Eu já falei que eu amo a minha médica? Não? Então: eu amo a minha médica!

Foi indicação de uma mocinha aqui do trabalho que teve filho com ela e amou. Tinha me dito que era uma pessoa super calma, amável, tranqüila. Mas que essa tranqüilidade não a fazia ser esses médicos que acham tudo “normal”, ela simplesmente sabe não deixar as mommys preocupadas. O ponto negativo, ainda segundo minha amiga, é que a sala de espera era lotada e que ela só teria horário com um mês de antecedência. Quando eu estava com 10 semanas da primeira gravidez, marquei com ela e realmente só consegui espaço na agenda pra quando estivesse 14 semanas… too late. No dia da nossa primeira consulta, eu já tinha perdido o baby, estava totalmente desacreditada dos médicos (em geral, e principalmente os daqui da Argentina), estava muito perdida e triste.

A Dra., calmíssima, repassou comigo tudo que tinha sido feito até então, pediu ultra pra se certificar da expulsão total do feto e ficou me acompanhando muito de perto até eu terminar o tratamento pós-aborto e ter alta pra voltar a vida normal. Foi a tranqüilidade que me faltava naquele momento. Ela era tão calma e confiante do que estava fazendo que, mesmo desconfiadíssima, me deixei levar… E bem, nunca mais larguei, sigo com ela desde então. E, hoje, finalmente, estou seguríssima pra dizer que não me arrependo e que é com essa médica que terei meu filhote.

Isso tudo porque ontem tive consulta, dessas normais de pré-natal. Conversamos sobre a questão do cordão umbilical implantando de forma diferente e ela me tranqüilizou bastante. Falou que vamos simplesmente acompanhar, já que pode acontecer do feto ficar com baixo peso ao longo da gestação (o que não é o caso agora). Mas me relaxou quanto ao parto: falou que, acompanhando direitinho, é lógico que dá pra fazer parto normal. Me pediu mais um ultrassom (o morfológico do segundo trimestre), indicou com quem fazer, sobre o que falar e pro que devo fechar meus ouvidos. E, a partir daí, e com acompanhamento constante, é que vamos ir decidindo o que fazer. Nada de nervosismo de marcar cesárea agora ou coisa parecida.

Fiquei feliz porque ela é meu ponto de apoio, entendem? Eu reclamo da barriga (grande, pequena, torta, redonda, quadrada…) e ela escuta e me explica porque não devo me preocupar. Eu reclamava do meu peso (perdi quatro quilos nos quatro primeiros meses da gravidez) e ela segurou a minha onda. Escuta nossas perguntas, responde todas, não tem pressa e até ri das piadas do Maridón! E ontem ainda me zoou pelos 3 quilos ganhos na ultimas 4 semanas (OI? E aqueles 4 perdidos?), mediu a barrigola e falou que tá ótemo o tamanho, totalmente compatível com o tempo de gravidez, e (melhor momento) escutou o coração do baby de primeira no aparelhinho mágico.

Saí de lá tão leve, tão felizinha, tão satisfeita. Porque era isso que eu sempre quis de um médico. Que me diga o que precisa dizer, que me acalme, me contenha, me tranqüilize, mas que seja profissional e preocupado quando tiver que ser.

***

Com tudo isso, praticamente considero concluída uma discussão que eu sempre tive com o Pedro e com os mais próximos: o parto.

É que chega um ponto em que não adianta eu ficar lendo e falando e discutindo sobre a realidade do Brasil. Eu não moro no Brasil, meu parto não será no Brasil. Aqui a banda toca de um jeito um pouco diferente, pelo menos pelo que pude averiguar ao longo desses dois anos e meio indo a médicos aqui (e se alguém que me lê mora na Argentina e discorda, manifeste-se, só tem a enriquecer a discussão).

A proposta da maioria dos médicos é a seguinte: consultas a cada 3 ou 4 semanas, controle de peso, pressão, coração do baby, altura uterina. Ultrassom no comecinho (7 semanas, mais ou menos), TN nas 12 semanas, morfológica com 20, e mais uma ou duas ecografias lá pelas 28 e 34 semanas. Exames de sangue no primeiro e terceiro tri e controles mais específicos conforme o caso. Parto? Normal, a não ser que seja necessária uma intervenção cirúrgica. Óbvio que existem médicos cesaristas e óbvio que cesárea tem sido maioria. A última porcentagem que eu li – se não me engano – dava uma média de 60% de cesárea e 40% de parto normal. Ok, ruim, fora do aconselhado pela OMS, mas melhor que no Brasil, acho eu.

E mais: conversei com as meninas aqui do trabalho e de 6, apenas 2 fizeram cesárea. Uma porque o médico (cesarista, que tem aparelho de ultrassom no consultório e mandou a menina analisar até o último fio de cabelo durante a gravidez) falou que o cordão tava enrolado no pescoço do baby e que isso era perigoso. A outra fez eletiva, ela não queria parto normal e pronto. Esperou começar o trabalho de parto e foi pra faca (acho digno admitir isso e esperar o TP começar). E bem, as outras meninas me olharam com cara de interrogação, não entenderam a minha preocupação com parto. Afinal, pra elas, é óbvio que a mocinha vai parir o baby sem cirurgia.

