Maridón está mudando de emprego e acabou aceitando uma proposta financeiramente inferior a que tem hoje, porém, com grandes possibilidades de um futuro legal (e ele tá indo trabalhar no Disney Channel, tão focado no tema baby, não acham? E mais: tão a ver com o trabalho da esposa! Ele entretém os babys e eu ensino a fazer babys, olha que combinação boa).

Bem, daí que estamos repensando nossos planejamentos de gastos com o futuro herdeiro. Eu já comentei desse assunto aqui e aqui, mas volto a bater na tecla porque acho que pouco se fala sobre grana e, embora seja um assunto muito pessoal – afinal cada um tem sua realidade, sua forma de fazer dinheiro e seus hábitos de consumo –, acredito que falar sobre finanças é importante e necessário sim. Além disso: acho que todo mundo deveria ter aula de economia domestica em algum momento da vida.

Eu nunca tive mesada, meu pai me dava dinheiro sempre que eu pedia (e sempre que ele tinha!). Mas a falta da mesada não era de maldade ou desconhecimento dele. Acontece que ele sempre foi dono do próprio negócio e, quem trabalha com comércio sabe: um dia se tem grana, no outro não. Quando entra pouco dinheiro, tem que pagar as contas e os funcionários e, por último, o dono pega sua parte. Se ainda houver alguma parte pra pegar, viu. Como resultado disso: meus pais sempre foram endividados, muito sonhadores (e meio fora da realidade, acreditando que o amanhã será melhor) e eu acabei absorvendo esse pensamento Polyanna: se tinha dinheiro naquele dia, gastava logo, amanha a gente via o que fazer. Nunca consegui juntar nem 20 reais. Tudo meu era parcelado e eu sempre tava no negativo, mesmo sendo assalariada e sabendo quanto ia ter no final do mês. Coisa de família.

Quando minha mãe morreu, eu cortei o maior dobrado pra limpar o nome dela (precisava fazer pra pegar uma indenização que rolou e em outros casos porque a dívida rolava pros herdeiros). Era dívida atrás de dívida: cartão de crédito pendurado, compras parceladas em todas as lojas possíveis (Renner, C&A, Casas Bahia, Ponto Frio e por aí vai), nome sujo na praça. Fiz uma baita organização e planejei o pagamento daquilo tudo em poucos meses. Claro que tive que me apertar. Mas resolvi. Isso tudo com a super ajuda de Namoridón (não éramos casados na época) que sempre teve pensamento organizado e claro sobre dinheiro e me mostrou que era tudo mais simples do que eu imaginava. Fico triste por não ter feito isso enquanto minha mãe estava viva, cansei de vê-la sem dormir ou chorando pelos cantos porque não ia ter como pagar uma conta. Mas enfim, cada coisa acontece no seu tempo, né. Então posso dizer que a vida acabou por me ensinar o que pretendo passar pros meus filhos: a viver (BEM) com o que se tem. Basta ter algo de planejamento e força de vontade.

Por isso tudo, para o meu projeto baby, eu não fico esperando que dê tudo certo, pura e simplesmente. Óbvio que respeito quem acredite nisso, mas é que tenho verdadeiro pavor de ter dívidas de novo. Mas não sou perfeita: mês passado, por exemplo, esqueci de pagar a porcaria do condomínio e, depois de uma determinada data, já não podia mais pagar a tal da fatura, tinha que esperar o vencimento do mês seguinte que viriam duas cotas juntas. Aí, no relatório que chega pra gente da Administradora, tava lá o nosso nome como devedores. Culpa Master.

Enfim. Daí que vivo fazendo cálculos pra vinda de baby-Carol. Agora que Maridón vai ganhar menos, vou ter que repensar tudo. Ainda rola, mas certamente teremos que ajustar as prioridades.

Pra quem se interessa pelo assunto, vi uma notícia na Internet de um livro que me interessou, justo sobre esse tema:

