Nesses dias que estamos com a visita de Cunhadín em casa, tenho observado mil coisas (aliás, se os pais dela soubessem o tamanho do aprendizado que me brindam trazendo essa mocinha pra cá, acho que viriam mais vezes!).
Uma delas é a interação entre criança e bichinho. Eu tenho um baby dog Beagle, de quase um ano. Ele é arteiro e não pára nunca, além de fiel e ótima cia. para crianças. Uma vez, ele passou uma tarde perto de uma baby de 6 meses e foi ótimo. Deu só uma cheiradinha inicial, depois deitou do lado dela e se deixou ser espancado e amassado, sem reclamar, rosnar ou morder. Tudo isso, claro, com supervisão de adultos.
Agora tá passando a semana com Cunhadín. Como ela é mais adulta, do alto de seus 2 anos, já tem consciência de que aquilo é um servivo (e não um bichinho de pelúcia) e tem um certo medo do baby dog. O que, por outro lado, gera nele uma certa desconfiança. Tem momentos que os dois até relaxam, mas, no geral, a coisa tem sido meio tensa. Outro dia, ela tava bonitinha sentada comendo um pãozinho, enquanto ele tava deitadinho do lado do sofá, só acompanhando o movimento. Nisso, no maior momento de distração de todos e em questão de segundos, ele voou no pão da menina, o que causou um susto e um chororô danado. Fora que, quando estamos com Cunhadín ele fica morrendo de ciúmes, fazendo gracinhas pra que a gente preste atenção nele.
Aí fiquei pensando: será que ele vai se acostumar bem quando vier o meu baby? Ainda temos bastante tempo pela frente (e conforme os cachorros envelhecem, vão acalmando), mas confesso que fiquei preocupada. Tadinho, ele é meu primeiro “filho”, não quero privá-lo da convivência com a gente! Fora isso, acho que a experiência com os animais é maravilhosa pros pequenos, eu não tive e acho que fui uma criança meio boboca por causa disso (tinha um meeeedo de qualquer servivo que não fosse serumano).
Catei na Internet, mas nao achei nada muito legal pra compartilhar aqui, entao queria saber da experiência de vocês. Vocês tem cachorro em casa? E se não, os filhos se relacionam bem com os bichinhos?

baby dog e eu

13 respostas em “Babys e dogs

  1. Seu bebê vai amar seu filho cão! Mariana está crescendo com os cachorros de meus pais e de meus sogros. Meus pais tem o Squash, um labrador igual o Marley. E o Zeca é um salsichinha tipo Cofap, sabe?
    Pois Mariana não tem nenhum medo. Nada. Até fico preocupada porque isso faz com que ela se atire em qualquer cachorro que vê pela frente.
    Outro dia o Squash roubou o pão da mão dela e, acidentalmente, apertou o dedinho. Ela se assustou, chorou, mas minutos depois já estava às boas com o cachorro.
    Por outro lado, tenho duas sobrinhas que só veem o Squash aos finais de semana, quando vem na minha mãe. Morrem de medo. Passaram uma semana lá e foi stress o tempo todo.
    Ou seja, convivendo desde cedo, impossível ter medo.
    E deixa eu descansar os meu dedos, que quase ficaram com tendinite de escrever esse comentário maior que o post.
    beijos!!
    ah! foto linda. Linda mãe e lindo baby dog!

  2. Eu tenho o Johaan, meu mestiço de poodle.

    Eu nem sei como vai ser quando o Vicente chegar, afinal ele é extremamente possessivo!

    Acho que vou tentar fazer aquelas coisas de adaptação pq também não quero privar ele da convivência com a gente.
    Espero que tuuudo dê certo!!

    E a foto tá liiiiiiinda demaaaais!

    Beijoooo

  3. Ai eu AMO beagles, queria ter um de qualquer maneira. Mas eu moro num ovo de tico tico (vulgo apartamento), e o criador que eu ia comprar me disse que eles precisam de espaço pra gastar energia senão destróem tudo. Me acorvadei e comprei a Ninah, que é Lhasa Apso…
    Mas, falando do q interessa, eu estava lendo na revista Crescer (olha a insanidade da mulher: ela lê crescer sem ter ninguém crescendo kkkkk), que o animal só muda o comportamento com a chegada do bebê se seus donos mudam o comportamento com ele. Ou seja, o cão vive em casa, o bebê nasce e colocam ele pra fora. O cão frequenta todos os cômodos da casa, o bebê chega e expulsam ele do quarto. Uma dica legal que está lá é, quando chegarem em casa com o bebê, deixar o cão cheirá-lo, e dar atenção a ele (ao cão), para ele entender que a criança faz parte do universo dele agora.
    Se quiser eu procuro o link pra vc. Desculpa o tamanho do comentário, eu me empolguei!

    Beijos

  4. Carol, eu tenho um gatinho, que também é meu filho primeiro. Ele já anda numa ciumeira danada, menina. Acredita que ele entra no quarto da Manuela e começa a arranhar o bercinho dela?

    Mas vou ter que prová-lo de andar na parte de cima da casa, pq como é gato, solta um pelo danado. Mas nada complicado de se resolver, rs.