Mas nem tudo são flores belas da humanização: parto normal é parto normal hospitalar. Tem sorinho com ocitocina, episio, epidural, mocinha sentada na cadeira de parto. A minha médica, por exemplo, só faz parto em um hospital (o que eu já tenho carteirinha de cliente freqüente) e lá não tem esse papo de salas lindas com luz baixa, música e banheira de relaxamento.

Até aqui, eu ainda brigava com a idéia de ter esse parto. Achava que era muita intervenção demais.

Só que fui conversar com as amigas do Brasil e… surpresa: tem médico vendendo exatamente o pacote descrito acima como “humanizado”. E vendendo caro: preços que variam entre 3 até 15 mil realidades. QUINZE MIL REAIS pra rebolar na bola de pilates e tomar banho quente? Porque o resto seria igual: sorinho, episio, anestesia! E ainda tem médico que põe limite no tempo de duração do parto “se passar de oito horas de TP, já vai pra faca” – uma amiga escutou de um que se dizia “meio humanizado”. Que porra é essa, meu povo?? Isso não é humanização coisa nenhuma! Entendo e respeito quem paga – até porque, pelo que tenho lido, se não for assim, é cesariana certa. Então compreendo perfeitamente a decisão de pagar pra ter um mínimo de respeito e confiança e conforto ao longo do processo.

Só que, de novo: eu não moro no Brasil… aqui ainda há alguma esperança pra quem (como eu, que fique claro) quer parir normalmente e não tá muito afim de pagar a mais por isso.

Pensei muito no assunto e entendi porque aqui na Argentina a coisa ainda funciona um tico melhor: a parteira! Esqueci desse detalhe, né?! Aqui, parteira faz parte da equipe médica. Infelizmente, ela não acompanha todo o pré-natal, você só a conhece no final da gestação, o que pode atrapalhar um pouco a sua ambientação com ela. Mas, pelo que ouvi dizer, normalmente são mocinhas fofas, que te ajudam mesmo. Quando você entra em trabalho de parto, é a parteira a primeira a saber, não o médico. Ela te orienta ao longo do processo: vai pra sua casa, te ajuda a relaxar e passar pelas contrações. Te leva pro hospital na hora certa, avisa ao médico no momento mais adequado, cuida de detalhes de internação e demais burocracias. Acalma teu marido e segura na tua mão na hora do parto. O GO só fica no hospital com você por poucas horinhas: segundo o relato de uma amiga (a que me indicou minha atual GO), a médica só foi chamada as 4h da manhã e a neném dela nasceu as 6h30. Molezinha, né? Não tem médico com pressa pra você parir logo, tem parteira ajudando… o parto normal pode dar certo! A parteira faz parte da equipe do GO e é escolhida por ele. Alguns cobram esse serviço por fora, mas já ouvi dizer que é anti-ético, os planos de saúde cobrem esse custo.

Sendo assim, depois de mais de um ano pensando e tentando entender a realidade daqui, eu decidi que sim, vou ter meu parto normal. No hospital, com a minha médica, com a parteira dela, e com o que as complicações da minha gravidez permitir. E nunca estive tão feliz e confiante das minhas decisões.

E vocês, como decidiram sobre seus partos?

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40 respostas em “Sobre médicos e o parto

  1. Não tomei decisão não, AINDA, mas spou super a favor do Parto Normal, e se eu puder fazer desse jeito, assim será (só resta saber quando, né?.
    E salve sua médica, porque, meniiiina, como tá difícil arrumar médico bom/profissional e tudo o mais por aqui!

    beijos grávidalinda

  2. Poxa que bom que está segura!!!Afinal é o grande momento,tanto tempo de espera pra ver o rostinho do bebe!!
    Bom meu parto nao foi normal por conta da diabete e a oscilaçao da pressão.
    Foi marcado, nem tive o trabalho de parto, foi bom pq foi pá pow bebezao na area, ruim pq a ansiedade toma conta, nao queria falar com ninguem, só chorava.
    Mas o importante que o JP está cheio de saúde!
    Bjkas!!!

  3. ADORO suas postagens!!!! ehehehe

    Nossa acho que vc tomou a melhor decisão, e aii a história eh outra neh! Até lendo já imaginei aqui no Brasil, colocam as coitadas numa sala a sofrer e esperam o nenê vir… Por isso aqui ngm mais quer parto normal… aff..

    Beijokinhassss

  4. Bem,

    No parto do Davi eu quis desde sempre que ele nascesse de parto normal, tanto que eu de fato entrei em trabalho de parto…a minha bolsa rompeu e tudo mais, só que ao passar quase 10hs de trabalho de parto a dilatação não evoluía mais de 4 cm…como a médica não me induziu e a minha pressão estava subindo,entrei na faca!!rsrsrs .Mas foi tudo muito traquilo como já relatei num post…

    Agora já fiz minha opção antes mesmo de entrar nesse mérito da questão com a minha nova GO…farei cesária…não por medo, pois sempre sonhei em ter um filho de PN…mas pq definitivamente eu vou fazer laqueadura..dois filhos foi sempre tudo o que quis pra mim.
    Sei que posso fazer a laqueadura bem depois que o bb nascer e tals…mas como morro de medo de cirurgias, anestesias e afins…se é pra entrar na faca que seja de uma vez só!!!rsrsrsr
    Sei que o certo é esperar o bb desejar nascer, mas desta vez eu marcarei tudo o que ser pra marcar…na medida do possível e claro!!!