Livro ‘Olha quem está poupando’ reúne dicas sobre a chegada do bebê
 
A chegada de um bebê – o primeiro ou não – é sempre acompanhada de muitas mudanças e dúvidas. E, nessa hora, é importante trocar ideias com quem já passou ou está passando pelo mesmo momento. Ao longo de dois anos, a jornalista Maria Fernanda Delmas, editora de Economia do site do GLOBO, coletou experiências de dezenas de mães, somou-as a sua própria vivência na gravidez e nos cuidados da filha Beatriz, hoje com um ano e seis meses, e reuniu tudo no livro “Olha quem está poupando” (Editora Campus Elsevier), que será lançado hoje na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, às 19h. 
Em um texto leve e bem-humorado, como se $conversando com a leitora na pracinha, a autora dá dicas preciosas, mesclando informações sobre finanças e comportamento com cuidados do dia a dia do bebê. Por exemplo: “Ficar grudada no bebê o tempo todo não fará de você uma mãe melhor”. Ou sobre o chá de bebê ou de fralda: “É cada vez mais comum ser uma festa do casal. A ocasião acaba se tornando uma oportunidade de reunir os parentes e amigos – homens e mulheres – uma última vez, antes de o bebê nascer. Porque depois será difícil fazer tal reunião por um bom tempo”. Sobre fraldas, inclusive, Maria Fernanda faz a conta assustadora de que são gastos R$ 3.500 só com o item nos dois primeiros anos de vida do filho. 
Ou, ainda, sobre o hospital: “Cuidado para não cair no conto da antessala”, luxo para receber visitas que não é coberto pelo plano de saúde e, segundo ela, acaba sendo desnecessário. O livro inclui também informações sobre os direitos trabalhistas antes e depois do parto, opções de investimento para planejar o futuro do bebê, o enxoval ideal, os acessórios realmente necessários, a escolha do obstetra e do pediatra, como contratar uma empregada doméstica e até o extenso e caro calendário brasileiro de vacinação.
 
– Quando engravidei, percebi como as grávidas e mães são carentes da experiência das outras, inclusive sobre os gastos. O livro foi escrito para tentar ajudar as mulheres a gastarem melhor no momento da maternidade – diz Maria Fernanda. 
fonte: caderno de Economia, Jornal O Globo – 17/05/2010

E vocês? Como levam a vida com relação a esse assunto?

23 respostas em “Quanto custa ter um filho – parte 3

  1. É amiga épor isso que temos que ter sempre os pés no chão, lá em casa meu marido é Economista e trabalha com mercado financeiro então ele me dá autos toques até onde posso ir, eu seguro também porque depois que tivermos filhos é dinheiro que vai até dizer chega kkk…
    Mas mesmo assim temos que pensar positivo para vir esse baby né amiga!
    Beijos e parabéns para o Maridón.

  2. Minha mãe consegue a proeza de viver a vida todinha com nome sujo!!!!!
    Eu aprendi a controlar os gastos, fazer planejamento e optar pelas melhores ofertas e opções de pagamento. Mas não é fácil não!!!
    Nossa, tem meses que parece que o dinheiro nem entrou!
    há dez dias do pagamento entramos no cheque especial, mas isso aqui em casa aprendemos a contornar, gastamos um mês economizamos no proximo. E facilita mto a vida que maridex trabalha no banco, então ele tem taxas de juros diferenciadas e essas coisas, então conseguimos sempre viver bem sem grandes sacrifícios.
    Tenho um pouquinho de medo da hora que o baby branquelo chegar, mas acredito que com pouco tempo conseguiremos adequar essa despesa deliciosa em nossas finanças!

    Bjinhos e boa sorte para o Maridón no novo emprego!
    Fala para ele mandar um bjo para o Mickey!!! rsrs

  3. Adorei a sintonia de vcs, até no quesito empregos, hehe!
    Quanto a planejamento, nunca fomos muito planejados, mas tudo tem dado certo. Tem meses que são mais difíceis, a gente se aperta e tal, mas a gente corta gastos e acaba se acertando.
    Fiz um chá de fraldas que me garantiu fraldas por um anoe meio (e ela foi desfraldada com quase 2), então nunca gastamos muito com isso. Em compensação, gastamos muito com um leite de soja, embora amigos e parentes tenham nos presenteado com várias latinhas.
    Compro roupas em brechós e acho que ela tem brinquedo demais (a cada festa ganha muuuitos).
    Agora o gasto maior é, sem dúvida, escola. Mas vale muito a pena, é claro!
    Beijos

  4. Confesso que desde que minha filha nasceu, minhas contas perderam um pouco o juízo… mas o meu maridón tenta recuperar meu juízo! gasto, mas nunca a ponto de me endividar.. sempre pago com meu salário.. mas nunca sobra.. agora que estou vendo que as coisas que eu compro, às vezes são desnecessárias… 🙂 às vezes!! 🙂
    E estou começando a controlar mais… esse mês acho até que vai sobrar um pouquinho.. hehehe…
    Mas é uma tentação.. ainda mais se for menina.. aff…

