Essa semana estou sentindo um sono brabo.
E um enjôo matinal.
E uma fome monstra.
E uma amiga me disse ontem que estou super peituda.

Ok, já to cansada de saber que não estou grávida, então comecei a pensar que posso estar tão ansiosa pelo baby que talvez esteja somatizando coisas e inventando uma gravidez.

Aí fui no Mestre Google perguntar sobre: Gravidez Psicológica! Tava crente que podia ser algo comum, mas pouco discutido, tipos depressão pós-parto.

Uma pausa aqui: o Google é excelente e eu não sei como vivi minha vida sem ele, principalmente na hora de inventar fazer os trabalhos de colégio. Mas quando o serumano tá neurótico e psicótico (tipos eu), o Google só deixa tudo ainda pior.

Voltando.

Aí achei um artigo curtinho e bem doidinho, que eu fiz questão de comentar:

A gravidez psicológica é conhecida como pseudogestação ou então por pseudociese e trata-se de uma espécie de transtorno emotivo que é caracterizado principalmente pelo aumento do abdômen, pela amenorréia e também pelos sintomas que ocasionam uma gravidez.

Aumento do abdômen é uma doença que eu sempre tive, vulgarmente conhecida na minha família como “pancinha vergonhosa”, “azeitoninha” ou ainda “gravidez de 3 meses”. Amenorréia eu não sei o que é (êta nome feio da porra) e os sintomas de gravidez… sei lá, acho que tenho, por isso to aqui nesse artigo.


Este transtorno ocorre principalmente em animais de estimação, porém também pode ocorrer nas mulheres.

E eu achando que era algo “comum, mas pouco discutido”. Só se for pouco discutido entre os cachorros.

A gravidez psicológica pode ser causada tanto pelo desejo intenso de engravidar como também pelo receio de não querer engravidar. Por causa disso as mulheres inconscientemente acabam por desenvolver uma gravidez psicológica, onde não há feto algum no útero feminino.

Ok, tamos entendendo (quase) tudo até aí. Meu caso se encaixa mais no primeiro.

Este problema pode acontecer com qualquer mulher, porém está acontecendo com maior freqüência nas mulheres que estão solteiras, magras e que possuem profissões intelectuais.

Essa é a parte mais doida desse artigo, hahahahahaha. Solteira não sou desde os 12 anos. Magra não sou desde os 5. E profissões intelectuais? Porque? Que porra de loucura é essa? Uma mulher que trabalha como caixa de loja tem menos possibilidade de ter gravidez psicológica? Ela pensa menAs?? Aliás, uma caixa de loja pensa menos que alguma outra profissao? Na boa, eu acho que nao. Ia ficar doidinha com tanto número o dia todo.

A gravidez psicológica altera o nível dos hormônios femininos. A gravidez psicológica envolve tanto os aspectos biológicos como também os psicológicos e é totalmente impossível diagnosticar se uma mulher vai ou não sofrer deste transtorno, pois isso pode ocorrer com qualquer pessoa e é por isso que os familiares devem ter bastante cautela neste momento.

Familiares, se liguem aí que a doida está entre vocês.


Esse transtorno pode indicar outros problemas de saúde como: ovário policístico, distúrbios ovarianos, distúrbios hormonais e neoplasias uterinas.

em: http://www.mulhersexofragil.com.br/saiba-mais-sobre-a-gravidez-psicologica/

É, gente, mais uma vez, siestressei a toa.

6 respostas em “Gravidez Psicológica

  1. Hum…
    amenorreia é falta de menstruação.
    E qualquer mulher está sujeita a uma gravidez psicológica, lógico que ajuda só pensar nisso o tempo todo…ehehehe
    durante os cinco anos que fui tentante, um dos meus maiores medo era sofrer uma gravidez psicológica… acho que não aguentaria uma gravidez de mentira, mas obviamente que me colocava no caminho, com os tais sintomas que você citou… dali uns dias, descia e acabava tudo, ou em lágrimas, ou em alívio…ehehehe
    por isso eu sempre falo, cada coisa a seu tempo, nossas cabeças podem desregular com facilidade, então, curta a vida, o seu momento, quando tiver que ser será. Ah, claro, tem que parar com a pílula, né? ehehehehehe
    Beijos!!

  2. Menina, eu não sei nada de gravidez psicológica, mas sei que o google foi quem me deu a resposta se as dores que sentia eram mesmo contrações. E eram. Despenquei de Mogi das Cruzes a São Paulo e a Laura nasceu apenas 4 horas depois. Santo Google!

  3. Carol, tô chorando de rir com o seu post. Eu sou doida pelo Google também. Como nunca fui muito adepta de médicos (exceto agora que frequento religiosamente e como maior prazer o meu GO)sempre que pegava o resultado de algum exame, digitava primeiro no Google para saber o que eu tinha. Se não fosse nada demais, nem retornava, akakak…que horror!

    bjs,

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