    BJS!!

  5. Eu não me decidi, acredita? hahaha
    Estava em dúvida entre parto normal e cesárea até a 37 semana, quando a Olívia decidiu por si só. Ela parou de engordar, a placenta envelheceu e não dava pra esperar muito tempo. Minha médica ainda esperou até as 39 semanas pra ver se eu entrava em trabalho de parto, mas que nada! Não tinha nenhum sinal! Então fizemos a cesárea!

  6. Que bom Carol ver que você está resolvida quanto a esse assunto!
    Eu ainda não me resolvi, meu primeiro parto foi cesárea, então sei que é mais difícil, mas não impossível, conseguir o parto normal.
    Ainda não conversamos sobre isso, com os problemas do início da gravidez a questão do parto acabou ficando pra depois.
    Também gosto muito do meu médico e espero que na hora de resolver o parto eu continue gostando, hehehehe!!
    Beijinhos

  7. Nossa, só depois de ler seu relato percebi o quanto estou fora da realidade dos partos no Brasil. Aqui na Suíça, o normal é o que você chamou de parto humanizado com velinha, bola, banheira, homeopatia, acupuntura, parteira e, se pedir, peridural. Cesariana só mesmo por necessidade médica ou se pagar por ela. Os extras ficam mais é por conta do conforto do quarto no pós-parto. Beijos e bom parto para todas nós, seja lá do jeito que for.

  8. Oi Carol, adoro passar por aqui, me divito demais!

    Olha, mas o papo agora é sério. Eu sou absolutamente a favor do parto normal. Tenho três filhos (6, 4 e 1ano), todos de parto normal, sendo os dos últimos sem anestesia (um porque não deu tempo, o outro por opção mesmo). Correu tudo bem nos três, me senti super bem após os procedimentos e faria 10 partos normais, sem titubear.

    Se tiver um tempinho, passa lá no blog, onde fiz um relato mais detalhado sobre os meus três partos (postado em setembro/2010, com o título:Parto normal, uma conversa de mãe pra mãe.

    E, independente de qualquer coisa, cada um tem a livre escolha, o que não faltam são informações, relatos de experiências, que ajudam muito na hora de decidir!

    Um beijo querida e continue firme na sua decisão!

    Ivana

  9. Oi Carol, tudo bem? Quanto tempo, né? Passei por aqui várias vezes, mas sempre na corrida, acabei não comentando, apesar de estar super por dentro das novidades!

    Parabéns pelo filhote!

    Que bom que você e sua GO se entenderam e eu achei super legal essa idéia de parteira, acho que nos deixa mais seguras. No meu caso, fiquei sem minha GO no oitavo mês, e como queria parto normal, penei um pouco para conseguir outro médico que fizesse.

    O meu foi desses normais, em hospital, com todo tipo de intervenção possível. Eu me lembro de ter pedido para não ter episio, de achar que não precisaria do laxante (e na hora de fazer força agradecer por ter usado (:) entre outras coisichas.

    Na hora do nascimento eu não ligava para nada, só queria que minha filha nascesse bem, então não dei bola para o laxante (apesar de achar horrível na hora), aceitei de cara quando a médica disse que eu "precisaria de uma episio" porque a cabeça da minha filha estava acíclica, aceitar enfiarem as mangueiras na boca e nariz da Ísis, as vacinas, colírios, etc… Na hora eu não pensei em nada do que eu havia pensado durante todos os meses anteriores. Eu só queria minha filha nos braços.

    Ainda sou super a favor do parto normal, tenho pensado muito em parto domiciliar, porque realmente, depois que tudo passa, vc se lembra como as coisas poderiam ter ido com mais calma, mais amor, mais aconchego, sem pressa, sem intervenções desnecessárias, mas nem por isso a magia do parto se perdeu. Apenas continuo achando que estamos muito longe de partos humanizados e que devemos, sim, adotar o tipo de parto que mais nos fará feliz e realizadas, pois passaremos por essa experiência uma ou duas (quem sabe 3 ou 4) vezes na vida, então, não será algo corriqueiro, e com certeza será algo que não nos esqueceremos até o final dos tempos (hohohoh).

    O nascimento de um filho é um dos momentos mais mágicos que nós mulheres podemos vivenciar. É lindo, seja como for!

    Espero que você tenha um bom parto, seja qual for, e que seu filho venha ao mundo com muita saúde, energia e pais calorosos e ansiosos por aconchegá-lo!