  5. O marido é super planejado, tem tudo na ponta do lápis. Quando eu não era Amélia (ou ainda trabalhava fora), era uma descompensada que queria comprar tudo que via pela frente. Mas em minha defesa digo que aprendi com meu pai a pechinchar muito e a não comprar nada que eu julgo com preço abusivo. Mudei um pouco, e meu marido diz até que fiquei meio pão-dura. Gosto de comprar bem, o que não quer dizer que seja muito. Coisas de boa qualidade, que durem bastante. Isso vale para o meu guarda roupa de grávida (ainda inexistente graças aos preços absurdos) e o enxoval do bebê. Tem coisas que não vale a pena investir (como os bodys, sapatinhos e roupas do primeiro ano em geral), pois vão se perder rápido…
    Me empolguei né kkk? Desculpa gátan!

    Beijos

  6. Navegando por aí, descobri seu blog e curti muito o que li. Vou te seguir 🙂
    Bom, vou chegar já dando meu pitaco…
    Meu marido é contador, super controlado, só compra quando realmente é necessário e poupa sempre que possível. Eu sou totalmente o oposto, bastante consumista e a palavra poupar não faz parte do meu dicionário (por enquanto) Juro que estou tentando me esforçar neste quesito, mas é dificil. Precisa-se de muita discilplina, coisa que nunca tive com meu $$$. Melhorei bastante depois que engravidei. Mas confesso que preciso melhorar mais e entrar na mesma sintonia com o maridão. É tudo mais tranquilo quando se tem tudo planejado…
    Bom, acho que falei demais para um primeiro comentário…rsrsrs
    Bjs

  7. amiga, vc falou com A maníaca por planilhas e orçamentos bebezísticos kkkk… mesmo q meu baby não seja pra NOW, eu sempre faço planejamentos, mesmo sabendo q os preços podem estar bem maiores ou menores quando for minha vez (provavelmente MAIORES! rs)… o fato é q sou realmente obcecada por essas contas familiares e tenho bastante experiência com tal coisa…
    concordo com tudo q vc disse e acho q planejamento é sim essencial, e q devemos mesmo viver BEM com o q temos, sempre pensando no amanhã sim, enfim, mantendo uma constante, ao invés do TUDO hj, NADA amanhã rsrs
    Adorei o post e assino embaixo… Ah! Amei a dica do livro, vou correr atrás!
    Beijocas!!!! Boa semana!

  8. A gente herda mesmo os hábitos financeiros dos pais. Sou filha de servidores públicos, salário todo dia 1o, tudo super estável e planejado. Minha mãe nasceu no interior do Ceará e era pobre de passar fome. Daí que sempre nos ensinou a economizar, conservar nossos bens e não jogar comida fora. Tudo o que sobra ela inventa um trem. Eu enjoei de uma roupa, mando pra ela enviar pra doação e quando vejo tá lá ela usando minhas roupinhas desprezadas.
    Nem fiz contas pra engravidar porque eu e marido temos juntos uma renda razoável e, como diz meu pai: "Se vocês não puderem ter filhos, quem é que pode?" Então tinha que dar, né?
    Quando o bebê é pequenininho e a gente tá de licença, os gastos aumentam muito pouco (podem até diminuir). Gastei R$80 em roupinhas esse sábado e pensei: "filho dá despesa". Depois saímos pra jantar fora os três, porque não aguentava mais ficar enfurnada em casa, e adivinha quanto custou o jantar? Recém-pais gastam muuuuito menos com lazer, lembre-se disso.
    Aí depois vem a escola e são outros 500 (500 não, R$1.500).

  9. Carol

    Eu concordo contigo que planejamento é fundamental, mas nem sempre é possível.

    Marido acaba de entrar no emprego novo e caso eu consiga engravidar até o final do ano, o baby nascerá exatamente na época da entrega do meu apê novo. Ouvindo essa história há quem diga que sou louca, porque os gastos serão absurdos, eu concordo, mas coloquei na cabeça que quero engravidar e nada vai mudar. Há outro fator que é a idade, no final do ano faço 33 anos e acho que está mais do que na hora de dar minha contribuição ao mundo.

    Em razão disso tenho tentado segurar os gastos com supérfluos o máximo que posso. É claro que não é fácil, mas tenho tentado.

    Sobre a dica do livro, ótimo, adorei.

