarrar a alguém… ok também. Eu estarei feliz sempre que meu filho estiver.

O que me preocupa disso tudo foi o que me incentivou a escrever o post, aliás: o preconceito. A falta de informação. A intolerância. Que sei que Lucas sofrerá caso decida sair um pouquinho que seja do padrão abestalhado pré-estabelecido.

Mas, como mãe, estou aqui para apoiar, dar colo, dar as mãos, sacodir a poeira, levantar e seguir em frente, junto.

***

Lucas, quero que você leia isso um dia: você nasceu na Argentina e, aqui, o casamento homossexual é permitido por lei, os direitos são iguais aos de um casamento heterossexual.

Quando essa lei foi aprovada, eu já estava grávida (desculpe, agora não lembro se era de você ou do irmãozinho que mora com a vovó e com a titia lá no céu). Mas bem, não importa. Lembro bem de ver a notícia na TV de manhã, antes de sair pra trabalhar. E lembro de chorar. De alegria por estar aqui, de estar grávida neste lugar, onde um primeiro passo foi dado rumo à tão sonhada igualdade. Fiquei feliz por você, pois você terá o direito de casar com quem quiser no país que nasceu. Fui chorando até chegar no trabalho, tamanha era a minha felicidade.

Não era só alegria. Era ORGULHO.

(Orgulho hétero é o caraleo, que lei mais imbecil, hein? Que vergonha!)

58 respostas em “Sobre o post da Paloma

  1. carolducéu, vc escreveu TUDO o que eu tento escrever e falar a ANOS, juro!
    é revoltante ver tamanha ignorância das pessoas, pq se irritar tanto com as diferenças?
    faço das suas as minhas palavras, quero que minha filha leia seu texto tbm e se sinta segura em tomar suas próprias decisões!
    aaah, que o mundo precisa de mais pessoas como vc, eu e outras poucas que existem..
    mas sabe? parece que são poucos mesmo, poucos os que sabem respeitar, só isso!
    um abraço

  2. Carol,
    Assino embaixo de tudo.
    E meu marido disse no fds o mesmo: eu quero que meu filho seja feliz, se ele for gay ou não, pouco me importa, isso discutindo com um novo membro da família que – tristemente – é preconceituoso.

  3. CAROL O MEU NOME É MARTA SANTOS JÁ COMENTEI ALGUMAS VEZES AQUI, ACABEI AGORINHA DE FAZER UM COMENTÁRIO NO BLOG DA PALOMA SOBRE ISSO, QUANDO VIM VER AS NOVIDADES DO TEU E ME DEPARO COM ESTE POST, COMO DIZEMOS AQUI EM PORTUGAL FALOU E DISSE, ESTÁ CERTISSÍMA.
    ALÍAS A VOSSA BLOGOSFERA MATERNA É TÃO ACTIVA QUE EU PROPONHO A TODAS VOCÊS BLOGAGEM COLECTIVA JÁ.

    NÃO AO PRECONCEITO. VIVA A LIBERDADE E AO RESPEITO.

    MEIO PAROLO, ACHO QUE VOCÊS DIZEM BREGA, MAS DEU PARA PERCEBER, COM CERTEZA ENTRE AS VÁRIAS MULHERES INTELIGENTES DA VOSSA BLOGOSFERA ALGUMA SE VAI LEMBRAR DE UMA FRASE MELHOR E O RESPETIVO SELINHO.

    FICA O DESAFIO, BORA FAZER BARULHO
    MAMÃES.

    P.S.- O LUCAS TÁ MUITO FOFO. DÁ MUITO TRABALHO, MAS COMPENSA.

    MARTA SANTOS

  4. Lindo, Carol, terminei de ler o texto toda arrepiada. Que bom vc se colocar desta forma para o seu filho e para quem mais quiser ler. Parabéns!
    Fico feliz que mais crianças cresçam sabendo que orientação sexual não é o mais importante, o importante são as pessoas, o importante é o amor.
    Qualquer maneira de amor vale a pena, eu acredito nisso.
    Mas parece que inscentivar o ódio e a violência faz parte da criação que alguns pais escolhem (isso sim é opção) dar aos seus filhos.
    Beijos

  5. Carol, tá ligada que eu vou ser a fundadora do seu clube de fãs pra ser sua fã de carterirnha!!!!!!!!

    AMO TUDO O QUE VOCÊ ESCREVE! SEMPRE!
    MAS HOJE VOCÊ SE SUPEROU!!!! puta merda, você não existe de tão especial que é!!!