    Beijos,
    Nine

  10. A minha escolha sempre foi pelo parto normal, que também não seria humanizado porque seria no hospital, sem doula e contando com a sorte do marido ter forças para me ajudar na hora da dor… mas, como nem tudo acontece como planejamos e queremos, eu até 39 semanas e meia não tive qualquer dilatação e contrações totalmente suportáveis, porém num eco a médica constatou que o coração do meu Rafaelzinholindo batia descompassado e ai não teve jeito, diagnósticou sofrimento fetal e me mandou pra faca. Na hora relutei porque achava que o batimento não estava bom porque eu estava muito tempo sem me alimetar e que deveriam fazer outros exames e quiçá me induzirem no normal.
    Mas eu sempre deixei nas mãos de Deus e o que me importava de fato era a saúde do rebento, então fui para a faca e fiquei feliz da vida ao ve-lo forte e saudável (apgar 9 e 10).
    Acho que está certa de aceitar e conviver que o que Vc tem pra hoje. Aproveite essa nova fase Carol com a intensidade maior que puder e conseguir, vale a pena.
    Bjs pros dois.

  11. Menina, que interessante essa leitura, ainda nem penso em engravidar.. mas quando acho que vou para argentina.. hahaha esse lance de parteira é muito bom, e realmente se tivesse aqui no brasil esse acompanhamento acredito que o olhar seria totalemtne diferente quanto ao parto normal..
    no mais o Lucas tá bem né?
    grandes beijos e minhas orações para vcs…

    May

  12. Carolzinhaaa
    Olha, euuu não quero pn não, fato. Mais apoio quem quer. Acho que o que importa é a vontade da mãe e o que for melhor pro baby, sim, porque tem casos que uma cesária é o melhor, e dai acho que não se deve pensar em mais nada mesmo, só no que for melhor, menos arriscado etc.
    Esperoo que vc tenha um bom parto, seja ele como for, e que Lucas chegue na hora certaa, cheinho de saude!!

    Grande BjoOO

  13. Nossa, eu nem faço ideia ainda, mais sei que quero normal, só não sei onde que vai ser, e que sorte em da sua medica, está muito dificil encontrar uma medica dessa forma, eu rodei em varias pra escolher uma, e mesmo assim não é la essas coisas. ..
    mais enfim ..
    beijoos

  14. Se sabe, né Carol, que eu ainda não estou no rol das gestantes, então muitos assuntos parecem distantes de mim e acabo nem comentando.

    Mas com a laparoscopia que fiz, percebi como é incomodo todo o processo cirurgico, por menos invasivo que seja. Os meus três furinhos estão aqui falam oi, e o que mais dói é do umbigo.

    Daí comecei a pensar na césarea, que deve ser muito chato aqueles pontos todos, na impossibilidade de levantar normalmente, fazer força, ainda mais com bb, etc etc…

    Eu sempre fui a favor do parto normal, porque como o próprio nome disse, é o natural mesmo. Mas graças a Deus vivemos em um mundo onde se pode fazer uma cirurgia, caso o PN seja inviável.

    O importante é vc confiar no seu médico, e vc confia muito na sua dra. Deixa tudo nas mãos dela, e se caso ela optar fazer césarea, você saberá que é necessário, e não pq é mais comodo para ela.

    Obrigada pelas palavras de apoio no meu último post! Fiquei feliz!

    Grande bj

  15. Eu sempre tive vontade de PN e meu plano de saúde é ruinzinho, só cobre parto com o plantonista do hospital.
    Apesar disso, fiquei tranquila em saber que o hospital era bom, os plantonistas tbm e as cesáreas eram só feitas se necessário mesmo.

    Minhas contrações começaram levinhas num domingo a noite, segunda às 6hs já estavam de 3 em 3 min. Fui pro hospital, estouraram a bolsa, ocitocina na veia, nada de anestesia (regra do hospital…), 5 pontos de episio e às 10hs nasceu minha pequena de Parto Normal feito pela enfermeira-chefe, não deu tempo pra o GO chegar a sala de cirurgia.

    se quiser ler está aqui: http://babiesanddots.blogspot.com/2010/08/relato-do-meu-parto-normal.html

    beijos

  16. Oi Carol, tudo bem? Qto tempo menina! Olha, meu parto foi normal, mas tive alguns probleminhas porque a bebê desencaixou. Ainda vou fazer meu relato. Adorei sua decisão. Eu tive complicações, mas se estivesse grávida agora, faria normal novamente. É uma experiência única. Vai fundo e curta os preparativos. Depois vem aqui contar pra gente. Um beijo enorme em vocês!

  17. Oi! Cheguei ao teu blog por um link em outro link em outro link… Só Deus sabe como! Li tudinho, chorei, me emocionei com a tua força e a tua coragem!

    Parabéns pela gestação, que tu, o Lucas e o papai tenham uma gestação abençoada!

    Meu parto está chegando… Quem sabe quando? Estou com 34 semanas e quero muitíssimo um parto natural! Já me stressei muito com isso, afinal, sabemos a realidade dos partos no Brasil.

    Estou mais tranquila agora, confio que minha médica fará o possível pra realizar essa minha vontade! E se não der pra ser, terei consciência de que lutei tudo o que pude.