    Um abraço

  10. Oi Carol linnnnda, pois é amiga, pena que dinheiro não dá em árvore né, nossa como é difícil mesmo conciliar as despesas e com filhos então, realmente não deve ser fácil. Sempre fui muito regrada, controlada, ponho tudo na ponta do lápis e meu marido me ajuda muito a conciliar as contas tb, ele é ainda mais controlado que eu, enfim, tentamos mas nem sempre tudo sai como planejamos, mas tentamos. Adorei a dica do livro vou procurar, bjo bjo!!

  11. Eu nem estou querendo um baby ainda, mas algo que já tenho definido é que assim que engravidar vou abrir uma poupança para ele (a) e depositar uma graninha todo mês. A idéia é ir juntando para conseguir pagar uma faculdade boa, pelo menos. Bjs Tati

  12. Ai ai, tudo que eu fiquei pensando foi que o baby de vcs vai ter acesso a filmes bacanas em todas as fases da vida, hahahahaha!

    Mas olha, eu tb nunca tive mesada ou o minimo de educacao financeira, e faz falta. Tb estou penando pra aprender a poupar, essas coisas. Com certeza vou ensinar educacao finaneira pros meus filhos.

    Bjos

  13. A historia é longa, mas acho que vale a pena.
    Namoradon e eu estávamos de mudança pra um kitinete. Ele ganhava dois salarios e fazia faculdade. Euzinha, estagiaria, ganhava um e pagava metade da facul e outra metade papai bancava. Aí a dona Gabriela decidiu que tava na hora de vir, justo quando a mamãe passou o findi no hospital com o vovó e esqueceu o anti. Imaginou a cena? Estagiária(ou seja, NENHUMA garantia), estudante no 6º periodo, mudando com o namorado pra um 'cubículo'. FODEU néam?
    A, e pra ajudar o (agora já) maridon é despedido quando mamãe estava de sete meses. Fodeu ao quadrado né?
    Pois então, mamãe que sairia do estagio quando Gabi nascesse acabou por ficar um mês em casa e depois voltou às suas 5 hrs de trabalho, enquanto papai procurava emprego e ficava com a baby em casa. Se foi apertado? Capaz, foi praticamente passar um elefante pelo buraco de uma agulha, mas conseguimos!!
    Fraldas ganhamos muitas no chá e depois. O berço, roupinhas e várias coisinhas vieram de emprestimo de uma tia que tem 2 anos de diferença da Gabi.
    O apê alugado é de um quarto. O importante? Nós três temos saúde.E o resto? Se ajeita.
    É claro que as férias são todas na casa da sogra, no interior. Todo meu pré-natal, o parto, a internação e as consultas da Gabi foram pelo SUS(otimo atendimento). Lazer? passear no parque e programas grátis. E assim a gente ta aí, já há um ano e meio.
    Maridón arrumou emprego sim, mas não ganha o que ganhava antes. Mamãe ficou um ano e meio naquele estágio e agora está em outro, que vai até o final da facul. A gabi vai em uma creche da prefeitura, que não deixa nada a desejar às privadas(apesar de ser masi fácil parir que conseguir uma vaga, anyway)
    Acho que chega né? A ideia geral é que dá sim pra viver com pouco se a gente cuidar bem disso e não ser chata(aceitar doações sempre é o melhor negócio!)
    Beijos da recém chegada ao mundo dos blogs

    Amanda (http://para-gabriela.blogspot.com/)

  14. Oi Carol,
    Eu acho que tendo dinheiro sobrando ou não, temos que ensinar aos filhos o valor das coisas e não ficar dando nada de mão beijada! Até pq nada é eterno!!
    Meu pai sempre nos falava: "Dinheiro não aceita desaforo"!
    Concordo que temos que viver bem com oq temos!
    Mto legal esse post!
    O livro deve ser super interessante!!!
    Bjinhos

  15. Eu sou super organizada financeiramente. O orçamento pro baby foi planejado! Eu já tinha dinheiro separado para comprar o quarto inteiro dela e mais o carrinho! hehe
    Sou mega controlada e guardo dinheiro todo mes!

  16. Carol, adoro seus posts. Cheguei aqui de blog em blog. Pois estou pensando em ser mãe tb, mas a grana é tb meu maior problema, pq tá faltando entao não dá para ser agora.
    Eu sempre gastei muito, ajudei muitas as pessoas. Mas agora nao to emprega e a grana cada dia mais curta. Meu pai tb nao me dava mesada, era qdo eu pedia e olhe lá. E assim ia vivendo. Contudo ele, meu pai, sempre foi muito controlado aos 25 já tinha casa prórpia e eu aqui ainda lutando pra conseguir um lugar ao sol. Com 30 anos…é duro viu…Pensei num mundo cor de rosa e ele apareceu bege…tenho que ralar, conseguir minha casa propria ou ap e depois FILHOS. Sim, eu quero 2 filhos.rs..r.s

    É eu quero me organizar financeiramente para poder engravidar.
    Adorei a dica do livro, ja vi na internet e vou comprar.