    Bjs,

  5. Nossa Carol, Lis ama a Filó e quando a cachorra faz qualquer barulho a bebezinha estica o pescoço e procura a cachorra se não a vê , chora até colocarmos pertinho e ela poder fazer seus " carinhos" não tão carinhosos.
    Beijos
    ZZ

  6. Oie, em casa sempre tivemos cachorros e acho super importante esse envolvimento criança + cachorro. Temos um com a idade do meu irmão, quase 17 anos! O bichinho já ta velhinhoooo…
    Temos uma podle (minha mãe) que é o demonio, mais quando tem algum bebe em casa, ela vira um anjo, é até engraçado, parece que sabe…
    Um Bjo
    Linda foto

  7. Eu sempre tive essa mesma preocupação… Principalmente porque antes de engravidar presenciamos serias crises de ciumes da cachorra com a gente. Não podiamos pegar nenhuma criança no colo que ela fazia um escandalo, e tambem reagia negativamente quando ela notava um certo medo de alguma criança.
    Aí veio o João e tudo mudou, ela não estava presente na hora do parto… mas quando ela chegou em casa fizemos a apresentação e deixamos ela cheirar o João.
    Foi incrivel a mudança da cachorra, ela que sempre queria ser o centro das atenções ficou infinitamente mais tranquila depois da chegada do bebê.
    Nunca tive nenhum problema com a cachorra em relação ao João… mas tambem nunca deixei os dois sozinhos, porque nem um nem o outro tem noção de até onde pode ir a brincadeira (agora já brincam sem tantas neuras da minha parte).
    Tenho um post no forno sobre comida, filhos e cachorro… vamos ver se sai este fim de semana.

    Beijos

    Fla

    ps.: compra besame mucho, hein?

  8. Nossa, falo sobre isso direto com o maridex, temos duas 'filhas' a Malhada, uma gatinha vira-las de quase quatro meses e a Hope, uma linda vira-latas tbm, de dois anos. Quando tinhamos só a Hope ficama mto preocupada, afinal todos os mimos era só para ela, mas a partir do momento que ela deixou de ser filha unica temiamos que ela fizesse algum mal a sua irmã, mas que nada!!!! Elas se dão suuuper bem, dor juntinhas em um tapetinho ao lado de nossa cama.
    Então imagino que, qndo os filhos humanos estiverem na área, com carinho e uma dose de psicologia será fácil entrosar a turma!
    Vc vai ver, vai dar td certo, 'irmãos' brigam mas se entendem mto bem no final!

    Ps. Sou louca para ter um Beagle, mas como minha casa é pequena, não cabem mais moradores não humanos…snif snif

    bjos
    Amanda

  9. Oi Carol sou nova por aqui, minha experiência com meu cão não deu muito certo não.. 🙁 Ele começou a se enciumar de uma maneira horrível da Bia ainda na barriga de 5 meses, fazia desafora, comia o que não podia (já era treinado e tudo), me deixou num estado de nervos tal, que tive um corrimento meio sério que me levou até o PS, depois desse dia, dei ele pra minha mãe e ele se adaptou horrores lá, é outro cão! A Bia quando vai lá não se entende muito com ele não. O Johnny é um cocker e minha mãe já tinha um beagle de 8 anos por lá, esse é um santo, o senhor da sabedoria, aguenta ela numa boa, mas foge dela também como diabo da cruz! Com esse negócio de comida, NUNCA deixamos ela por perto com eles, porque eles avançam mesmo…um serzinho bobinho ali dando sopa, é claro que eles aproveitam! Espero que quando seu baby vier eles dois se dêem muito bem, porque cachorro é tudo de bom! Um beijo adorei seu blog. ROberta

  10. Oi, Carol.
    Não tenho cachorro na minha casa, mas meu filho fica na casa dos meus pais de segunda à sexta enquanto estou trabalhando, e lá tem três cachorros: uma cocker spaniel, um poodle e um vira-latas. Como o vira-latas é grandão e não pode entrar na casa (fica só no quintal), meu filho não convive muito com ele, mas com os outros dois, ele convive direto. E são muitos amigos, com direitos a beijo (do meu filho), lambidas (dos cachorros) e divisão de biscoitos maisena (entre os três)! Rs…
    Até rolou um ciuminho nos cães no início, assim que meu bebê nasceu (principalmente da cocker, que, como o seu beagle para você, é minha filhinha mais velha), mas nada demais e nem direcionado ao bebê: eu é que levei um certo gelo da Sandy. =)
    Mas tudo passa e eu digo por total experiência que a convivência harmoniosa e alegre de cães e bebês (sempre supervisionada, para evitar exageros de ambas as partes!Rs…)é super possível e tudo de bom!
    Bjs

  11. olha, meu baby dog tov tem um mês de diferença da minha gestação.
    ou seja, quando o bebê nascer, o dog também vai ser baby, com 10 meses.

    às vezes eu trago crianças para conhecer o tov e a reação é sempre a mesma: primeiro elas se empolgam, ele se empolga mais ainda e aí ficam com medo e só querem saber de ficar em cima do sofá ou nos colinhos.
    até meu sobrinho que já tem dois anos, tamanho de três e a força de um bulldog (o meu dog é bull) ficou com medo depois que o tov roubou o carrinho da mão dele.

    é normal mesmo. tem que estar sempre supervisionando.
    mas com seu filhote vai ser diferente. você vai ter meses pra adaptar o seu cachorro a essa situação. tem alguns treininhos que você pode fazer pra ir "desciumando" o seu cachorro.

    conforme o tempo for passando eu vou colocar algumas dicas no meu blog visto que, antes de ser "mãe" eu era adestradora de cães.

    beijinhos e relax! no fim dá tudo certo.
    :)***

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