    Beijos

  18. Olha Carol aqui na Inglaterra pra vc ter um PC vc tem q estar precisando meeeesmo, por motivo de saude, ou pagar uma eletiva de R$26.000!!!
    caso contrario so PN mesmo. Temos parteiras tbm, elas q fazem nosso pre-natal e nao o GO(aqui eles nao aparecem ate o dia do seu parto, caso seja PC), mas na hora do parto eh outra midwife(parteira) q cuida de vc. Elas sao super eficientes e entendem a sua barriga num toque, sem precisar de US.
    Acho super legal a sua GO ter passado essa confianca td e deixar vcs dois mais a vontade.
    tenha calma q td acaba da melhor forma possivel, tenho certeza.
    Ja peguei o end, thanks

    bjkas

  19. Bem.

    Eu não decidi. O Vicente decidiu por mim. Então, não entendo muito sobre isso.

    O que eu sei é que depois que eu tive o Vicente percebi que não importa meeeeesmo que tipo de parto vc vai ter.
    O parto é um micro detalhe na maternidade.
    Humanizado, com ou sem intervenção, pffff… O baby nem tá aí pra isso.
    O bebê vai ficar ótimo em qualquer parto e é isso aí.

    Se é melhor tentar o normal? Sim, é o recomendado né?
    Mas eu não ligo pra toda essa "humanização".
    Tendo um parto seguro e saudável é o que realmente interessa.

    Pro segundo filho, vou de PN se der. Nem sei se consigo um VBAC.
    Mas sinceramente, é a última coisa que vou pensar e decidir.

    Beijos!

  20. eu cheguei nas 38 acreditando no médico que se dizia totalmente adepto do parto normal, me mostrava estatísticas de seus partos e nunca falou em cesárea comigo.
    maaasss… me apavorou no último ultra com a desculpa esfarrapada da placenta madura, do bebê mal nutrido, das calcificações… e me apertou até para agendar.
    eu mole, gorda, com calor… espanei. aceitei, agendei, arrependi e nunca mais na vida vou deixar cortarem minha barriga…
    ODIEI ter feito cesárea.
    segura nessa médica e na sua parteira e se joga no empurra-empurra…
    bjos

  21. Oi Carol, sigo sempre seu blog mas nunca comentei.
    Eu moro na Suecia, e aqui tbm eh mto diferente do brasil. Aqui sao 3 ultras, e consultas a cada 4 semanas a partir da 10 semana de gestacao. O pre natal aqui nao eh feito por ginecologistas, e sim por midwives, e sempre uma diferente da outra. No comeco eu pirei….mas depois fui me acostumando. O parto? Feito por midwives tbm, e aquelas que estiverem de plantao. O parto eh Normal sem intervencoes, mas sem intervencoes mesmo…..sem episio,com banheira de agua quente, bola de pilates, TENS e gazinho…hehe Cesaria so em emergencia MESMOOOO.
    Eu entrei em TP com 40+3 semanas. Fiquei em trabalho de parto por mais de 24 horas….tentei de tudo pra ser normal, mas infelizmente nao deu.Foi cesaria, mas as midwives me acalmaram e me aconselharam a todo o momento, me senti amparada e confiante.
    No fim deu tudo certo, minha filha veio linda e saudavel e espero ter outro em breve.
    Mtas felicidades pra vcs na chegada do seu bebe.
    Priscila

  22. Carol, a minha decisão pelo parto normal foi por um motivo muito prosaico e nada "nobre": MORRO DE MEDO de ser operada. Nunca fui e nem pretendo.
    Ao mesmo tempo, morro de medo de sentir dor. Sou do tipo que pede anestesia quando senta na cadeira do dentista, e ele tem que explicar que não vai dar porque é só para fazer uma limpeza… hahaha. Então, era certo que eu iria querer anestesia para o parto.
    Mnha médica é minha amiga há anos, e tem bem o estilão da tua. Calma, segura. Durante todo o pré-natal o assunto cesárea nem foi abordado. Ficou muito claro desde sempre que seria parto normal.
    Além da questão da anestesia (e mais importante do que isto) definitivamente eu não tenho coronárias para parto domiciliar. Te conto um segredinho: sou médica também, por muito pouco não fui GO eu mesma e já vi muita coisa nessa vida. Parto em casa não era a minha.
    Escolhi um hospital bacana, eles tinham dessas salas de parto "humanizado" (detesto este nome), mas era no andar de cima do centro cirúrgico, e eu resolvi ficar na salinha normal mesmo. Luz baixinha, marido junto, livre acesso da minha mãe. Super tranquilo.
    Como já contei no blog, minha bolsa estourou e eu não tinha contrações, então como já tinha dilatação topei uma ocitocina básica para acelerar o processo e deu tudo certinho. A Helena teve uma desaceleração cardíaca no começo da indução que quase me fez pedir uma cesárea, mas a minha médica foi PONTA FIRME e falou: "e aí, vai desistir? cansou da brincadeira? vai amarelar?". Riu da minha cara, mas era o que eu precisava naquele momento. Agradeci por ter uma pessoa tão querida me assistindo.
    E depois de conhecer o que é uma contração fiz um pensamento super positivo e mandei um beijo bem grande para o inventor da anestesia.
    Em resumo, meu parto foi normal mas com o basicão que os humanizados chamam de intervenções: ocitocina, anestesia, episio.
    E quer saber? Adorei e faço de novo! Não achei que essas intervenções foram o diabo que o povo pinta, viu?
    Relaxa e curte a barriga, querida, que tudo vai dar certo. Seu parto vai ser incrível porque depois dele… você vai olhar para o rostinho mais lindo do mundo e vai conhecer (Pedro, não leia) o amor da tua vida.
    Beijos!
    Dani – maeperua