    Ah, adorei o trocadinho do trabalho do seu marido e o seu..rs.rs morri de rir.

    Abraços e desculpa o extenso comentário.

    SOu anonima, pois meu blog é para desabafar.
    Sonhadora
    http://2010palavrasaovento.blogspot.com/

  17. Aff Carol, eu sou muito desesperada com esse negócio de planejamento financeiro.
    Desde que comecei a trabalhar sempre fui de planejar orçamento, mil tabelas e planilhas… Depois de casada não ficou diferente e agora planejando o baby fiquei pior hehe
    Todo mês tiro a parte que sobra do salário (quando sobra) e coloco na poupança do baby. E assim vou indo… mas procuro não pensar demais no aspecto financeiro de ter um filho, senão fico louca hehe
    Bjokas

  18. Oi Carol… adorei a indicação do livro! Planejamento financeiro com a chegada do bebê meio que é um dos assuntos mais discutidos entre os casais para se ter um baby planejado, mas realmente acho que não deve ser o mais importante… se for pensar em segurança financeira para se ter um filho, acho que a maioria nunca teria filhos… podemos estar muito bem hoje, com nossas reservas e por motivos avessos a nossa vontade, daqui uns anos estar ferrado financeiramente e também se pode hoje estar devendo o mundo e daqui um tempo estar super bem. Acho que sim, planejar, ter idéia de qt se custa, do que realmente é necessário e não cair nos encantos do "mundo de ofertas baby" é essencial, pra quem tem ou não grana!
    Eu tenho uma super amiga que acabou de ter bebe e depois da chegada da sarinha, minha lista de necessidades para um bb diminuem a cada dia… roupinhas por exemplo, o que se ganha e a velocidade que um recém nascido perde é muito, não vale a pena ir numa super loja e gastar os tubos que mal vai usar… e por aí se vai em tantas outras coisinhas! enfim, como vc disse, o importante é cada um se adequar a sua condição financeira e tentar adequar a chegada de seu bebe com seu bolso!

    bjos!

  19. Oi Carol… adorei o texto e a sugestão do livro! Concordo que a gente tem que tentar ao máximo adequar a chegada do bb com nossa condição financeira e que tem muitas coisinhas que é feita pra encantar olhinhos de gravida, acho que tem que se ver a lista do essencial e depois vai indo pros supérfluos. O importante mesmo nesta hora é usar o cartão de crédito com a razão e não sair comprando tudo que se vê pela frente.. kkkk!
    Usar experiências de amigas que acabaram de ter bebe é sempre muito bom, eu por exemplo a cada dia mudo minha lista de enxoval. Um exemplo que uma amiga me passou foi o das roupinhas, que se ganha muito quando nasce e se perde numa velocidade sem igual… então ela comprou roupinhas básicas e baratinhas, com excessão de umas 02 peças que ela resolveu que seriam especiais. Aderi completamente a idéia!

    bjos

  20. Amiga.. com certza esse é um caso a se planejar.. smepre penso neste item mas n me martirizo muito… sempre vejo o orçamento e evito fazer carnes.. tem dado certo.. espero que quando o baby vieu eu continue assim..rsrs

  21. No momento casamento eu tenho dívidas… mas não quero viver com elas não! até pq futuro marido abomina este assunto!

    Gostei de saber da noticia do new job do pedrin!

  22. Adorei sua história e seu texto.
    Cheguei no blog por acaso ao procurar informação sobre o livro.
    Fiquei ainda com mais vontade de comprar o livro.
    Não estou grávida, mas com vontade de ficar, só que não agora, porque ainda não tenho nem 6 meses de casada.
    Minha idéia é realmente programar e economizar para que a chegada do baby não seja um problema, mas só prazer.
    Meu marido é funcionário público, o que é uma tranquilidade. Mas eu estou sem trabalho. Não temos casa própria, só se formos morar com minha mãe, o que não é a idéia pela distância que ela mora.
    Quase esqueci, adorei também os comentários, completaram muuito bem seu post.
    Vou correr para ler os anteriores e te seguir. 🙂
    Beijos e boa sorte!

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