To animaaaaaaaaaada pro show! Minha adolescência foi super pop (cheia de Spice Girls, Backstreet Boys, Madonnas, Michaels e afins), então ir ver a Beyoncé tem a possibilidade de ser sim, muito legal. Eu sidivirto!
Ainda por cima encarnei a tia bobona e as meninas tão amando: ontem vimos vídeos no youtube e fiquei tentando fazer o que essa menina de 3 anos faz bem melhor que eu (ai, a idade chegando):
Mas nem tudo são flores. Eu já cansei de ir a shows e grandes eventos nessa vida, mas é a primeira vez que vou ser a única responsável por duas crianças. Fico com medo do que pode acontecer e to tentando me cercar de cuidados.
Vocês já passaram por isso? Como fizeram? Esqueceram de levar algo pros pequenos?
Eu, do alto da minha inexperiência, fiquei com medinha e resolvi traçar planos, rotas de saída, já defini quais documentos levar, o que fazer se nos separarmos por acaso, que horas comer, beber água, fazer xixi, soltar pum e quaisquer outros detalhes de igual importância. Será que tá faltando algo?
Bom, fora isso, acho que é hora de relaxar e curtir o momento djivah. E como vcs aí no Brasil já devem estar se jogando no samba, desejo a todas (e todos tb) um excelente Carnaval! Muita folia com os filhotes e muito descanso!
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Encontrei um site que tinha artes pra blogs e achei essa fofinha e resolvi mudar. Ficou butininho, vocês acham? Já tinha um tempo que eu queria dar uma bossa pra esse espaço aqui, acho que ficou bem legal.
Fiquei lembrando das coisas engraçadas da minha irmã, a quem eu chamava carinhosamente de Piranha Teen (ah, o amor fraterno).
E aí, no mais picareta espírito reblogueiro, resolvi compilar aqui 3 das melhores historias que eu publiquei sobre ela no meu blog não-bebezístico.
São boas e valem a leitura:
Em 23/06/2004
Estava eu mexendo nas configurações do meu monitor, distraída. Eis que chega a minha irmã. Pára ao meu lado e fica observando, compenetrada. Com o ar de quem sabe do que está falando, praticamente a voz da experiência, ela pergunta:
- Qual é a reVolução máxima dessa tela? 1024 X 768?
Hein Bial? Revolução? Qual? A Francesa?
Putaqueopariu, é melhor ouvir essas coisas do que ser surdo.
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Em 22/11/2004
Da insanidade
Comprei uma TV nova. Êê. É linda, pequena e charmosa, como eu. Pfffffffff.
Enfim.
A loucura não foi essa. Comprei nas Casas Bahia, no maravilhoso crediário. Estávamos na fila eu, o zé da portaria e a tia Maria, empregada. As criança tudo também estava lá, comprando o Praystation II. É parcela e gente feia até dizer chega. Mas pobre é isso mesmo. Não é preconceito, é constatação. Eu estava lá no meio, porra. Qual é o pobrema? Melhor que você, que ostenta essa elegância de espírito, mas continua com a sua televisãozinha redonda, sem controle remoto.
Mas a loucura ainda não foi essa. A baboseira foi na hora de buscar a TV. Fui ao Iguatemi. Na Tijuca, onde comprei, o produto já tinha acabado. Estacionei o carro, bateu um frio, vesti a jaqueta. Andava pelo shopping decidida, afinal, eu era a feliz compradora de uma televisão foda. Todos me olhavam. Eu sei, inspirava confiança. Me olhavam um pouco mais, dessa vez, faziam comentários entre eles. Humpf. Deve ter algo errado. Eu sou linda e bela, mas nem tanto. Eis que minha irmã começa a gargalhar. Piranha teen. Depois de 13 minutos de pura gargalhada, ela me avisa que a jaqueta está totalmente ao avesso. Putamerda. Imbecil... Louca dentro do shopping, eu estava mesmo com cara de maluca. Jaqueta ao avesso, bolsa estilinho pendurada, cara de decidida. Recém saída do hospício.