  23. Carol, a minha decisão pelo parto normal foi por um motivo muito prosaico e nada "nobre": MORRO DE MEDO de ser operada. Nunca fui e nem pretendo.
    Ao mesmo tempo, morro de medo de sentir dor. Sou do tipo que pede anestesia quando senta na cadeira do dentista, e ele tem que explicar que não vai dar porque é só para fazer uma limpeza… hahaha. Então, era certo que eu iria querer anestesia para o parto.
    Mnha médica é minha amiga há anos, e tem bem o estilão da tua. Calma, segura. Durante todo o pré-natal o assunto cesárea nem foi abordado. Ficou muito claro desde sempre que seria parto normal.
    Além da questão da anestesia (e mais importante do que isto) definitivamente eu não tenho coronárias para parto domiciliar. Te conto um segredinho: sou médica também, por muito pouco não fui GO eu mesma e já vi muita coisa nessa vida. Parto em casa não era a minha.
    Escolhi um hospital bacana, eles tinham dessas salas de parto "humanizado" (detesto este nome), mas era no andar de cima do centro cirúrgico, e eu resolvi ficar na salinha normal mesmo. Luz baixinha, marido junto, livre acesso da minha mãe. Super tranquilo.
    Como já contei no blog, minha bolsa estourou e eu não tinha contrações, então como já tinha dilatação topei uma ocitocina básica para acelerar o processo e deu tudo certinho. A Helena teve uma desaceleração cardíaca no começo da indução que quase me fez pedir uma cesárea, mas a minha médica foi PONTA FIRME e falou: "e aí, vai desistir? cansou da brincadeira? vai amarelar?". Riu da minha cara, mas era o que eu precisava naquele momento. Agradeci por ter uma pessoa tão querida me assistindo.
    E depois de conhecer o que é uma contração fiz um pensamento super positivo e mandei um beijo bem grande para o inventor da anestesia.
    Em resumo, meu parto foi normal mas com o basicão que os humanizados chamam de intervenções: ocitocina, anestesia, episio.
    E quer saber? Adorei e faço de novo! Não achei que essas intervenções foram o diabo que o povo pinta, viu?
    Relaxa e curte a barriga, querida, que tudo vai dar certo. Seu parto vai ser incrível porque depois dele… você vai olhar para o rostinho mais lindo do mundo e vai conhecer (Pedro, não leia) o amor da tua vida.
    Beijos!
    Dani – maeperua

  24. Tô contigo e não abro no parto normal…rs (até parece que tô grávida né) infelizmente meu agravante é já ter feito uma cesarea, e assim sendo os GOs logo indicam outra, ainda mais no meu caso, que quero engravidar ainda esse ano, ou seja, não se passaram nem 1 ano da cirurgia.
    Estou em busca desde jhá por uma GO humanista, que faça parto normal, e tmb contato com doulas e etc (queria o meu parto o mais normal possivel, sem epsio)e casas que fazem o parto humanizado.
    Enfim, espero conseguir, até porque tenho bastante tempo (só vou parar o AC em outubro) e se a médica vier logo falando que não é aconselhável e blá bla bla mudo mesmo de GO.

    Mas é aquilo, as vezes nem sempre o que sonhamos podemos ter, no meu caso tive que fazer cesarea por uma série de fatos (minha GO me abandonou na 37 semana, não tinha plano de saúde, tive que ir pro SUS, tinha contrações e nada de dilatação…e etc e no final: faca)mas se fosse pra escolher não faria denovo, claro que na hora lá que falam: se vc não fizer uma cesarea agora seu filho entrará em sofrimento, vc nem pensa, dane-se o mundo e parte pra faca, mas claro em situações de risco ou outra coisa eu faria, numa boa, mas nada de marcar como vejo muita gente, para 37 semanas, quando o bebe ainda nem esta pronto (ao meu ver) para vir ao mundo.

    Depois deste antigo testamento…e é isso ai, parto normal é o melhor que existe pro bebê , pra mãe, e tomara que vc consigaa o seu, vou ter o maior prazer de ler seu relato!!
    bjos pra ti e Lucas

  25. AInda não decidi, pq não estou grávida =P

    Mas quero parto normal, mas com umas droguinhas para eu não sentir tanto, pq sim, eu sou fresca! rs

    Mas estou muito feliz de saber que vc tem uma pessoa do seu lado e do pedrin que vcs confiam e que apóiam vcs!

    beijos, ju

  26. Olá,
    bom, posso dizer que foi o parto que me escolheu.
    Isaac nasceu de cesárea, mesmo depois de 6 horas de TP. história looonga.
    pequeno adiantou-se, veio ao mundo com 34 semanas, bolsa rota, não tive dilatação, cesárea.
    estava aberta a ambas as opções.
    não esquentei a inha cabeça, carol, foi o que tinha que ser.
    não doeu, não tenho cicatriz, nem culpa, nem meu filho é menos, nem nada.
    ele nasceu saudável, é uma criança feliz e eu uma mãe idem.
    pronto.
    bjocas