    Beijossssssss

  6. Ah Carol, te entendo tanto! Quantas vezes, nessa minha vida de tentante, pensei exatamente nisso. E se meu filho/a for gay? E eu tenho tantos, tantos amigos que o são! (inclusive o futuro padrinho) E sim, meu desejo é igual ao teu. Que ele/a seja feliz, muito. Que sim, eu tentarei protegê-lo de todas as formas com essa droga de preconceito que eu sei que infelizmente ainda existirá quando ele for adulto. Mas eu abracarei a amarei quem ele decidir amar, independente do sexo.
    Que seja feliz, meu bebê.

    (e o Lucas é duma fofura inimaginável!)

  7. Sou gay, acompanho diversos blogs de mães lésbicas ou futuras mamães lésbicas.
    E há alguns dias já li algo sobre um comentários preconceituosos num post sobre homoafetividade.
    Mas de jeito nenhum poderia imaginar se tratar disso.
    Como é fácil ser "fodão" atrás da palavrinha "anônimo".
    Como é fácil defender seu ódio sem mostrar sua cara e, portanto, estando imune ao ódio que tantos comentários nojentos geram.
    Gostaria de ser mais forte. Gostaria de não sentir este aperto no estômago e esta preguiça de viver ao ler aquilo tudo.
    Como pode alguém dizer que não quer seus filhos com "os filhos daquela gente"?
    Dá uma dor tão grande ver que a gente pensa que a coisa evoluiu, mas não…
    As pessoas só se esconde muito bem.
    Tenho mais medo destas pessoas que dos skinheads, que ao menos são facilmente identificáveis.
    Que vontade de fechar os olhos, fechar o blog, me trancar em casa…
    Mas isso seria fechar a alma.
    Pense na dor que futuras mamães lésbicas (só lá vi três) sentem ao ler coisas assim.
    Sinto que tenho uma responsabilidade nisso tudo…
    Ás vezes quero sair gritando por aí que sou, sim, lésbica…Especialmente depois que algum conhecido solta uma frase preconceituosa…Para as pessoas aprenderem a parar e pensar…
    Ver que o que eles julgam, pintam, esculacham, pode estar personificado numa pessoa comum, numa pessoa AO SEU LADO.
    Ás vezes penso nessa responsabilidade, mas muitas vezes penso na ENORME força que eu e minha esposa precisaremos ter para criar uma pessoinha de cabeça boa no meio de tanta podreira. Dá nojo.
    N O J O
    Carol…Poderia ( e vou) escrever tudo isso aqui lá…No comentário.
    Apesar da vontade de FUGIR.
    Sinto que devo.
    Mas publico aqui, e publico até mesmo antes de publicar lá, para dizer que hje te admiro mais.
    Obrigada.
    Não é só teu filho que sai ganhando com suas idéias arejadas e livres de preconceitos.
    Desde um bom tempo tenho grande admiração pela Argentina. Coisa que não se explica.
    Vontade louca de morar em Buenos.
    Agora mais ainda.
    Foi uma decisão linda aprovarem primeiro aí o casamento homo.
    Justamente aí,cujos homens tem a fama de serem tão machistas.

    E sejamos TODOS felizes, cada um a seu modo, desde que não interfira ou agrida a vida de ninguém.

    Beijos

  8. Sem palavras! Lindo o post!
    Palavras de pessoa inteligente!

    E como ainda pode tanta gente ser ignorante, não aceitar ou criticar!

    Se cada um cuidasse dos seus, o mundo seria melhor!

    Prefiro um filho gay do que marginal, assassino, drogrado!

    Aii me revolta!! Ah Loka!