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Em 31/03/2005
Bizarrices bizarras que eu presencio
Você se lembra da Piranha Teen? Aquela que ficou rindo do meu casaco ao avesso quando eu comprei a minha TV nova? Aquela que me perguntou qual era a reVolução máxima da tela do meu computador?
Ela mesma! Minha irmã, essa inteligença, esse show de perspicácia e senso de oportunidade, protagonizou mais uma:
Um belo dia, estávamos assistindo ao Big Brother, eu deitada na minha cama e ela sentada na dela, lendo um folder que falava de alguma promoção. Neste folder, o texto era mais ou menos assim:
"Recorte e junte 5 tíckets das embalagens. Envie para o endereço tal e concorra a:
20 Televisões 29'
20 aparelhos de som
30 DVD's
500 bicicletas.......
Participe!"
Eis que a gracinha me brinda com seu raciocínio:
Piranha teen: euhein, que promoção mais maluca!
Eu: Por que? Não estou vendo nada de mais...
Piranha teen em momento iluminado: Duh, se eu ganhar, o que vou fazer com 30 DVD?s? Hein?
Preciso mandar essa menina pras turmas especiais de super dotados. Impressionante.
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E voltamos à programação normal, certo? Amanha temos show da Beyoncé e mais baby-bobeiras pra vocês.
Obrigada pela força!
Ok, o dia passou e eu fiquei me sentindo tão mal. O dia todo meio estranha, meio alheia. Esqueci de uma reunião importante, esqueci das pendências. Não comentei mais em blog nenhum e não consegui mais me empolgar com papos maternos. Essa celebração coletiva à vida que são esses blogs. Me faz bem todo dia, mas hoje não.
Voltei lá no blog da Paloma e vi que alguém tinha escrito “meus irmãos são tudo pra mim”.
Entendi tudo.
A minha irmã era tudo pra mim. Pra quem não sabe: ela já morreu (falei um pouco disso aqui). E me deu uma puta culpa de ter escrito lá essa história do dia do berço. Do dia que eu teoricamente quis mal a ela.
E só de escrever essas linhas, minhas mãos tremem, meus olhos enchem d’água, dá um nó na minha garganta. Sou tomada por todas as culpas, por todas as dores, todos os arrependimentos. E é tudo muito estranho, porque ao desviar o rosto e olhar pra janela (pra ninguém do trabalho me ver chorando) começa a chover.
Não sei que relação tem isso com as baby-bobeiras que eu proponho e, sinceramente, acho esse papo meio pesado pra ser publicado aqui.
Mas bem.
Talvez seja uma notinha de rodapé pra explicar um pouco da minha enorme vontade de ver uma nova vida acontecendo.
Porque Cunhadín voltou pro Brasil, mas não tivemos muito tempo pra reclamar da casa vazia. No dia seguinte, chegou a minha sogra e duas sobrinhas, de 11 e 12 anos. Carolininha aqui começa a testar o módulo “Aturando Adolescentes” de seu curso preparatório prático.
Não sei se tem alguma mommy de adolescente por aqui, mas eumesma já posso dar uma breve opinião: é duro hein gente. Claro que ter um ser completamente dependente 24 horas por dia também é. Mas tipo. Adolescente é mau humorado, depressivo, cheio de manias. Não que a experiência esteja sendo ruim, nada disso. É apenas muito diferente.
Primeiro, eu demorei um pouquinho pra pegar o tom da coisa. Ou eu fazia “a adulta” e elas não entendiam bem ou eu infantilizava demais o meu papo. Me concentrei e acertei. Falamos da escola delas, de internet, um pouco de fotografia (aí elas acharam o tema meio chato), de compras em Buenos Aires, de curiosidades. Mas não escapei de cenas de mau humor. Estávamos num restaurante, comendo uma pizza. Aí uma delas não gostava de massa fina. E não avisou nada. E quando chegou a pizza, ela destroçou a comida, comeu só o queijo, fez birra, cara feia e deitou a cabeça na mesa. Quando perguntei o que houve, ela simplesmente não respondeu. Assim, ligando o foda-se na minha cara, como se a culpa da pizza não estar do agrado dela fosse minha. Com calma, descobri o que tinha acontecido, mas não consegui que ela comesse mais nada. Ok. Pra uma pessoa de 12 anos, dá pra falar “coma então quando tiver fome, tá?”. Pra de 2, fica mais complicado.