  27. Carol, adorei o sistema aí na Argentina. Acho a parteira (assim como as doulas) a pessoa ideal para acompanhar um parto, junto ao médico para eventuais intercorrências. Situação infinitamente melhor do que aqui no Brasil, onde parir virou uma indústria, com preços completamente absurdos para um parto humanizado, o que acaba por fortalecer ainda mais as ocorrências de cesáreas.
    Eu fiz cesárea por indicação médica, com argumentos e tal, confiando no meu médico que fez dois PNs na minha irmã. Mas até hoje acho que fui enganada e poderia ter ido até o fim. No próximo baby pretendo seguir em minhas convicções e tentar um VBAC.
    Portanto, fique tranquila, vc está muito bem assistida por sua médica!
    bjos

  28. Oi, Carol! Eu sinto uma invejinha muito boa de quem conseguiu ou conseguirá o parto normal. Eu queria muito, mas não deu… O Bernardo estava com o cordão enrolado no pescocinho e, além disso, ele nasceu com 4,370kg!!! Não passava de jeito nenhum e a minha médica, que eu tb amo, preferiu não arriscar complicações que pudessem me prejudicar ou ao meu bebê. Não importa o que aconteça na hora H, porém, o importante é dar tudo certo. Boa sorte!!!! Bjs

  29. carol,
    sempre fui simpatizante do parto normal, mas meio medrosa tb, então não pensava muito no assunto e sempre dizia que ia tentar o normal e, se desse qualquer creca, partiria para a cesariana. não cheguei a pesquisar muito sobre parto humanizado, pq não ia ter grana para bancar anyway. olha, vou te falar que deu tudo certo. meu parto foi normal com as intervenções: ocitocina, anestesia, episio e bolsa rompida no hospital (apesar de eu ter chegado com 5cm de dilatação). vou te dizer, fiquei fã. faria tudo de novo. foi rápido, tranquilo e quase não senti dor. anestesia é tudo de bom, vc sente as contrações, faz força, participa ativamente do processo todo, só que sem sofrer. quanto à episio, eu preferi o incômodo da cicatrização (é chatinho sim) à possibilidade de lacerar, que seria infinitamente pior. eu faria tudo de novo, exatamente igual.
    boa sorte para vc e para o lucas, e parabéns! a barriga está uma fofura.

  30. Oi Carol, Aqui nos Estados Unidos é parecido com a Suecia,sao 3 US um em cada trimestre, atendimento por midwives (uma diferente por mes).
    e cesaria so em caso de risco.

    O meu até um dia antes da Sophia nascer seria PN, mesmo com um cisto de 8 cm no Ovario. Mas quando eu tava com 40 semanas e 3 dias fui ao hospital ( inventei uma dor no cisto)
    e me sugeriram a cesaria pois a Sophia estava grande e sem sinais de entrar em trabalho de parto.
    Aceitei pois já retirariam o cisto.
    O que foi muito bom. Economizei uma cirurgia.

  31. Carol,

    Fico imensamente feliz por você confiar na sua GO, isso de fato não tem preço.

    Sou 100% a favor da opção de parto ser antes de mais nada uma escolha consciente da mulher.

    Ainda vou fazer um post sobre o tipo de parto, mas adianto que só farei um parto cesário se for estritamente necessário.

    Super beijo

  32. Quando estava gravida do PEdro, 7 anos atras, fiquei esperando apra ver o que acontecia. Meu medico era o emsmod a minha mae. Minha mae fez 3 partos normais com ele. Quando eu estava na 38º semana minha barriga parou de crescer, fiz uma ECO e descobri que meu liquido tinha secado completamente, fiz uma cesaria. O Pedro nasceu bem, mas se eu não tivesse perdido liquido ele teria crescido mais um tiquinho. Nas primeiras semanas ele engordou bem. Mas a pele dele é bem seca (chega a rachar e preciso passar muito hidratante nele) , se não me engano alguem disse que isto é consequencia da falta de liquido.