    Beijossss

  9. Ai Carol arrasou!
    Definitivamente aprovada!
    Tenho amigas, amigos e parentes gays que precisam constantemente desse apoio, não por se sentirem fracos, mas pra se sentirem valorizados, pois hj é muito difícil se conformar em ser apenas o que a sociedade pede e ainda assim terem que viver com a insegurança de nunca saber se podem ou não pisar firme sem cair de cara no chão! Sou mãe de dois meninos! Um está no céu e o outro na barriga, mas onde quer que estejam quero sempre que confiem em mim, e que se sintam seguros para viver felizes como quiserem! E que terão o meu apoio…eu tristemente já ouvi gente dizer que preferia que o filho roubasse e matasse mas que não fosse gay! Eu tenho medo que meu filho se envolva com ESSA gente!
    Bjsss
    Talita Lima osonhodemae.blogspot.com

  10. BRAVA!!! Queria te dar um abraço, de tão lindo isso tudo que você escreveu. Antes, quando eu dizia que para mim seria indiferente meu filho ser hétero ou homosexual, ouvi de muita gente: "Ah, você fala isso porque não é mãe! Tenho certeza que vai mudar de ideia depois!". Pois agora sou mãe e posso falar de boca cheia que faço sim questão de ter um filho honrado, boa gente, generoso e muito muito feliz. Ele dividir a cama com homem ou mulher não me importa.

  11. ARRASOU MESMOOOOOOOO, Carol!!!

    Você disse aqui tudo o que eu penso se um dia tiver um filho(a) gay!
    ABAIXO AO PRECONCEITO!!!
    O que importa é a felicidade a liberdade de ser quem você é na realidade.

    Parabéns pelo texto!!!

    bjins

  12. Nossa, que orgulho participar dessa Blogosfera atuante e antenada!!!!
    Você disse tudo, como eu disse no Post da Paloma, GALERA VAMOS NOS ATUALIZAR!!!! Preconceito não está com nada e a diferença é que é legal!!!!

  13. Clap clap clap!

    Post PERFEITO!!!

    Eu te confesso que tenho um pouco de preconceito com quem tem preconceito contra gays.
    Eu simplesmente não consigo entender como uma pessoa não aceita isso.
    Preciso trabalhar isso para não ensinar ao Vicente.

    Homofobia é uma vergonha!

    Agora, me pergunto, e se questão fosse ateísmo no lugar de homossexualidade.
    Venho sofrendo muito preconceito por ser atéia e o pior, as pessoas não enxergam isso como preconceito.

    Tenho medo de como serão as coisas quando as pessoas souberem que Vicente mora numa casa sem religião ou crenças. Ele é livre pra escolher o que quiser, mas, tenho medo de que ele sofra bullying.
    Eu ia escrever sobre isso no final de semana, mas não consegui.
    Agora, me inspirei!

    Beijos!

  14. Carol, eu convivo muito com o preconceito infelizmente minha amiga, existem pessoas que tem preconceito contra Judeus acredita? E mais ainda pq eu e meu marido temos muitos amigos Gays que são casados e outros não e falo que são amigos que vamos querer sempre ao nosso lado, pessoas distintas, honestas, dignas, família,humanas e acima de tudo verdadeiras,ficaria até amnhã inumerando suas qualidades, eu adoro e não trocaria a amizade deles por nenhuma outra eu me sinto feliz em ter amigos bem resolvidos, bem sucedidos e de bem com a vida e opção que escolheram.Acho que tá mais que na hora do mundo acordar e progredir sobre isso.

    Um super beijo, e meus parabéns amiga!

  15. Quero muito acreditar que uma mãe que diz não querer ter um filho gay é somente pelo fato de saber que existem pessoas ignorantes e de coração ruim que o maltrataria e teria algum tipo de preconceito, e não por vergonha. Sinceramente eu não sei se suportaria ver as pessoas debochando, fazendo piadas ou qqr tipo de atitude que fisesse um filho meu se sentir humilhado, sei que moro em um país em que as pessoas são extremamente preconceituosas e o quanto é complicado para um gay viver e conviver aqui.
    Bjs