Depois fiquei pensando em programações pra elas. Perguntei o que elas gostavam de fazer e a resposta foi: internet e televisão. Ai meus sais. Tudo bem, eu também amo essas coisas, mas sei lá, né. Estamos em outro país, vambora fazer outra coisa! Daí chegamos a conclusão que: vamos fazer compras, vamos no Parque Aquático que tem numa cidade aqui pertinho e vamos no show da Beyoncé. No dia do show, vamos só nós 3 e eu vou ganhar o prêmio da tia mais legal do mundo, certeza. Porque eu que tive a idéia, porque vamos sozinhas, porque vamos nos maquiar e brincar de divas Dreamgirls. Eu fiquei lembrando que queria eu aos 12 anos ter uma tia que me levasse num show baphonico assim.
E não deu outra, elas estão empolgadíssimas, não falam de outra coisa e ficam tentando me ensinar as músicas (ah é, tem esse detalhe, eu não sei cantar nenhuma música inteira da Beyoncé, hehehe).
Enfim, vamos vendo como rola a semana. Certeza que eu volto pra contar mais causos em breve!
Fico admirando as discussões nos blogs de vocês: sobre parto natural, sobre desfraldes, birras, vontades de engravidar, gravidezes (o plural é assim mesmo?). E cresço e aprendo. E me divirto muito também.
Aí vocês vem aqui e me dão força e me apóiam e riem comigo (e de mim também, hehe).
A.M.O.
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E já que estamos falando de amor, comento que Cunhadín voltou pro Brasil e deixou nossa casa silenciosa e vazia e sem gracinha. Maridón escreveu sobre isso e eu achei lindo! Vejam aqui.
Bem. Eu não sou tão radical. Acho que, se estou na chuva, é pra me molhar. Se decido publicar o que penso e ainda por cima abro a caixa de comentários, é pq quero saber o que opinam. Se não, não me exporia tanto, certo? Eu não sou anônima. Eu falo o que penso e assino embaixo. E pronto. E quem me lê tem todo o direito de não gostar, não concordar, não se identificar e escrever aí na caixinha. O único porém é que, ao ser anônimo, vai ficar mais complicado da gente debater o assunto. Mas enfim, a escolha é sua. As minhas, pelo menos com relação a este espaço, eu já fiz.
De qualquer forma, de verdade me interesso pelo que vocês dizem, então o tal comentário anônimo (e outros identificados também) me fez pensar. Que eu sou chata, já sei, essa conclusão é até meio óbvia. Fiquei mais é pensando na forma que tenho levado a vida e na decisão de liberar o caminho pro baby chegar. Nos meus debates com a psicóloga, com o Maridón e com uma amigona que acompanha de perto a minha saga, sou firme, como vocês são nos comentários: a hora é de relaxar e deixar a vida fazer o que tem pra fazer. Enquanto isso, teoricamente vou vivendo (até mais intensamente do que antes), curtindo a minha “solteirice”, as dormidas até mais tarde, os chopes, as viagens, a vida sem horários ou muitas regras. Ok. É por aí mesmo.
Mas, sozinha, quando solto o pensamento e o deixo passear por onde quiser, ele teima em ir a salas de parto, barrigões, quartinhos de bebê, papinhas e mil outras baby-coisas que ainda não vivi. Fico me questionando até que ponto isso faz parte de uma pessoa que se prepara pra maternidade. Porque também pode ser uma pessoa obcecada pelo tema. Que eu gosto do assunto, é fato, eu adoro. Há muito mais tempo do que tenho o blog, inclusive. Só que não quero mais ficar sofrendo. Não quero ficar chateada porque o baby não vai mais nascer no mês que eu gostaria. Ou porque não terei o filho junto com uma amiga que já está esperando o dela. Ou ainda porque eu simplesmente não consigo planejar as férias desse ano já que não sei se estarei grávida ou não.