    beijos

    Pati

    http://coisasdemae.wordpress.com

  33. Carol, querida: que bom ler esse seu post, confesso que os anteriores me angustiaram um pouco, e, na correria, nem comentei. Em alguns momentos achei você muito apavorada, e isso é péssimo pra quem deseja, de alguma forma, um parto normal. Mas esse seu post me animou: que bom que você está tão confiante em sua médica, e que ela se demonstrou sinceramente envolvida com sua vontade de ter um parto normal. Muito bacana saber da presença das parteiras no sistema argentino, e já é um bom avanço a diminuição de cesáreas, bem como você ter conhecido mais mulheres que tiveram parto normal do que cesárea.
    Lendo seu post, fiquei pensando que, sendo sua médica tão bacana, você poderia tentar negociar com ela, ao longo da sua gestação, pequenas conquistas para o parto hospitalar. Veja com ela sobre a possibilidade de você fazer um plano de parto (conhece??), discutindo com ela coisas que você gostaria ou não que acontecessem no parto. Não precisa ir pro extremo de parir no quarto, com luz amena, no chuveiro ou com bola, que talvez seja muito para ela (e até pra você, não sei), mas, de repente, pensar se você toparia não fazer a episio (e negociar com ela), se você toparia esperar ao máximo pra tomar a anestesia – ou, talvez, até não tomar (e negociar com ela), enfim, já li muuuuuuitos relatos de partos hospitalares, nem sempre feito por "pop stars" do parto humanizado, em que as mulheres conseguiram muitas coisas da forma que queriam, apenas negociando, conversando sinceramente com seus médicos.
    Dei a dica pra Pati, e vou dar pra vc: minha obstetra (que acabou não fazendo o parto do caio, pois decidi ter em casa, na época, já que ela disse abertamente que não conseguiria me dar o parto que eu tanto sonhava no hospital, e ela ainda não fazia PD – hoje ela faz) passou por grandes mudanças desde minha última gestação, e ela afirma com todas as letras que alguns casais (eu e dani entre eles!) foram fundamentais pra mudança de postura dela. E a mudança de postura dela aqui tem repercutido em todo o sistema de parto hospitalar aqui, incluindo reformas na maternidade, capacitção de enfermeiras, presença de doulas, etc etc etc. Ela tem um blog onde fala um pouco sobre isso, e é bacana ver a visão de uma médica que mudou tanto sobre todas essas questões… se interessar, passa lá: http://www.parirenatural.blogspot.com.
    Beijocas, e, querendo conversar mais sobre o assunto, estamos aí!!!
    thaís

  34. Olá Carol,
    Também sempre tive dúvidas entre os tipos de parto e estava até aberta a fazer uma cesárea caso fosse necessário, mas o Enzo resolveu se adiantar às 37 semanas, e consegui um parto normal, super rápido até por ser o primeiro. Aqui eu conto como foi:
    http://asaventurasdofeijao.blogspot.com/2010/06/o-parto.html
    Fique tranquila e converse bastante com Lucas, que ele virá ao mundo da maneira que ele quiser e da melhor forma para vocês 2.

    Beijinhos
    Vivi

  35. Ai, Carol! Lendo seu post com os olhos de quem planeja um filho pra daqui a dois anos, mas que desde já pensa sobre o assunto, vou confessar que me bateu uma vontadezinha de ir aí pra Argentina só pra conhecer a sua médica e ter um parto com mais cuidado, mais respeito. Pelo que tenho visto, aqui no Brasil essa história de parto humanizado virou uma indústria, e das mais ##$$4$, porque vendem caro um conceito que seria o mínimo esperado por qualquer mãe. Aff!
    Ó, se eu decidir, eu te peço os contatos, tá? Rss…

    Beijo, e boa sorte! Tô muito feliz com seu otimismo e segurança, vai dar tudo certo.

    Raquel

  36. Oi Carol!

    Conheci o teu blog hoje, através da blogagem coletiva. Me interessei não por estar grávida, mas por vc viver na Argentina, e minha filha nasceu aí.
    Eu morei 10 anos em Buenos Aires (1997/2007). Me casei em 2003 com um argentino e minha filha nasceu aí, onde viveu seus 2 primeiros anos. Depois disso, viemos morar em SP.

    Sobre o que vc comenta no post, eu gostei muito mais do meu médico em BsAs. que da forma que minha irmã e outras amigas foram tratadas aqui em SP. Aqui é incrível como são cesaristas!! Toda regra existem exceções, lógico, mas aqui é demais!

    Eu fiz pré-natal e parto no Hospital Britânico, em Caseros, não sei se vc conhece (Morávamos em Boedo). O Dr. Mozer, que foi meu médico, tentou o parto normal até o último minuto, mas minha filha começou a sofrer muito. Ela não reagia à expulsão, e de 140, 150, seus batimentos cairam a 50, 60…Eu queria o parto normal, até mesmo sem epidural, mas não foi possível. No meio do trabalho de parto, ele avaliou e achou melhor correr para uma cesária de emergência. Mas o médico agiu rápido e em 15 minutos ela tinha nascido. Não chorou, levaram ela rápido para dentro, para ver como ela estava, mas 10 minutos depois, ela já estava comigo, tudo bem, graças a Deus.
    Eu quis o PN, não foi possível, mas pela emergência, não por indução do profissional. Mas o fato de estar em um hospital salvou a vida da minha filha.

  37. Oi Carol
    Só hoje me dei conta que você mora na Argentina! Já tinha passado por aqui antes, mas essa informação não foi processada (risos). Aqui em Mendoza é mais ou menos como em BsAs, não sei a prática por que não passei por isso, mas depois de algumas conversas descobri que aqui no interior a humanização ainda não chegou. O parto normal aqui é maioria, mas é o parto normal tipico e cheio de intervenções. Existe um médico que segue uma linha mais humanizada e algumas parteiras, e tudo indica que apenas uma doula. Quem quer cesárea faz a cirurgia, sem maiores problemas, mas não são rotineiras e as mulheres e médicos não encarram como uma alternativa para escolha e sim uma eventual necessidade.
    Bjs

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