  16. Carol,

    Tenho amigos gays e convivi muiiiiito com eles, do tipo de sair todo fim de semana e de participar de festas. Alias não só eu, mas eu e meu marido. Esta convivência durou quase dez anos. E eu sempre tive comigo que este encontro de mundos, digamos assim, serviu para que eu entendesse muitas coisas que parte dos heteros não compreendem ou não querem compreender.
    Já senti muito preconceito velado e já ouvi muitas piadinhas sem graças sobre a nossa relação de amizade com os eles. Tanto que já deixei de convidá-los para certos eventos para que as pessoas não fizessem chacota deles, para poupá-los mesmo.
    E neste fim de semana eu os reencontrei, e fiquei pensando quando meu filhote estiver no meio deles, a festa que vai ser. Quero que meu filho (minha filha, acho, hehe), tenha acima de tudo respeito pelas diferenças. E sinceramente, eu penso assim como vc. Se meu rebento for gay, quero que ele saiba que isto não é nada demais, e que o importante é ele ter caráter e ser uma pessoa de bem, seja se relacionando com homem ou com mulher.
    Numa entrevista, o Ney Matogrosso disse que pedia a Deus para que ele morresse, para que ele parasse de ter sentimentos em relação aos homens. E ele nem sabia o que era ser gay. Me deu uma tristeza tão grande, porque não é para ser assim! Imagine quantas pessoas sofrem, se matam, porque simplesmente não querem gostar de pessoas do mesmo sexo porque foram educados que o certo é ser hetero? A família, neste processo todo, é fundamental para dar apoio e mostrar que não há nada de anormal com isso. Acho que parte de nossa geração, de certa forma, esta fazendo sua parte para que este preconceito diminua nos próximos anos.

    Bjs!

  17. Carol,

    não tenho palavras para descrever o quanto eu tenha ficado feliz com o que vc escreveu no seu post. Lindas palavras!
    Que pena que tem tanta gente com tanto ódio e preconceito, me deixa muito triste.
    Tento ser positiva. "baby steps".
    Tanta coisa mudou em 30, 20 anos que acredito que quando nossos pequerruchos estiverem grandes, vai ter melhorado ainda mais essa questão.

    Um beijo grande Carolzinha
    Sou sua fã e desejo o melhor para você e a sua família.

  18. Lamentável.

    Agora há pouco meu filho de 4 anos viu um lixo no chão e disse: "que coisa feia né mãe!? quem joga lixo na rua é gay!"

    Fiquei passada! E disse que não, quem faz isso é mal educado, que ser gay é normal, são duas pessoas que se amam e ponto. Ele "é mãe!? foi o fulano da escola que disse!" Expliquei que o fulaninho estava errado e blá, blá, blá… eu sinceramente, do fundo do meu coração, não teria nenhum problema. Contanto que me desses netos (biológicos ou não tanto faz, já que tenho um irmão adotado).

    Devemos prestar atenção desde cedo, pois o preconceito vem encruado!

    Bjos lindoca!

  19. Que orgulho de você, mulher!
    Sabe que eu senti um pouquinho dessa sensação que você descreve sobre o casamento gay ai na Argentina, no dia em que o Supremo reconheceu a união homossexual.
    Espero um dia poder comemorar o casamento civil também, e que esse dia seja breve, logo.
    Adorei você e a Paloma terem abordado o tema. Podia virar uma blogagem coletiva, não acha?

    Ah! Mas como paulista, só queria que você corrigisse que daria vergonha ser paulistana, porque o negócio é da cidade, não do estado de São Paulo. Não que ainda sim não sinta vergonha como humana.

    Beijos!

  20. perfeito o seu post, carol!

    e penso exatamente assim.

    um dia me perguntaram "e se…" e eu respondi "que saia do armário" só isso! que sejam seguros o suficiente para assumirem as suas escolhas e as consequências de cada uma delas.

    educo meus filhos para eles serem livre e façam da vida o que quiserem e não para que atendam minha expectativa, ou de quem quer que seja. estarei ao lado deles sempre!

    assim seja!

  21. ah, lamentável a existência de criaturas preconceituosas e covardes como as que comentaram aqui e lá!

    beijoca

    PS: senti a mesma coisa (muita emoção, orgulho, esta sensação de estar andando para a frente) quando o STF deu o passo que o congresso se acorvadou em legislar

  22. Chorei de emoção ao ler esse texto. Maravilhoso, humano, sensível. É uma pena que nossa sociedade ainda é muito preconceituosa, mas se Deus quiser, o Lucas vai ser adulto em um mundo mais tolerante, menos ignorante. Parabéns!