Viver, eu vivo. Curtir o Maridón, eu curto. Dormir bastante, eu durmo. Não é que eu tenha parado a vida pra ficar só pensando nisso. Mas preciso admitir que o assunto baby (pelo menos o meu, o de vocês não!) tem me feito sofrer mais do que ser feliz. E não foi assim que eu imaginei que seria.
Por outro lado, isso está acontecendo como tudo costuma ser na minha vida: eu começo extremadamente entregue, me jogando e ansiosíssima. Depois, com o tempo e com a experiência, vou definindo o que é melhor, vou aparando as arestas e eliminando os excessos. Acho que chegou o momento do equilíbrio, portanto.
ps.: Flááávia! Achei o livro! Vou comprar no fds e te conto!!! beijao!
Minha Cunhadín tá passando uns dias em Buenos com a gente (contei disso aqui), daí eu tenho buscado bastante programação pra ela, já que é a primeira vez que recebemos babys em casa. Eu não tenho muito know-how da coisa Buenos Aires para crianças e aproveitei a vinda dela pra aprender as coisas pra minha pessoa mesmo (e pra pessoa do meu futuro baby), afinal quero ter um filho aqui, é bom começar a me familiarizar com o tema.
Nas minhas andanças pela internet, descobri um blog muito legal, que indico pra vocês caso queiram vir pra cá com as crias (se não me avisar que tá vindo, eu vou ficar magoada, quero conhecê-las! /prontofalei): Buenos Aires para Niños, da Fernanda, uma jornalista carioca (sidentifico!) que tem dois babys e mora aqui na Argentina. Sempre que conheço um bom blog, leio todo, desde os primeiros arquivos e com esse não foi diferente. Ela ensina vocabulários do argentinês, fala dos programas que podem ser feitos com os babys e conta um pouco de como é o dia-a-dia vivendo em outro país com os filhos. É ótimo, super recomendo!
Outra coisa que descobri, e aí vale pra viagens para qualquer país, é que nos novos passaportes não consta mais a filiação. Vocês sabiam disso? Meu sogro queria levar a Cunhadín pra fazer um passeio de dois dias pelo Uruguai e não pode pq ficou preocupado de ter problemas na Imigração, já que ele esqueceu de trazer a certidão de nascimento, achando que o passaporte valeria acima de todos os outros documentos... Só com o passaporte, ele não tem como provar que é pai dela! Então gente, mesmo para países que tem o acordo do Mercosul (para esses, não é obrigatório levar passaporte, carteira de identidade já serve), tem que levar o documento com foto, a certidão de nascimento e... se você quiser ser ainda mais precavido, é bom levar também uma tradução juramentada da certidão. E se viajar sem um dos pais, precisa fazer autorização em cartório.
Planejamento é tudo, gatonas!
Nossa!
Não tenho idéia do que é esse número pros blogs mais bombados, mas pra mim é muito legal esse retorno! Gente nova chegando, gente antiga permanecendo. E eu sempre pensando em vocês nas minhas pequenas baby-aventuras e considerando o que vocês falariam dos meus baby-delírios.
E os delírios que resolvo postar aqui (eu deliro muito mais do que escrevo, seguramente) são sempre recebidos com muita opinião construtiva, apoio e força, coisas que eu adoro. Estive triste em vários momentos e as frases de “Calma que já já passa”, “Isso é normal” ou “Relaxa!” foram sempre muito bem-vindas e úteis, de verdade.
Então, obrigada gente! Tamo tudojuntomisturado nessa blogosfera!
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E já que estamos falando de conselhos úteis e “Relaxa, Carolina”, aproveito pra contar pra vocês que fiz mais um testezinho de farmácia. Minha menstruação ainda não tá atrasada e eu já sinto coliquinhas de que ela tá vindo por aí, mas sei lá, comecei a ter mal-estares estranhos e choquinhos no bico do seio (que Maridón até considerou meio sexual, hehehe). Resolvi tirar a dúvida. Fiz o teste, deu negativo. Não me abalei muito não, dormi até melhor depois. E a tal da menstruação nem veio ainda, então a verdade é que preciso esperar mais pra concluir qualquer coisa. Ok, sem dramas.