  23. ridículo ficar erguendo essa bandeira. erguer a bandeira da amamentação tudo bem. agora essa? prá que???? daqui a pouco as crianças de cinco anos vão achar que é normal menino beijando menino na boca…as meninas vão virar tudo sapatão…

    Luzia- Paraná

  24. Falei sobre preconceito ontem com maridón.
    É tão feio, concordo contigo sobre o que escreveste, de apoiar o Lucas caso ele venha a ser gay, também disse isso pro maridón caso o Davi escolha essa opção, ele relutou, claro, mas eu disse que é sempre melhor apoiar e conversar do que brigar e botar pra fora de casa, o que está super fora de cogitação por aqui!
    Sempre vai ter gente dizendo coisas absurdas, que não vai deixar os filhos conviverem perto de pessoas "assim", mas tenho fé que o mundo ainda se torne um lugar melhor e com menos (ou sem) preconceito pra se viver.
    Beijos pra ti e pro Lucas.

  25. Oi CArol, só hoje li o post da Paloma e agora o teu. Apezar dos anonimos enraivecidos que sentem muito nojo da vida eu vejo muita esperança. Muitas mães sensiveis que estão cuidado da proxima geração, uma geração que vai respeitar muito mais as diferenças do que a nossa ou a anterior a nossa!

    Sorte dos nossos filhos!

    beijos

    Pati

  26. Carol, queria muito trocar experiencia com vc, como te falei no post anterior seu bb tem a mesma coisa que o meu, só que eu só diagnostiquei com 4 meses e meio, e olha que meu marido e sogros são médicos, mas ninguém acreditava em mim, todos dizendo que bb chora e etc. Ainda tentei amamentar, comi batata e arroz durante uma semana, mas ele voltou a ter cólicas e como se adaptou ao neocate. agora ele toma neocate. Admiro vc por sua força de vontade. O meu bb está sendo acompanhado por um excelente gastro aqui no Brasil. Cuidado com as vacinas, ele há um mês foi tomar rotavírus e piorou td de novo, estou desesperada, pois as cólicas voltaram…quais exames o Lucas fez??? O meu filho foi diagnosticado tb com exame clínico..fiz teste alérgico tb..se puder me mande um email ou entre no meu blog…pois vc é a primeira pessoa que conheço com o mesmo problema.. e olha que qd comecei a ler seu blog..me vi ali..passando por td o que vc passou..o Luiz Filipe tb só dorme no colo, chora muito e antes ainda era bem pior…entre em contato se possível..mil bjos
    Raquel cabreira
    tetelcabreira@bol.com.br

  27. Oi Carol,

    concordo com tudo o que vc disse, achei super legal o seu texto.. mas "ainda bem que eu não sou paulista.." ??? , poxa vida, para mim, que sou paulista, foi um belo nocaute. Não concordo de forma nenhuma nem com o Apolinário (e olha que sou evangélica), muito menos com o Balsonaro. Para mim, eles são dois imbecis que fazem barulho apenas para se promover. Conviver com a diferença é mais que uma liberdade, é uma virtude. São poucos aqueles que vivem e convivem com a diversidade, sem nenhuma hipocrisia. Por isso, ressalto: amei o seu post – e o da Paloma também – mas, seu último parágrafo, em referencia aos paulistas… não foi tão bonito assim.

    bjo

  28. ..ah, me liguei numa coisinha: não estou dizendo, de forma nenhuma, que vc é – ou foi – hipócrita em sua colocação. Não é nada disso. Escrevi o post anterior, pois fiquei um pokinho chateada com a sua última colocação (ou frase). Só isso.

    =)

  29. Ola Carol! Que belo texto… e tao bom saber que existem pessoas com a mente aberta, que se preocupam mais com o SER!!! Queria te pedir autorizacao pra publicar alguns trechos no meu facebook, com os devidos creditos. Achei seu texto forte e um belo tapa na cara dos preconceituosos… Um beijo em vc e no Lucas, sejam sempre mto felizes!!! Eu te admiro mtoooo…

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