A surpresa dessa vez é que, qdo fui contar pra Maridón (ele dormiu cedo e não acompanhou o teste), ele ficou tão chateadinho... perguntou se quero repetir o teste daqui a uns dias, se eu tenho certeza, se eu estava bem. Aí hoje acordou com a maior enxaqueca e enjôo e não saiu da cama. Não fui trabalhar e estou aqui de prontidão do lado dele, dando comidinha, remédio, carinho e beijinhos.
Fiquei tão chateada dele ter caído assim... mais do que quando eu mesma tomei negativões na cara. Uma coisa é agir delirante e ansiosamente, mas sozinha, sofrendo eu mesma as consequências da minha tensão. Outra é envolver o amado nisso, fiquei preocupada e não quero que se repita.
Definitivamente, a ansiedade não ajuda em nada.
Cunhadín veio com seus pais (o Sogrón e a esposa de Sogrón) pra ficar 10 dias e com o objetivo (eles não sabem, mas eu bem sei) de me fazer experimentar um pouco do que é conviver com um baby.
Em apenas 3 dias, já lembrei UM HORROR de vocês todas, das histórias contadas, das dúvidas e do quanto a vida pode mudar por causa de um ser tão piquitito. Pq olha só:
1. É cansativo. Ela requer a nossa atenção quase o tempo todo (dos pais mais do que a minha, claro). Não pára quieta um minuto. Não tem a menor paciência pra bater papo sentada na mesa do bar. Nem pra ver vitrines. Muito menos pra Casa Rosada. Se vê a gente mexendo em computador, ela logo pede pra ver foto “qué ê óto da Bába” (=quero ver fotos da Bárbara). O negócio dela é pegar em tudo, andar sem dar a mão, interromper refeições, cantar (bem alto) e repetir o que gosta de fazer (umas 800 vezes, até a exaustão – o que normalmente acontece com a gente primeiro). Uma tarde dessas, ela queria descer no escorrega do parquinho. Precisava de um adulto pra subir com ela, outro pra receber lá embaixo, outro pra fotografar (e ela sorria posando a cada descida) e outro pra ficar dando apoio moral (pros outros adultos, pq ela tava muito bem psicologicamente). Isso foi repetido algumas dezenas de vezes, ela não cansava. A gente, sim. As 22h já estamos um trapo, prontinhos pra mimir.
2. Põe a gente em forma. Teve um dia que ela cismou que queria dormir, no meio de um passeio. No colo. No meu colo. Encostada no meu ombro e fazendo rolinhos com o meu cabelo, do lado direito. Não podia mudar ela de lado, não podia dar no colo de outra pessoa. Ai meu braço! Ai meu cabelo! Em outro momento, a mãe dela tava enrolada com algo e me pediu pra calçar os tênis nela. Mas, de novo, ela cismou que tinha que ficar no meu colo. Demonstrando alta capacidade cognitiva, eu, 48 horas de convivência com uma baby depois, calcei a menina com apenas uma mão (COM meias). Ninja. (já sei que não preciso ter medo de trocar fralda, pq depois de umas horas, a gente se vê fazendo coisas incríveis!).
3. Testa a paciência. Ela é muito boazinha, viu. Mas, chora de noite. To-das as noites. E não é um chorinho de tristezinha. É um puta choro alto, a menina abre mesmo o berreiro. Na primeira noite, eu tomei um susto tão grande que acordei já sentada na cama. Agora já estou me acostumando e apenas acordo, 3, 4 vezes por noite e só volto a dormir quando ela para de chorar. Hoje, de tão acostumada que to ficando, acordei antes dela e fiquei esperando que ela despertasse
4. E ela o fez. Como todas as manhãs: rindo, gargalhando. Como pode esse bom humor todo? É tão fofo, tão gostoso, que me fez esquecer as 3 problemáticas anteriores. Fiquei rindo que nem boba com ela, curtindo, me deixando levar por aquela alegria toda.
Baby é tudo de bom, né?
(dps eu volto com fotos – até pq tenho uma super sequência dela descendo no escorrega do parque)


